sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Enfim, os Clássicos!

Sabemos que a essência do futebol está em seu espírito, que nasce em qualquer pelada honestamente jogada.

A dinâmica, a malícia, a habilidade, surgem nos mais distantes e improváveis terrenos. Mas o que dá verdadeiro corpo ao futebol são seus grandes embates.

Como é bom respirar um clássico. Excluindo todo receio de violência, o que fica é o gosto de um real desafio, que há tempos não víamos.

O Palmeiras está em plena “Renascença”. Redescobrindo formas de escrever sua própria história, saindo de uma peste pra lá de negra.

Vejam só a situação financeira que obriga o clube negociar jogadores com os quais não tem condições de honrar os contratos (Henrique, talvez Wesley). Coisa lá de trás. Mas paciência... melhor perder um jogador do que o time inteiro por falta de pagamento.

Temos todo um campeonato pra testar os reforços e formar a espinha dorsal bem como suas peças de reposição. Sem deixar que uma partida ruim queime geral. Nem que a empolgação das primeiras vitórias tapem os erros que precisam ser corrigidos (defesa exposta, cobertura das laterais, ligação com o ataque etc.)

Wendel
O bom filho à casa torna, melhor. O Wendel vem aparecendo muito bem. Tem a chance da lateral direita nas mãos. Vai que é a tua hora moleque!!! Bem, não tão moleque assim então... vai que é agora Wendel! Esse esquema do Kleina facilita, mas volta pra marcar!

Marquinhos Gabriel
O importante é não deixar o confeti subir à cabeça. Boas participações, mas - ao contrário do que algumas manchetes fazem parecer - ninguém decide uma partida sozinho.
 
Ao Clássico
Que seja honesto. Sem violência nem interferência do juiz (que já vem com suspeita de maracutaia no sorteio). Bem jogado e à altura das 2 equipes. E que a gente use essa partida pra voltar à realidade dos grandes desafios. À vitória, às conquistas!!! VAMOPALMEIRAS!!!!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Retornando em gás total!



Ae fratellada, voltando de uma semana de férias e 2 rodadas de depois, agora sim. Vamos em frente 2014!!!

Rodadas excelentes contra Comercial e Sorocaba já sacudiram a galera. A cornetagem perde espaço ao perceber como era precipitado e vazio o discurso de que não havia planejamento, que a diretoria estava perdendo tempo e não contratava.

Ainda há uma queixa ou outra, quanto a patrocínio etc. Mas se estamos conseguindo fazer o que vem sendo feito e honrando os compromissos sem o bendito “master”, não é melhor ainda? Quando vier estamos bem na fita.

Chato a saída do Henrique, mas se lucramos quase R$10milhões, seria irrecusável. Temos agora Lúcio, Marcelo Oliveira, Thiago Alves, Wellington, Vitorino.

Melhor notícia (além das vitórias), a chegada do Bruno César, as opções táticas que finalmente o Kleina tem nas mãos, o retorno do Valdívia e até o melhor rendimento do Juninho, num esquema de jogo que lhe confere mais liberdade pra atacar.

Além disso, vivemos um ambiente sadio, onde os jogadores parecem chegar entusiasmados com o planejamento e projeto (centenário, Arena) apresentado.

Agora é deixar o molho apurar. O time encontrar seu padrão, os esquemas, os titulares, corrigir aqui e ali. Pra quando a Arena estiver pronta, o futebol esteja a altura.

Hoje tem a equipe no Pacaembu e no domingo, um joguinho aí...

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Um bom começo


Com um Sol pra cada pessoa no Pacaembu, comemoramos um bom início de temporada. O Kleina armou o time com novidades que servirão de opção no decorrer do ano (Marcelo Oliveira, Mazinho – melhor em campo, Serginho) e até que funcionou bem.

Não é o definitivo, mas vencer de virada, depois do intervalo, mostra capacidade de mudança tática. Outra boa surpresa é o Felipe Menezes. Horroroso no ano passado, parece que treinou bastante no Play e agora ta mais afinado. Tornou-se pelo menos, uma opção.

Sabendo que o Paulistão será um belo petisco pro torcedor, o Kleina irá testar, mas tem que achar a composição ideal o quanto antes. Ao seu estilo, fará um rodízio pra não deixar ninguém sem chance, ganhar o elenco etc.

Seja como for, uma boa estreia, mas só uma estreia. Agora é aproveitar a tranquilidade e o Sol de verão pra esquentar a sequência do campeonato, quando reforços e titulares estarão a disposição pra essa saudável disputa.

Só 12.000? Cadê nossa torcida?
O Palmeirense lindão adora sentar a lenha no Kleina, Nobre e Cia., mas na hora de fazer sua parte fica no sofazão. Aí não dá. Como diz o Datena, ajuda aí!!!

Palmeirense, fratello, irmão...  vamos de Avanti! Acho que a torcida no geral ainda não se deu conta que o planos de sócio-torcedor são a redenção financeira de seus clubes.

Eu já não acredito em quem se diz “torcedor” mas não abraça a ideia de associação como tal. Tudo bem, cada um tem suas contas em casa, mas a facilidade hoje é inédita.

A possibilidade de chegar ao estádio com uma baita fila e ouvir “está com sua carteirinha Avanti? Pode ir direto!” é sacanagem de boa.

A sensação de ser Avanti e estar contribuindo DIRETAMENTE como futebol do clube, é visceral. Confere uma nova dimensão ao torcer. Não é apenas pagar pra assistir. É contribuir pra construir aquilo que você assiste.

Eu recomendo e faço enfática propaganda para quem puder, que se associe ao Avanti. A gente mostra a verdadeira força da torcida (que não precisa vir só da bancada), ajuda o time e torna a ida ao jogo muito mais fácil e barata.

A vaia precipitada
O time tem que jogar com TRANQUILIDADE e a torcida em casa, deve fazer tudo pra propiciar isso. Depois o pessoal reclama da Mancha, mas eles  apoiaram nos 90 min. e a vaia (15 ou 20 seg.) só veio mesmo das numeradas.

Meu... é muita cabaceira. Na boa. Não dá pra qualificar de outra forma. O cara que começa a vaiar o time na primeira partida da temporada, TEM QUE SER MUITO BABACA. Vai tomar na pitombeira.

Meu, vai assistir show da Xuxa. Porque futebol não é assim. Não um espetáculo estilo Globetrotter que o cara vai pra ver seu showzinho lindo e arranjado.

Porra, tem que ter um pouquinho de paciência. Um pouco só, cacete. Mesmo perdendo, o time tem que ter calma pra tocar a bola, achar os espaços, sem ter a pressão PARANÓICA de um bando alucinado gritando “ataca, ataca, ataca, chuta, chuta, chuta!” Putamerdameu!!!

Cara, nos meus 42 anos posso dizer: a galera tá emburrecendo pelo imediatismo da mídia, pela superficialidade e falta de um MÍNIMO de discernimento, bom senso e ponderação. E o Palmeirense não pode entrar nessa! É triste, realmente triste assistir a esse espetáculo da infantilização social. Digo por experiência: não era assim antes.

Palmeirense, atenção... se for pra vaiar, que o faça só no fim do jogo, E OLHE LÁ! Se a gente quer o time vencendo, tem que apoiar! Pode até criticar aqui nos fóruns, mas lá, sem essa de vaia!A imprensa faz a festa e transforma isso em gasolina pura. O Palmeiras já sofreu muito fogo amigo e precisa agora de tempo e paciência pra voltar às origens. Palmeirense, persevere, acredite, lute junto! VAMOPALMEIRAS!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Ao Centenário, com amor.

E lá vamos nós ao nosso ano de Centenário, fratellada.Sábado começa a temporada e O PALMEIRAS NOS ESPERA! Já comprei o ingresso, descontão Avanti é nóis! Tem até sonzinho no final pra embalar la sextia! Tá chique.

Se a nossa situação não é fácil, é ao menos promissora.Contratações e dispensas na medida certa, além de alguns acertos de antigas pendências sinalizam uma administração comprometida com resultados mas também com os pés no chão.

Certo dia um colega comentava sobre a dificuldade de viver de acordo com aquilo que se gosta, como é complicado buscar a felicidade dentro da batalha do dia a dia.

Aí a gente lembra um velho mestre (há sempre  algum velho mestre) que dizia: a felicidade não está num fim específico, mas como você vive os meios pra chegar até lá. Concordo.

A felicidade verdadeira não é alcançarmos um padrão “acadêmico” e lá ficar, por mais que seja esse o objetivo. Ela está, na verdade, na forma como expressamos nossa paixão.

A felicidade está em aprender a AMAR nosso time da forma como ele existe  - apesar das imperfeições e mesmo com os vexames. Lutamos contra isso, mas a PAIXÃO permanece intocada a despeito dos contratempos.

No fim das contas, no acertar das contas (caso haja), O Papito do Sky nos olhará perguntando: “E aí filho, como foi a luta?”. E então NÓS poderemos responder: “Tudo bem. Corri ao lado da minha gente, que sabia o que tinha pela frente.”

Centenário, vários já comemoraram. Todas as torcidas tem semelhanças, mas NÃO HÁ TORCIDA COMO A NOSSA. Com tal ORGULHO de sua herança cultural. De sua história. De suas conquistas. E de ter feito tudo isso com as PRÓPRIAS MÃOS.

Fácil? Não... não gostaríamos assim. Nosso caminho pode ser mais difícil, podemos até nadar contra a correnteza. Mas faz parte de nossa história, de nosso jeito de ser.  A gente sai de um torvelinho maldito, do qual outros tem medo até de chegar perto, batendo no peito com orgulho da luta. Pra admiração de alguns ou inveja de outros...

Assim somos NÓS, OS PALMEIRENSES.


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Com a batuta, o maestro Kleina.

Tá todo mundo na expectativa. Não é por menos. Agora que o time está reforçado a responsa cai em cima do Girsão. O Paulistão será seu vestiba, se for bem fica, se não, pica a mula.

Tudo bem que jogo treino é treino, alguns estão reforçando os glútis etc. Mas perder pro Red Bull e na sequência pro time reserva é sinal que o time titular não será exatamente o que entrou em campo inicialmente.

Mas sem corneta! É normal perder por conta dos ajustes. Fase de testes é assim, é como afinar um instrumento, você ouve notas dissonantes e vai ajustando. Normalis.

Mas é aquilo... em 1hora afina-se um instrumento. Se o cara demorar 1 dia já não vai pra orquestra. Capice Kreina?  E nem precisa começar o Paulista com os titulares. Olho na temporada.

O problema é que ainda existe uma grande incógnita: as laterais. Estamos na pendência de algumas contratações e isso pode fazer a diferença. Dependendo da força defensiva/ofensiva, o Kleina pode escalar o time no 4-3-3, 3-5-2, 4-4-2, dois ou três volantes, dois ou três zagueiros, líbero (Lúcio?) e outras mirabolâncias.

Quero ver Prass, Henrique, Lúcio, Eguren, França, Valdívia, Kardec e Leandro bem entrosados. Das 3 vagas restantes, disputa-se as laterais (William Matheus, Juninho, Vitor, Bruno, Wendel, Moreira(?)) e 1 meio-campo (Wesley, Mendieta, Serginho, Bruno César(?)).

A defesa será experiente mas não pode ser lenta. Os laterais devem ser ágeis e com fôlego, o meio criativo e que apoie a marcação também e o ataque, infernal. Simples não? Ah sim... para nosso "maestro" Kleina, os músicos estão à disposição. Vamos ver qual será o tom da sinfonia.

Daqui a torcida segue afinada... VAMOPALMEIRAS!!!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Reforçando as estruturas

Agora é fato. Por mais empedernida que seja a corneta palestrina, há algo inegável. Dos clubes por aí somos o que mais tem se articulado e reforçado para 2014. O time tá ficando sarado...

De preparador de goleiro ao centroavante, a diretoria se mexeu bonito. Temos preparador físico novo, coordenador de categorias de base, auxiliar técnico, zagueiro, lateral, volante, meio campo e atacante. Isso tudo num ano que vem sendo temido pelos dirigentes pelos parcos investimentos etc.

Dá-lhe Palmeiras.

E parece que a comissão técnica que vem sendo formada é permanente, ou seja, fica mesmo em caso de outro técnico entrar. É a melhor forma de se conseguir um padrão, uma cara pro time ao longo prazo. E os nomes que chegam são bons.

Dá-lhe Palmeiras.

A gente pode até ser corneta, mas não sejamos recalcados a ponto de não conseguir reconhecer os méritos de um esforço. Se dará certo ou não são outros 500, mas o esforço existe, é evidente. Até mesmo as contas foram aprovadas pelo Conselho Fiscal do clube. Aeeeee!

Agora só farta o patrô master. Porque não fechamos até agora? Teimosia do prisa em valorizar nossa camisa. Vamos condenar isso? Eu não... desde que o cara consiga manter o mês com 30dias, quero nossa camisa valorizada isso sim.

O papo de “já perdemos tantos meses sem patrocínio” é inócuo desde que o Nobre tenha controle da situação. E pelo jeito – e pra infelicidade dos desafetos – parece que tem.

Chegou a hora daqueles que ainda torcem mais por si próprios do que pro time rever suas posições. Sair da mediocridade mimética do discurso crítico vazio e abraçar de vez o torcer consciente, cobrando pelo melhor Palmeiras possível, sem deixar porém de observar o contexto e a realidade que nos cerca.

É por essas e outras que tenho orgulho desse time. Orgulho pela forma como lutamos contra as dificuldades. Que não são poucas. Como não é pouca a paixão... e dá-lhe Palmeiras!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Palavras de Ano Novo


Alô fratellada!!!  Feliz 2014 a todos! Que possamos melhorar cada vez mais, reconhecendo e deixando pra trás tudo aquilo que pesa ou atrapalha na busca de nossas conquistas!

O prisa Paulo Nobre deixou palavras. Legal... entre o habitual, 3 passagens chamam a atenção:

“Digo família, pois é isso que somos. Brigamos, discutimos, divergimos entre nós, mas todos com um mesmo amor: a nossa pátria amada Palmeiras. A única coisa que não temos direito é de nos tornarmos nosso maior adversário.”

“A ansiedade e o nível de exigência, tradicionais de nossa gigantesca torcida, não podem e nem devem ser um peso nas costas daqueles que defendem e honram nossa camisa com muito suor e sangue na veia.”

E, finalizando...

“Que cada palmeirense se torne um embaixador do nosso programa de sócio-torcedor. Vamos mostrar nossa força e virar o maior programa do Brasil. Palmeirense, acredite que com seu apoio e sua participação podemos nos tornar financeiramente autossuficientes.”

Bem, o que se extrai disso?

1 - Reconhecimento de algo comum e amplamente mencionado: o “fogo amigo”. Vindo dos bastidores ou da torcida, poucos clubes lutam tanto contra isso quanto o Palmeiras. Temos que fazer a nossa parte.

2 - Outro ponto largamente citado entre nós: separar crítica de paixão e não condicionar uma coisa à outra. Se esperarmos uma Academia pra torcer só iremos ao estádio 2 vezes a cada 20 anos. Criticar ok, mas paixão é incondicional! É a máxima Gelol: “Não basta ser torcedor. Tem que participar e apoiar!

3 - Falando em participação, é a primeira vez que os times podem vislumbrar um futuro de “autosuficiência” através de sua própria torcida. Isso é um "chupa" pra TV, pra esse sistema absurdo de distribuição de cotas implantado aqui, na contramão de qualquer campeonato honesto no mundo (que distribuem cotas mais igualitárias).
Com o sócio-torcedor, os times que realmente tem as maiores e mais dedicadas torcidas mostram sua força, prevalecendo por força legítima e não por um sistema tosco de audiência pré direcionado.

O recado parece dado. A distorção de julgamento que apresentamos por exposição à mídia que busca mais vender do que informar é evidente.  O negócio é o seguinte: criticar é opcional. Torcer é imperativo.

Se for criticar, que haja fundamento. Baseado na consciência histórica do que sempre tivemos em nossa direção (as bombas) e o quanto é difícil ter algum "Cristo" pra acertar os eixos. Dar tempo pras coisas acontecerem, não depositar no time de hoje o ressentimento por vexames passados. 
Saber que de uma forma ou outra (pelo menos aos nossos adversários) é sempre o Palmeiras que está entrando em campo. Isso é torcer pela camisa, não pelo momento. Que a paixão esteja entre nós e nós estejamos lado a lado (sem precisar concordar com tudo!). FORÇA PALMEIRAS!