quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Roubados em casa! Acorda diretoria!!!

Com todo respeito. Concordo que nosso time não tenha feito uma grande partida. Mas é FATO que sairíamos com o empate não fosse  o IMBECIL, INCOMPETENTE (pra não falar “ladrão” na cara dura) do pseudo juiz que além de anular um gol totalmente legítimo, não teve coragem, competência ou seja lá o que for pra solicitar a consulta de vídeo.

É por causa de gente assim que esse país afunda cada vez mais, perdendo mais e mais terreno para o estrangeiro, muito mais eficiente e competente. Mas não, aqui nesse Circo Brasil, ficamos a mercê de ignóbeis sacripantas mezzo gente, mezzo jumento.

E AÍ DIRETORIA?! Esse INFELIZ tem que ser colocado NA GELADEIRA e ficar sem apitar até o ano que vem! SÓ ASSIM PASSARÃO A NOS RESPEITAR. Hoje o Palmeiras é CAPACHO da CBF, aonde eles veem só pra limpar os pés.

Assim não dá. Milhões investido pra um IMBECIL desse escoar sua incompetência e colocar tudo abaixo. Maldita incompetência que reina nesse país. Malditos aqueles que se prostram à ela, sem nada fazer. AÇÃO, DIRETORIA!!! AÇÃO JÁ!!!!

Muitos falarão que o Palmeiras não jogou bem, não fez a sua parte. Mas é lógico! Vindo de um clássico desgastante, seria normal que a EQUIPE (mesmo com várias alterações) entrasse em ritmo morno, sem tanta intensidade, impossível de ser mantida em todas as partidas.

Mas a pataquada do juiz não ficará sem resposta. O time inteiro ficou revoltado, sangue nos olhos, faca entre os dentes... vamos pra Minas pra queimar tudo aquilo lá, e sair ainda MAIS FORTES rumo ao título.

Não perdem por esperar... perdem por terem nos provocado. E se tem algo que acorda o Palmeiras, é ser provocado. Ganhar, ok. Mas não assim. Aguarda, Cruzeiro... sua derrota está marcada. E seremos NÓS a entregar-lhes o presente.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Palmeiras empurra Curintcha ladeira abaixo

O coitado do adversário da zona leste, SPCC Curintcha Populista, mais conhecido de nossa velha guarda como “Faz-Me-Rir”, já na base do ladeira abaixo, sucumbiu mais uma vez à nossa pujança.

Deve ter-lhes faltado fundos do BNDES ou CIDEs pra pagar marmita ou mensalidade “1-0-0” do árbitro. Parelho, o prélio só poderia levar-lhes ao vexame, de onde jamais sairiam sem ajuda Global ou das maracutais de bastidores.

Desfrutando de um momento há muito planejado, o Palmeiras esbanjou superioridade sobre o adversário, vencendo pelo placar mínimo por puro capricho de um teimoso travessão. Ladeira abaixo, nosso patético devedor de marmita, mal ofereceu perigo ao gol do Weverton.

A  verdade é que não há treinador que consiga pilhar os jogadores como o Scolari. É um não sei o quê de tripa e coração que poucos resistem. Ainda mais sob nosso ultra passional manto alvi-esmeraldino. Scolari é nossa cara. Nosso coração em campo. Visceral, emocional, espiritual.

Nossa equipe não jogou com um time “reserva”, como tentou apregoar a impren$inha. Acontece que o Palmeiras tem uns 18 titulares. Dá-se ao luxo de dispor de jogadores atuando 1x por semana, dentro de um calendário insano! Fruto do planejamento, do poder aquisitivo de sua fantástica coletividade que dá retorno à cada um que ousa lhe associar o nome.

Assim, entramos com uma zaga alternativa que deu conta do recado. Laterais com fôlego e meio campo intenso, que se recusava a ceder a posse de bola ao adversário. E o ataque com um elemento surpresa, chamado Deyverson.

Deyverson é daquelas enganações do futebol oriundo de um sagaz empresário. Sabe que vale mais pelo que representa do que pelo futebol que joga. E tudo bem! Continue assim, chamando a atenção na base do siricutico porralouca, enquanto vai dando assistência e metendo caixa vez por outra. Deixa que que digam, que venham e que falem... enquanto isso seguimos vencendo. Show Deyverson!

O time ainda segue com claras deficiências, como quando permanece prostrado ante uma boa marcação no meio campo, sinal claro da ausência de um 10 líder, função a qual o Moisés ainda se esforça pra alcançar. Mas nada que comprometa a lua-de-mel em que o time e torcida vivem com seu treinador.

Felipão! É Deus no céu e tu na terra! Vai que vai, guerreiro! Aglutina a massa, concatena o grupo, empodera essa família que tanto o admira. Largos sejam os caminhos que nos acolhem. Vastos sejam os prados por onde, com mais e mais vontade, nosso manto brilha e reina, impávido, categórico e imperativo no panteão de onde jamais deve sair. Por honra e desígnio do destino. Por amor e paixão desta tua inflamada torcida... segue e vence, PALMEIRAS!

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Gestão de Grupo

Celebremos, fratellada!!! Não só pelos resultados, mas por termos achado o caminho. Um caminho, dentro do tortuso metièr ludopédico.

O que o Felipão fez no Palmeiras não é só mérito próprio. O time já vinha se esforçando com o Roger Machado, embora não ganhasse padrão. Aí o Scolari chegou de surpresa, junto a um elenco que vinha lutando na parte tática e sambando no quesito “grupo”. Sua fórmula era tudo o que precisávamos.

Quando saiu do Palmeiras pela última vez, Scolari era um paizão. Mas um paizão reclamão. Num certo ponto os jogadores sentiam-se expostos, o que azedava tudo. Parece ter aprendido a lição. Ficou a orientação, saiu a reclamação.

Assim, falando a língua que o jogador entende, simplificando, orientando e protegendo, ganhou o grupo. Impressionou a todos, sobremaneira. A jornalistada carioca não o tolera, acha-o a antítese do futebol brasileiro. Mas vá falar que não dá liberdade aos jogadores!

O Deyverson é uma comédia a parte. É a alegria em campo. Lembra o Oséas pela forma que “pilha” a torcida (e só por isso!). É a leveza no meio da sisudez de um time que joga de forma intensa.

Ontem o Palmeiras fez um primeiro tempo abaixo do adversário, que foi mais rápido, fluído e dinâmico no meio campo. Tudo bem. A entrada do Bruno Henrique no lugar do Thiago Santos corrigiu um pouco a falha, e começamos a ser mais ofensivos.

Mas foi a movimentação do Deyverson que fez a diferença. Substituindo Borja que joga mais enfiado, Deyverson bagunçou a defesa adversária e deu a assistência primorosa ao primeiro gol, que pôs abaixo as pretensões do Atlético-PR, invicto há 9 partidas.

Mais do que isso, é o discurso que denota o trabalho de grupo. Considerou o gol “100% do William”, dedicou a vitória ao substituído Thiago Santos... parece banal, mas tem um efeito aglutinante fundamental para que um elenco se torne um verdadeiro grupo. Administrado, conduzido e gerido pra se sentir unido e vitorioso. Assim é o Palmeiras hoje. Ainda que tudo mude, fica a lição. Sem uma boa GESTÃO* não se forma um grupo CAMPEÃO.

* Gestão não é passar a mão na cabeça. Não é ser refém de “rodízios” que transformam o time em mera vitrine. É apenas saber o que se quer, deixar isso bem claro e ter coragem. Coragem pra ser sincero e honesto com os jogadores. E, se possível, ter status pra impor respeito ao elenco.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Com Felipão, Palmeiras é mais Palmeiras

2 motivos para comemorarmos: a vitória, e mais uma partida sem levar gols. Defesa faz um time campeão, mas o ataque é a cereja do bolo. E que cerejada nos mandou o Lucas Lima. Felipão diz que melhorou “no treinamento”, criando situações que ele possa participar. Excelente.

Tendo feito 2 golaços, não deve estar preocupado em não iniciar como titular. Já percebeu que entrando no decorrer da partida pode fazer uma leitura e receber melhores instruções, direto do treinador.

O Felipão é da filosofia “cada músico com seu instrumento” e assim libera o Dudu e o próprio Lucas Lima pra apoiar mais o ataque. A doação é de todo elenco, mas cada um na sua característica. Os atletas compram a ideia, entendem melhor e executam melhor.

Levaremos gols. Sofreremos derrotas. Que sejam no momento certo e bem absorvidas. Mas isso parece ser a especialidade do Felipão, se colocar como “escudo”. De forma impressionante, Felipão surpreendeu a todos.

Tido como ultrapassado, nos mostra que a modernidade pode ser inexorável. Mas ainda há facetas humanas que as “antigas gerações” talvez compreendam melhor do que a “mocidade”. Fica o exemplo, fica a emoção. Pra quem duvida, veja o final de sua coletiva após a vitória contra o Botafogo-RJ, onde ele cita sua relação com o clube. É impossível não se empolgar.

Felipão, a prova mais contundente de que estás em casa é mesmo a fatia do bolo, a primeira, qua a maior parte da torcida daria a você. Sempre apreciei o futebol acadêmico. Sempre lamentei que seu estilo não reproduzisse exatamente essa escola. Mas após o jogo de ontem, quem pode dizer que não é um futebol que deixa o torcedor encantado? Pela raça, pela dedicação e mesmo pela arte, como bem vimos. Com Felipão, o Palmeiras é mais Palmeiras.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Simplesmente, futebol.


7 jogos sem levar gols. Fechamos o primeiro turno do campeonato com moral, passamos à semifinal da Copa do Brasil e deixamos encaminhada a classificação na Libertadores. Tá todo mundo deslumbradão com o Scolari. Eu também, lógico. E qual o maior mérito do Felipão? A simplicidade.

Quando perguntado sobre nossa eficiência defensiva, Scolari é claro: o coletivo. E é mesmo. Sem dúvida a quantidade enorme de números que hoje o futebol gera é importantíssima. Mas a aplicação tática subsequente à sua análise não pode confundir a compreensão do básico.

É isso que o Felipão faz. Dizer algo que o jogador vai entender, de forma simples, clara e mais direta possível. O jogador pode até não fazer, mas vai entender. E até agora, tem feito.

Resisto ao deslumbre. Acho ótimo o Felipão, provavelmente o treinador com mais identificação com a torcida palmeirense. E o único que – apesar de demandar “camarões”, consegue tornar o  Palmeiras campeão sem que precise montar uma Academia.

Essa simplicidade no jogar – do futebol coeso, intenso e com forte ênfase defensiva, aproveitando o erro adversário – pode ser antigo, mas responde diretamente à premissas básicas do futebol moderno: não sofrer gols, diminuir os “elos fracos” e aproveitar as chances.

Porém, advogando pelo diabo, temos que abrir os olhos para fraquezas que ainda existem. A previsibilidade é uma delas. A dificuldade no toque e saída de bola, outra. Frequentemente temos visto chutão lá de trás, dada a dificuldade no meio campo.

Vencer na raça é delicioso. Mas é temeroso. Esconde fragilidades que vem à tona quando encontramos um mar raivoso ou mais encrespado, passagem obrigatória ao time que se pretenda campeão.

E assim vamos. Felipão é emoção, coração, dedicação e inspiração. Pros cardíacos não é recomendação. Mas pra quem sonha com o título a rima é só uma: Felipão é Campeão.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Melhor da primeira fase, Palmeiras confirma bom futebol

Torneios mata-mata costumam trazer uma emoção extra em relação aos pontos corridos, que tem por característica premiar a equipe com mais equilíbrio ao longo do tempo. Um mais “justo”, outro mais “emocionante”.

E emoção a parte, o Felipão parece talhado pra isso. Chegou ao Paraguai com instruções diretas pra defesa jogar fechada, sem que os volantes dessem os espaços habituais. Ainda que não tenhamos sido lá muito exigidos pelo setor, destaque ao Antônio Carlos e também ao Felipe Melo, que conseguiu completar a partida sem levar cartão!

O que acontece? Cada vez mais percebemos que o futebol – esporte onde mais vezes o azarão consegue vencer o favorito – depende muito do ambiente de grupo. 

Não que o Scolari já não tenha sido vítima da rabugice que acaba afastando os jogadores (inclusive em sua última passagem por aqui em 2012), mas tem a capacidade de explicar-lhes o simples.

Evita as complicações do futebol moderno, simplificando a vida do jogador. “É assim, meu filho: faça isso, isso e isso.” E ponto. Esse é o futebol Scolari.

Destaque também ao Borja e ao Moisés. Aliás, nosso segundo gol foi um primor, através de uma rápida jogada pela esquerda com Diogo B., que penetrou, chutou e no rebote brigado e vencido pelo Moisés, acabou nos pés do Borja, após uma linda assistência de nosso meia.

Todos os caminhos estão abertos à você Felipão! Por mais que os ecos de um futebol não tão “moderno” assustem muita gente (eu incluso), a paixão e identidade que você traz ao Palmeiras é inegável, emocionante e contagiante. Avante, Palmeiras!

terça-feira, 7 de agosto de 2018

A crise Palmeiras Crefisa

Os problemas que o Palmeiras enfrenta hoje com a dna. Leila Crefisa foram plantados há tempos. O tom “conciliatório” do atual presidente simplesmente não funciona nas alamedas palestrinas e acabou por criar uma situação em que a patrocinadora fala o que quer, abanando dinheiro da forma mais arrogante possível.

Sendo sincero: sempre fui forte crítico das pataquadas de nossa diretoria e conselho. Via de regra são pessoas muito inteligentes e que amam o Palmeiras com sinceridade. Mas o ser humano é complicado e as vaidades e interesses acabam se sobrepondo à forma prática de tocar o barco.

Quando o Paulo Nobre saiu, deixou o rastro de um Palmeiras dividido, pois não aceitava a prevalência que a “presidente” da patrocinadora queria impor ao clube. Do meu ponto de vista também é muito questionável o presidente da empresa patrocinadora querer se tornar presidente também do clube. Toda história de “jatinho e jantares” também parece um passeio com o diabo Pior ainda é a gritaria – "tenho dinheiro!" – propalada a quatro cantos pela referida em questão.

Dona Leila... acredite, o Palmeiras não é um clube comum. A senhora NÃO CONHECE o Palmeiras, ou se conhece, age como se não o fizesse. Isso porque a PERSONALIDADE que o palmeirense tem, simplesmente NÃO ACEITA esse discurso impositivo, que arrota dinheiro e diz: estou pagando, eu posso.

Pode até ser que a senhora se torne presidente. Veja, no contexto de qualidade geral de nossas administrações, pode até ser que seu jeito de presidir (mais moderno e voltado ao mercado) possa nos ajudar em muito. Mas entenda: o futebol é TINHOSO, exige tempo, coragem, cuidado, sabedoria pra agir na hora certa e se calar no momento apropriado.

A CREFISA tem dinheiro, mas lembre-se, só veio ao Palmeiras DEPOIS que nossa situação financeira já estava sendo equilibrada. Senão, não viria. Vocês nos ajudam muito, mas não foram vocês que “salvaram” o Palmeiras, e sim um efeito CONJUNTO entre um PRESIDENTE, um ESTÁDIO, uma TORCIDA e um PATROCÍNIO.

O Palmeiras NÃO É CONTRA a patrocinadora. Apenas sobre o grau de influência que ela pode ter no clube e isso é legítimo! O imbróglio com o patrocínio/empréstimo com certeza foi um erro de avaliação do clube, mas é compreensível nossa preocupação com a situação criada a partir daí.

Apenas finalizando: o patrocínio da CREFISA é ótimo e rende frutos ÀS 2 PARTES! Mas a senhora FALA MUITO para um clube que gosta de OUVIR POUCO. Por melhor que seja, o Palmeiras não pode se sentir REFÉM de patrocínio algum.

Se quiseres alguma prevalência saudável, evite qualquer citação de superioridade pelo dinheiro investido (o Palmeiras SEMPRE conseguiu os melhores patrocínios do país) e simplesmente administre. Mais na surdina. Mais piano. O Palmeiras faz PARCERIAS há décadas. Mas NÃO VAI TOLERAR ninguém que -  seja por dinheiro ou o que for – pretenda se fazer MAIOR que ele.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Asas do destino


A saída do Roger Machado pode não ter sido lá uma grande novidade, mas a vinda do Felipão sim, pegou muitos de surpresa.

Há anos – mais precisamente desde 2012, quando saiu – o Palmeiras vinha investindo em trinadores com perfil “moderno”, mais ligados ao futebol dos softwares de leitura de dados e sua imensa quantidade de informações.

Desta vez, o estilo “copeiro” falou mais alto. Esqueçam o futebol de 600 toques, de posse de bola, das novas táticas. Volta o futebol das chances, do jogo em cima do erro adversário, do “Deus nos Acuda”, do “acabou, juiz!”. Bom ou ruim, não importa. Ele é copeiro, é o que importa.

Tudo pela Libertadores, deve ter pensado a diretoria. Trazendo o treinador que mais tenha empatia com público, trazemos a torcida pra dentro do Allianz. Com torcida e time unidos, é difícil nos bater.

Só há um empecílio nesta jornada:  o time conseguir absorver a mudança de estilo de jogo, indo do passe ao cruzamento, do jogo de paciência ao jogo de contundência.  Não é pouco, exige tempo que talvez o time não tenha. Mas no fim das contas, traz uma emoção envolvente e, se der certo, uma família que corre junto e conquista unida.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Com Felipão, Palmeiras resgata identidade


Lembro bem quando o Felipão saiu do Palmeiras da última vez, após termos sido rebaixados em 2012, logo após, por sua vez, nos consagrarmos Campeões da Copa do Brasil, poucos meses antes.

Lembro que houve um grande desgaste, com declarações do Kléber acusando-o de expor demais os jogadores, esculachando-os em público. Não era muito diferente do que realmente acontecia, na medida que um Felipão não tolera mimimi.

Sinceramente, não achava que o Felipão teria saco pra voltar pro futebol brasileiro. Com a vida completamente ganha após 2 ou 3 temporadas na China, iria agora, no fim de carreira, se expor ao malho constante que são submetidos todos aqueles que ousam nesse cargo se enfiar?

 Só há uma motivação pra sua volta. Limpar o nome após os 7x1. E só há um lugar pra ele fazer isso, e é aqui. Talvez não aguentasse mais aquela comida chinesa, é verdade... mas a afetividade, o projeto e é claro, um cascalho nunca é demais, devem ter contado pro seu retorno.

Nenhum treinador conta com tanto carinho do palmeirense. Luxemburgo também é muito bem visto, mas tem mais rejeição. Então, que venha Felipão. O técnico copeiro pra disputarmos a Copa Libertadores.

Que já fique claro: FELIPÃO, ARRUMA A DEFESA. ARRUMA A DEFESA e o resto se ajeita. Temos um bom ataque que deve ainda melhorar. Mas nossa defesa é o ELO FRACO, onde a corrente pode estourar. No fim das contas, resta aquela corrente que menos teve elos fracos. É Campeão o time que menos erra.