quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Curintcha desfalcado dos Oliveiras

Extra, fratellada, extra. Jogador gambalino força cartão e não atuará. Marelô. Mas o maior desfalque são os irmãos Oliveira, que nem entraram no sorteio. Agora sim, pelo menos serão 11 contra 11.

O que o Palmeiras precisa considerar é o seguinte: estamos na pré-temporada, que só começa mesmo nas finais do Paulista. É hora de acertar o time, ver quem joga melhor com quem e como, etc. Ganhar é importantíssimo, mas agora é hora de testar, observar, acertar.

Pra isso, nada melhor que um clássico. O Clássico. O que pode ser um momento ruim do adversário pode ser também sua busca de redenção, que lhes traria um alívio no tumultuado momento. Por outro lado a derrota pode fazer a casa cair geral e, com medo da reação, os caras vão correr. Ah vão...

É jogo pra fazermos de cabeça fria. O que aliás é a tônica de uma equipe confiante. Mas ainda não temos essa confiança. Vamos ganhando aos poucos, mas não surge de uma hora pra outra... é preciso pelo menos um título para isso.

Aí sim você vê uma equipe “forte”. Capaz de ganhar um título e não se desmanchar. Joga com mais confiança e entra num círculo virtuoso, com mais facilidade de jogar, mais vitórias e assim por diante.
 
Esse time está comprometido com isso. Chegar à final, ganhar, levantar o caneco, correr pra galera. Mesmo que não possamos afirmar que títulos serão uma certeza, pelo menos podemos dizer que temos uma boa equipe pra uma boa temporada. Agora é com a gente. VAMOPALMEIRAS!!!

Um comentário:

  1. É isso, Galluzzi. Eu até estava comentando por aí que a galera está falando de afundarmos os caras, acabarmos com eles, etc, etc, etc, mas todos esquecem uma coisinha simples: esse jogo é para confirmarmos nosso ciclo virtuoso. Se ganharmos, o mantemos e seguimos em frente; se perdemos corremos o risco de interromper esse ciclo.

    É claro que manter nosso ciclo virtuoso também significa piorar o ciclo vicioso do lado de lá. Seria bom, mas... é só um plus a mais. Temos que olhar para o nosso próprio umbigo e estabelecermos nosso crescimento. Ou reerguer o adversário.

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