quinta-feira, 24 de julho de 2014

A mão do treinador, a evolução do jogador

Sensacional a vitória fora de casa. Era o que precisávamos antes do clássico lá no Entulhão.

Não é desta partida que o time já vem mostrando a mão do treinador. Apesar de pouco observado pela imprensa, o jogo contra o Cruzeiro já havia mostrado uma melhora significativa.

Acontece que neste jogo contra o Avaí, apesar de bem posicionado na defesa, o time foi menos ao ataque. Wesley e Leandro são muito lerdos. O Wesley comete erros de fundamento (posicionamento, passe) e atravanca toda equipe. É o tipo de jogador que não corre, no máximo dá seus trotes. Aí não vai...

O Leandro tenta mas parece que se embaralha com a bola. Tem que treinar mais meu filho, vai que você consegue, não pode ter desaprendido assim. Uma dica: quando na posse da bola procure olhar pros lados de vez em quando e não apenas pra baixo. Ajuda...

No meio o Pablo Mouche ainda não se encontrou muito, mas precisa de mais tempo pra assimilar a necessidade tática, caindo pelas pontas. Já o Felipe Menezes, grata surpresa, uma das maiores evoluções vistas no Palmeiras. No começo não dávamos um real pelo cidadão, agora ganhou confiança e com disposição e uma bela patada de esquerda entregou seu cartão de visita.


Resumo: o treinador deu um novo estilo ao time. Ainda falta muito mais entrosamento entre os jogadores, amizade mesmo, conversa dentro de campo... mas é visível a disposição tática que o time mostra. Se vai continuar, evoluir ou não, só o tempo dirá. Mas há boas chances de colhermos frutos positivos. Isso se o que mais nos atrapalha não se fizer presente de novo: o fogo-amigo.

O bombardeio, com declarações nocivas, vindas de dentro do próprio clube, que deixam claro interesses particulares acima da instituição.

O Palmeiras precisa ter uma postura clara de que opiniões de “conselheiros-fonte-fantasma” não vale mais do que uma coxinha amanhecida na padaria. É só massa e um recheio vencido, numa mistura de rancor, azia e perda de privilégios, servindo os interesses "da fonte" e à sobrevivência da imprensa. Às custas do clube, lógico.

Alguém que me aparece pra falar que após 3 partidas já há descontentamento só pode ser por que ficou sem vaga na garagem ou coisa do tipo. Pior que isso, é esse jornalismo TOSCO onde o cidadão nem sai da redação e se autoproclama jornalista. Nem diploma precisa mais, dá nisso...


Mas tudo bem. Apesar da impren$inha, do nosso maldito “fogo-amigo”, do estratosférico lambe-saquismo da mídia de massa sobre o time de massa, a gente segue, mesmo sendo o patinho-feio dos clubes paulistas, com estilo próprio e um treinador que a imprensa não vê a hora pra poder queimar na fogueira. Assim é... e VAMOS JUNTOS PALMEIRAS!

4 comentários:

  1. Galuzzi!
    Ótimo resultado ontem. Agora o que importa é o derby... Hummm sinto cheiro de galinha no cardápio! kkkkk Nós, mais do que qualquer um, sabemos como tornar a vida da turma de preto um pouco mais amarga rsrs.. Domingo é dia! hahaha

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    1. Só mais um adversário Allan... só que nesse caso, um adversário "platinado", tá ligado? Plim-plim!

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  2. Galluzi,
    Falando sobre a "impren$inha", o mais divertido na contratação do Dunga prá seleção foi ver essa turma se descabelar e sapatear de raiva... não tem preço! Ainda estou esperando alguns deles cometer o hara-kiri só por desgosto!

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  3. Pois é Camilo, vão soltar a versão Dunguinha Paz&Amor... rs. Abraço!

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