quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Errou, perdeu

Futebol é um jogo cruel... onde a dinâmica da partida pode ser mais ingrata, premiando a equipe mais fraca. Sendo sincero, o Palmeiras cozinhou o jogo de forma exemplar, até os 30 do segundo tempo. Só deveria ter aproveitado melhor os poucos contra ataques que fez.

Foram poucos porque nossa volância estava mais engajada na marcação do que no apoio ao ataque. Assim, tivemos mais chutões da zaga do que deveríamos. Desguarnecemos o ataque e ainda sofremos o gol, numa bola parada meio boba, mas muito bem aproveitada. E ainda no susto, o segundo.

Reverter um resultado de 2 gols é bem complicado, ainda mais por não termos marcado nenhum na casa do adversário que, se marcar um gol na partida de volta, nos obriga a fazer 4. Nossas chances foram 75% pra 25%.

Impossível esconder a frustração. Quando se vê um time em ascensão, bem treinado e motivado, tudo o que se espera são resultados que ao não virem, deixam a maré do criticismo invadir a torcida e o clube.

Não pode... não podemos acusar o golpe de forma a colocar em questão um ótimo trabalho que vem sendo desenvolvido. Ainda falta muito? Sim, e pode ser justamente numa partida de volta como essa que o time ganhe a confiança que precisa.

Como disse no post anterior, Libertadores tem uma mística que vai além das 4 linhas. Só nos resta acreditar, e torcer. Palmeiras é grande demais. E esse capítulo ainda não acabou.  

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Mística Libertadores

Lembro-me na infância, quando meu pai dizia: “Libertadores não é confiável, o juiz é sempre deles”. Criança, ainda não entendia ao certo o que ele queria dizer, mas não tardou a compreender a situação.

Embora sempre desejada, foi só a partir da década de 90 que a taça passou a ser mais valorizada por aqui. Talvez pelos títulos adversários e a transmissão direta das partidas via tv, a competição ganhou vulto, a ponto de se tornar o grande objetivo do futebol nacional, antes do mundial.

Muitas vezes é mais importante classificar-se para a Libertadores do que propriamente a conquista de um Brasileiro ou Copa do Brasil. Receitas são geradas, contratações acertadas e o ano já se inicia com boas perspectivas. Além do mais as rivalidades continentais compõe um ingrediente extra.

O Palmeiras é um clube que possui uma expressão nacional grande demais para uma solitária (ainda que grandiosa) conquista de 99. Quem vê o que o Palmeiras fez nas décadas de 60 e 70 não entende que o time não possua mais troféus continentais. Talvez isso explique um pouco da “obsessão” que a torcida canta nas bancadas.

O jogo será árduo, típica disputa sulamericana entre duas escolas exemplares. O Palmeiras NÃO PODE ENTRAR NAS PROVOCAÇÕES, deve manter-se calmo, atento e focado. 90 minutos errando o mínimo possível pra fazer o jogo de volta, se possível, em vantagem.

Não poderíamos estar melhor preparados. O time faz um segundo turno meteórico, está unido, atletas motivados e o Felipão tem grande respeito de todos. Poucas vezes vi o time tão preparado e focado em seu objetivo.

Lembro em 1994, quando também tínhamos um esquadrão fabuloso e ensacolamos o Boca metendo-lhes 6x1 numa das melhores partidas que vi na vida. Estamos longe daquele tempo, mas o mesmo time que lhes impingiu a maior derrota no torneio, também foi o desse ano, que os venceu por 0x2, fato nunca antes conseguido por adversário estrangeiro.

Tenhamos cuidado. Tenhamos MUITO CUIDADO. O Boca pode não estar lá em grande performance mas é uma camisa colossal e costuma se superar justamente em momentos assim. O importante é FECHAR A DEFESA e ERRAR O MÍNIMO POSSÍVEL. O resto a gente garante.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Encantado... e encantando!

O último domingo estava frio... com previsão de chuva. Muitos guardaram a disposição para um dia menos hostil. E perderam mais um show da equipe palmeirense, com exibição de gala de nosso Dudu, mais guerreiro que nunca, e 2 gols do Deyverson, mais xodó que nunca.

O que explica o entrosamento que a equipe passou a demonstrar após a chegada do Scolari é daqueles mistérios insondáveis... o elenco já era bom e vinha bem treinado, mas com deficiências. O novo treinador chegou, as corrigiu e ainda melhorou o resto.

Basicamente melhoramos a defesa e vimos o ressurgimento do Deyverson e Dudu. O primeiro já era desacreditado, tido como contratação “mico”. O segundo vinha cabisbaixo por não atingir o patamar que via como justo ao seu talento. Scolari chegou... e tudo mudou.

Dudu passou a jogar como nunca! Com firmeza, taticamente orientado e resoluto. Mas foi Deyverson que viu sua estrela brilhar com nosso bravo velhinho. Ganhou o treinador com sua aplicação e a torcida com seus gols... passou de maluco pirado pra maluco beleza.

Agora tivemos 2 SAGRADAS semanas pra descansar um pouco, preparando-nos para os 2 meses que podem ser os mais importantes da história do clube. Renovemos a esperança, enchamos o coração de alegria e entusiasmo pela aventura que está por vir. ACIMA DE TUDO, PALMEIRAS!

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Tentarão arrancar a CREFISA de nós


Invejosos, inconformados e incapazes. Assim são e estão muitos daqueles que se voltam contra nós. Na própria imprensa ainda há quem nos veja como milícia fascistóide. Carentes do “inimigo necessário”, invejosos de nossa condição, inconformados com nosso sucesso e incapazes de perceber o virtuoso caminho percorrido, inflamam a cizânia dentro do clube, expondo as dificuldades inerentes ao processo.

Virtuoso, mas tortuoso. Vejam o caso da Dna. Leila. Tem carinho pelo Palmeiras? Sim, lógico. Tem amor? Não... isso não. Tem sim uma excelente estratégia de exposição, sabedora da propulsão fornecida por qualquer tema à nós associado. Dessa forma, dá-lhe marketing, dá-lhe mídia. Que nem sempre são positivos ao Palmeiras.

Declarar publicamente que o patrocínio pode e deve estar condicionado a quem estiver na presidência, é SIM uma chantagem direta. Patrocínio não é FAVOR e sim INVESTIMENTO. Colocar-se como “salvadora do time” é uma clara exacerbação das prerrogativas da patrocinadora, enquanto “rebaixa” o time à uma condição de penúria.

O FATO é que foi o PAULO NOBRE quem saneou (do próprio bolso) as finanças do clube, tornando-o efetivamente atraente ao investimento que foi e é tão rentável ou mais à CREFISA do que sua diretoria poderia prever. Esse sim AMA o Palmeiras, carrega suas cores, enaltece seus valores e foi o melhor presidente do Palmeiras desde Paschoal Byron Giuliano e Delfino Facchina.

A CREFISA não deve sair do Palmeiras. Nem o Palmeiras deve dispensar a CREFISA. Maurício Galiotte provavelmente deve ser reeleito, colocando um aliado da parceira por mais 3 anos no comando. O que deve ser feito é mais SILÊNCIO para que AMBAS AS MARCAS LUCREM com mais uma parceria de sucesso e nunca, jamais, queiram competir entre si... algo que é, justamente, desejo dos ABUTRES que nos rodeiam.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Enquanto o Brasil se divide, Palmeiras UNIFICA

16 anos. Esse tempo não me é estranho... recorro à memória e lá vem ela, nefasta, terrível e graças a muitos fatores, distante na história. Naquele tempo dos 16 anos de fila, de escassas vitórias e muitas dúvidas, uma certeza pairava no ar: o Palmeiras vivia dividido.

Lembro de uma frase do saudoso Paschoal Giuliano, que dizia “quando o Palmeiras se une, ninguém nos vence”. E parece que o time, à la Felipão, vem se unindo cada vez mais. Afinal um time que consegue juntar um figuraça boa praça como o Deyverson, um pitbull alucinado como o Felipe Melo, egos inflados como Dudu, Lucas Lima e Borja, e ainda assim continuar com a pegada, tem que estar fechado.

Com uma difícil e extensa jornada pela frente, teremos ainda 4 ou 5 rodadas com forte pedreiras no Brasileiro (Grêmio c, Santos c, Flamengo f, Atlético-MG f), ainda mais intercaladas pela Libertadores nos dias 24 e 31. Mas depois disso, uma sequência mais leve (Fluminense c, Paraná f, América c, Vasco f, Vitória c).

Dá gosto de ver a evolução do Dudu em campo. As opções que o Felipão vem trabalhando pra manter o fôlego das 2 competições, a vontade e a garra com que os jogadores vem atuando. E a forma como a linha entre titularidade e reserva se tornou mais tênue, deixando claro que muitos jogadores se valorizaram a despeito do fato de não atuarem todas as partidas.

Tal harmonia é o sonho de todo treinador. Dificílima de se conseguir, haja vista a dificuldade para trazer 11 bons jogadores, o que dizer de outros que chegam badalados e ainda tem que ralar pra ser relacionados.

Essa consciência, esse profissionalismo tem a capacidade de harmonizar o ambiente. É algo mágico, onde os jogadores se respeitam, ouvem e aplicam aquilo que ouvem do treinador e correm pelo companheiro. 

É este momento que vive hoje, o Palmeiras. Derrubando tricolores ávidos em busca de um título em sua própria casa o time se credencia definitivamente como pretendentente-mor à conquista. A continuar com essa “pegada”, podemos muito mais. E o Felipão, atingir o que antes ainda não pode. Épico seria pouco a dizer de tamanha façanha...

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Apesar de tudo, avançamos

Jamais alheio ao momento nacional, segue o Palmeiras em ritmo retumbante, apesar de tudo, apesar de todos.

O que é tudo? É a situação política dentro do clube, onde existe uma disputa férrea por poder com a tia Crefisa de um lado, Mumú de outro, Galiotte sambando e a gente torcendo que fique assim, pois o resultado, dentro das 4 linhas, tem sido bom.

Mas não é bom. Os resultados de hoje foram plantados ontem, e a balburdia política pode muito bem apresentar seus resultados tardiamente, em anos futuros.

E o que são “todos”? É o interesse externo, a imprensa recalcada pela ausência de seus filhotes populares que deságua num mar de incompetência arbitral, situações grotescas as quais nem seus próprios pares aposentados, hoje comentaristas, conseguem explicar.

Ainda assim as vitórias consolidam o modelo gerencial, com forte ênfase no profissionalismo de vários setores coligados além do futebol. Profissionalismo que, discurso a parte, parece ter sido a tônica do discurso Felipônico: simplicidade e olho no olho.

Sem mimimi de reserva, o Palmeiras conseguiu algo complicadíssimo no futebol: dedicação plena, total e irrestrita. Quem entra, sua a camisa. Quem está de fora sabe que terá sua oportunidade. E tem mesmo...

Tivemos boas surpresas nos últimos 2 meses, com a chegada de um zagueiro promissor (Gustavo Gómez) além do ressurgimento do Deyverson. Mayke e Vitor Luís também vem com boas atuações, ofuscando os antigos laterais titulares Diogo Barbosa e Marcos Rocha.

Felipão conseguiu resultados que nem os mais otimistas poderiam supor Mas NADA ainda foi conquistado. E o treinador não é daqueles que costuma fazer boas campanhas em vão.

Muita emoção ainda vem por aí. Mas a autoestima já foi resgatada, bastando pouco para consolidarmos o retorno definitivo ao protagonismo do futebol nacional, ambiente onde, pela representatividade e história, o Palmeiras jamais pode deixar de estar.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Roubados em casa! Acorda diretoria!!!

Com todo respeito. Concordo que nosso time não tenha feito uma grande partida. Mas é FATO que sairíamos com o empate não fosse  o IMBECIL, INCOMPETENTE (pra não falar “ladrão” na cara dura) do pseudo juiz que além de anular um gol totalmente legítimo, não teve coragem, competência ou seja lá o que for pra solicitar a consulta de vídeo.

É por causa de gente assim que esse país afunda cada vez mais, perdendo mais e mais terreno para o estrangeiro, muito mais eficiente e competente. Mas não, aqui nesse Circo Brasil, ficamos a mercê de ignóbeis sacripantas mezzo gente, mezzo jumento.

E AÍ DIRETORIA?! Esse INFELIZ tem que ser colocado NA GELADEIRA e ficar sem apitar até o ano que vem! SÓ ASSIM PASSARÃO A NOS RESPEITAR. Hoje o Palmeiras é CAPACHO da CBF, aonde eles veem só pra limpar os pés.

Assim não dá. Milhões investido pra um IMBECIL desse escoar sua incompetência e colocar tudo abaixo. Maldita incompetência que reina nesse país. Malditos aqueles que se prostram à ela, sem nada fazer. AÇÃO, DIRETORIA!!! AÇÃO JÁ!!!!

Muitos falarão que o Palmeiras não jogou bem, não fez a sua parte. Mas é lógico! Vindo de um clássico desgastante, seria normal que a EQUIPE (mesmo com várias alterações) entrasse em ritmo morno, sem tanta intensidade, impossível de ser mantida em todas as partidas.

Mas a pataquada do juiz não ficará sem resposta. O time inteiro ficou revoltado, sangue nos olhos, faca entre os dentes... vamos pra Minas pra queimar tudo aquilo lá, e sair ainda MAIS FORTES rumo ao título.

Não perdem por esperar... perdem por terem nos provocado. E se tem algo que acorda o Palmeiras, é ser provocado. Ganhar, ok. Mas não assim. Aguarda, Cruzeiro... sua derrota está marcada. E seremos NÓS a entregar-lhes o presente.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Palmeiras empurra Curintcha ladeira abaixo

O coitado do adversário da zona leste, SPCC Curintcha Populista, mais conhecido de nossa velha guarda como “Faz-Me-Rir”, já na base do ladeira abaixo, sucumbiu mais uma vez à nossa pujança.

Deve ter-lhes faltado fundos do BNDES ou CIDEs pra pagar marmita ou mensalidade “1-0-0” do árbitro. Parelho, o prélio só poderia levar-lhes ao vexame, de onde jamais sairiam sem ajuda Global ou das maracutais de bastidores.

Desfrutando de um momento há muito planejado, o Palmeiras esbanjou superioridade sobre o adversário, vencendo pelo placar mínimo por puro capricho de um teimoso travessão. Ladeira abaixo, nosso patético devedor de marmita, mal ofereceu perigo ao gol do Weverton.

A  verdade é que não há treinador que consiga pilhar os jogadores como o Scolari. É um não sei o quê de tripa e coração que poucos resistem. Ainda mais sob nosso ultra passional manto alvi-esmeraldino. Scolari é nossa cara. Nosso coração em campo. Visceral, emocional, espiritual.

Nossa equipe não jogou com um time “reserva”, como tentou apregoar a impren$inha. Acontece que o Palmeiras tem uns 18 titulares. Dá-se ao luxo de dispor de jogadores atuando 1x por semana, dentro de um calendário insano! Fruto do planejamento, do poder aquisitivo de sua fantástica coletividade que dá retorno à cada um que ousa lhe associar o nome.

Assim, entramos com uma zaga alternativa que deu conta do recado. Laterais com fôlego e meio campo intenso, que se recusava a ceder a posse de bola ao adversário. E o ataque com um elemento surpresa, chamado Deyverson.

Deyverson é daquelas enganações do futebol oriundo de um sagaz empresário. Sabe que vale mais pelo que representa do que pelo futebol que joga. E tudo bem! Continue assim, chamando a atenção na base do siricutico porralouca, enquanto vai dando assistência e metendo caixa vez por outra. Deixa que que digam, que venham e que falem... enquanto isso seguimos vencendo. Show Deyverson!

O time ainda segue com claras deficiências, como quando permanece prostrado ante uma boa marcação no meio campo, sinal claro da ausência de um 10 líder, função a qual o Moisés ainda se esforça pra alcançar. Mas nada que comprometa a lua-de-mel em que o time e torcida vivem com seu treinador.

Felipão! É Deus no céu e tu na terra! Vai que vai, guerreiro! Aglutina a massa, concatena o grupo, empodera essa família que tanto o admira. Largos sejam os caminhos que nos acolhem. Vastos sejam os prados por onde, com mais e mais vontade, nosso manto brilha e reina, impávido, categórico e imperativo no panteão de onde jamais deve sair. Por honra e desígnio do destino. Por amor e paixão desta tua inflamada torcida... segue e vence, PALMEIRAS!

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Gestão de Grupo

Celebremos, fratellada!!! Não só pelos resultados, mas por termos achado o caminho. Um caminho, dentro do tortuso metièr ludopédico.

O que o Felipão fez no Palmeiras não é só mérito próprio. O time já vinha se esforçando com o Roger Machado, embora não ganhasse padrão. Aí o Scolari chegou de surpresa, junto a um elenco que vinha lutando na parte tática e sambando no quesito “grupo”. Sua fórmula era tudo o que precisávamos.

Quando saiu do Palmeiras pela última vez, Scolari era um paizão. Mas um paizão reclamão. Num certo ponto os jogadores sentiam-se expostos, o que azedava tudo. Parece ter aprendido a lição. Ficou a orientação, saiu a reclamação.

Assim, falando a língua que o jogador entende, simplificando, orientando e protegendo, ganhou o grupo. Impressionou a todos, sobremaneira. A jornalistada carioca não o tolera, acha-o a antítese do futebol brasileiro. Mas vá falar que não dá liberdade aos jogadores!

O Deyverson é uma comédia a parte. É a alegria em campo. Lembra o Oséas pela forma que “pilha” a torcida (e só por isso!). É a leveza no meio da sisudez de um time que joga de forma intensa.

Ontem o Palmeiras fez um primeiro tempo abaixo do adversário, que foi mais rápido, fluído e dinâmico no meio campo. Tudo bem. A entrada do Bruno Henrique no lugar do Thiago Santos corrigiu um pouco a falha, e começamos a ser mais ofensivos.

Mas foi a movimentação do Deyverson que fez a diferença. Substituindo Borja que joga mais enfiado, Deyverson bagunçou a defesa adversária e deu a assistência primorosa ao primeiro gol, que pôs abaixo as pretensões do Atlético-PR, invicto há 9 partidas.

Mais do que isso, é o discurso que denota o trabalho de grupo. Considerou o gol “100% do William”, dedicou a vitória ao substituído Thiago Santos... parece banal, mas tem um efeito aglutinante fundamental para que um elenco se torne um verdadeiro grupo. Administrado, conduzido e gerido pra se sentir unido e vitorioso. Assim é o Palmeiras hoje. Ainda que tudo mude, fica a lição. Sem uma boa GESTÃO* não se forma um grupo CAMPEÃO.

* Gestão não é passar a mão na cabeça. Não é ser refém de “rodízios” que transformam o time em mera vitrine. É apenas saber o que se quer, deixar isso bem claro e ter coragem. Coragem pra ser sincero e honesto com os jogadores. E, se possível, ter status pra impor respeito ao elenco.