terça-feira, 26 de agosto de 2014

100 ANOS DO ESPÍRITO PALESTRINO

Amigos, o CENTENÁRIO chegou. E eu gostaria de saber o que a gente pode fazer pelo Palmeiras. Mostrar o amor como? Se juntando pra beber? Comparecendo aos jogos? Comprando camisa? Apoiando mais e vaiando menos? É pode ser que façamos um pouco disso tudo.

A data ajuda a reflexão. Afinal, o que é essa instituição pela qual tanto nos identificamos e pela qual tanto tempo, dinheiro e até mesmo saúde já gastamos? Muitos já se perguntaram...

Cansado de não obter resposta, penso “porque”? Porque gostamos do que gostamos? Por que somos assim? O que faz um time não é sua torcida... mas o conjunto de valores que a mantém unida.

É então que a mente se aquieta, o coração fala mais alto e podemos realmente ouvir... porque somos palmeirenses.

Por que somos diferentes da maioria.
Porque somos uma mistura de culturas.
Porque temos estilo.
Porque temos personalidade.
Porque temos orgulho.
Porque somos bagunçados.
Porque somos apaixonados.
Porque acreditamos na educação e no trabalho.
Porque somos família.
Por que corremos pelo certo.
Porque nos estapeamos. E confraternizamos depois.
Porque fazemos festa.
Porque somos espontâneos.
Porque somos irreverentes.
Porque falamos com as mãos. E falamos demais!
Porque não gostamos de desleixo. Nem de esnobismo.
Porque fazemos nosso próprio caminho.
Porque não gostamos de ser “maria-vai-com-as-outras”.
Porque temos senso crítico.
Porque temos senso crítico demais!
Porque não somos “do povo” nem “soberanos”.
Porque somos um time “de todos”. Mas não pra qualquer um.
Porque somos artistas.
Porque somos anarquistas.
Porque somos acadêmicos.
Porque somos sonhadores.
Porque somos românticos.
Porque falamos alto. Comemos bem. E bebemos ainda melhor!
Porque xingamos. E depois choramos. E nos desculpamos. E xingamos de novo.
Porque caímos e levantamos. Mais de uma vez.
Porque lutamos. E resistimos.
Porque adoramos ser brasileiros. Mas queremos melhorar.
Porque não somos oprimidos. Nem opressores.
Porque viemos pra vencer. Ainda que não a gente não consiga sempre.
Porque não deixamos de tentar.
Porque somos visceralmente humanos, com suas virtudes e defeitos.
Porque o coração não para de bater.

Porque a história é centenária e o espírito, eterno.

PALMEIRAS, MEU AMOR. TUA HISTÓRIA GUARDA TEU VALOR! VINCIT QUI SE VINCIT


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Nada acaba, tudo se transforma

Não volto atrás do que disse no último post só por conta de uma vitória sobre o lanterna do campeonato. Mas qual Palmeirense não se sentiu aliviado com essa vitória, pelo simples fato de comemorarmos os 100 anos for da zona do rebaixo?

E se falamos em morte, falamos em renascer, pois como na física, nada acaba, tudo se transforma.
Mas tudo depende da consciência interna. O Palmeiras precisa mudar. Precisa mudar sua forma administrativa. Sua relação com os times profissionais. Sua relação com a torcida. Sua forma de mostrar sua identidade, seus valores. Isso é um novo Palmeiras.

O Gareca está bem. Demora mesmo pra fazer o time, em pleno campeonato, assimilar um novo padrão tático, ainda mais num campeonato difícil como o Brasileiro. Ganhamos essa última, mas foi por pouco. Não é fácil ter paciência pra esperar o time dar liga.



Continuo achando a insistência com o Wesley uma das maiores perdas de tempo que o time pode ter. Nosso meio campo continua um abismo entre a defesa e o ataque. Isso quando a própria defesa não sobe e os buracos se formam. A impressão ainda é que qualquer ataque melhor coordenado é capaz de desenhar um circuito em nossa defesa, chamando-a pro baile.

Mas devemos torcer. Mesmo. Porque nossa própria relação com o time também tem que mudar. De dependentes de vitórias à apaixonados pelo que o time é, temos um longo caminho. E sem uma coordenação vinda do próprio clube pra que isso aconteça, nada mudará. Como o presidente – que teve a hombridade de fazer e vir a público assumir a responsabilidade – disse, “esse é o time, essa é a comissão, só eles podem nos ajudar agora.” Mais pressão externa é um tiro contra o próprio pé.

Pequenas vitórias as vezes iludem, o que vale são as grandes mudanças. Mas a grande conquista é feita pela soma das pequenas vitórias. E sem algum alívio toda decisão acaba precipitada. Tenha calma Gareca. Siga em frente Nobre! A sanha destrutiva que se alimenta da indignação visceral que nos acomete após cada derrota não pode dar as cartas. Não se trata de perseguições pessoais. A verdadeira transformação só acontece quando vem do coração dos homens.


VAMOS PALMEIRAS, JUNTOS SEMPRE... E PRA SEMPRE!!!

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Morrer e renascer

Amigos, queiram me desculpar pela ausência de alguns dias. Juntei o excesso de trampo aos desgosto e deixei a cabeça esfriar um pouco. Vamos lá.

Vou começar aqui com um desabafo e sei que isso é polêmico, mas preciso expressar um sentimento contido e que agora parece mais óbvio demais pra continuar sendo evitado. Sei que é polêmico. Sei que é uma metáfora. Mas também sei que é verdade, por mais terrível, absurdo, impossível que seja. É. Às vésperas do Centenário...

O Palmeiras... o Palmeiras para o qual torcemos. O Palmeiras que imaginamos existir. Sim, imaginamos... por que não existe.

O PALMEIRAS MORREU.

Catástrofe. Hectacombe. Apocalise. É isso tudo mesmo. O Palmeiras morreu. Só nossa paixão ainda continua a ilusão. Mas não. O Palmeiras morreu. Mortinho mesmo. Vou explicar melhor:

O Palmeiras, da forma pela qual conhecemos, é um conjunto de valores e ideais que se perdeu no tempo. Mais precisamente ao final da década de 70. Até ali nossas características eram irrefutáveis. Nossa imagem bem caracterizada, por uma coletividade com muita personalidade, mas que sabia se respeitar.

A partir do final da década de 70, as pessoas que começaram a dar as cartas no clube abandoram o espírito de união, a identidade moral foi pro espaço, o senso de coletividade deu lugar à noção de um clube de bairro, as eternas disputas políticas, vaidades e interesses pessoais passaram a falar mais alto e o fim começou.

E a partir dalí, nunca mais ganhamos nada. O período Parmalat fou uma ilha, uma exceção nesse mar morto, que se não houvesse mal teríamos um título nos últimos 40 anos. Por mais que nos doa, por mais que nos fira, essa é a dura verdade. O Palmeiras morreu, lá atrás, no fim da década de 70.

Então meus caros, o time pelo qual torcemos, gastamos tempo e dinheiro, é um defunto. Na década de 90 colocaram uns fios, animaram o corpo e achamos que o bicho estava vivo. Ilusão. Sem os “fios” de uma administração externa o corpo volta ao chão, largado pela eterna incompetência da geração que tomou conta do Palmeiras há 40 anos. Triste né? Pois é.

Às vésperas de completar 100 anos, a gente percebe que o clube está morto há uns 40. E aí? O que fazer? Entrar em depressão e ir torcer pro Juventus? Não... com todo respeito e apreço pela Mooca. Ainda há muito pela frente.

Primeira coisa é emitir um atestado de óbito. Reconhecer porque o ambiente que existe no clube jamais permitiu uma equipe com verdadeiro respeito pela camisa. A história se repete. Times e times que não se empenham, que não enxergam união ou espírito de grupo no clube. Que vestem a camisa até a página 2, que vivem num racha que não é nada mais do que vem de cima. É isso que vem matando o Palmeiras há 40 anos.

Pois se o Palmeiras morreu, ele precisa renascer. E isso só vai acontecer quando houver um consenso de práticas e procedimentos que devem voltar e outras que devem ser, definitivamente abolidas dentro do clube.

Caso o Palmeiras não faça essa repaginação administrativa, uma guinada forte em sua própria forma de existir, sei que parece ridículo, mas continuaremos torcendo para um defunto. Desculpe pessoal, é só uma provocação pra que algo mude lá dentro do clube... mas é verdade. 

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

A Babel Palestrina

Amigos, irmãos.... o que vivemos nesse último domingo no Pacaembú teve traços dignos de um drama shakesperiano. Primeiro chego eu no estádio e vejo lá um quebra pau em plena Charles Müller. Ma che? Briga entre na própria Mancha. Viza mãe...

Na fila pra entrada ao Tobogã quase outro quebra pau, por um bando de marmanjo furando a fila na maior caruda. Isso antes do jogo! Tava bom o negócio. Aí começa a partida e o Palmeiras mostra mais vontade. Valdívia em todo lugar, querendo mostrar serviço, marcando, correndo passando. Era o melhor em campo... até os 13min., quando mais uma PODRICE o retirou, pela enésima vez, de campo. Sinceramente a gente não sabe se ri ou chora....

Aí foi aquela lama que vimos. Palmeiras sem maior ofensividade, nervoso e dando brecha na defesa. Não foi difícil pros caras saírem com a vitória. Nossa situação agora é horrorosa. As vésperas do centenário, nos esbofeteamos lutando pra não cair. É a própria Babel palestrina.

E o que fazemos agora. Quebramos tudo? Pode ser o que nossa indignação manda, mas não adianta muito. Vamos ficar esperando a eleição, pra colocar o fantástico Wladimir Pescarmona no lugar no Nobre, na mais vã esperança que isso resolva algo? PelamordeDeus, só de pensar nessa repetição eterna de erros, sinto calafrios.

Pois se o Palmeiras vive guerra (assim como na Palestina), sem uma trégua nada alcancará. Por mais que nossa indignação nos leve a querer mudar tudo, o melhor pro Palmeiras, agora, é um pouco de paz pra poder jogar sem tanto nervosismo, que só atrapalha mais a equipe.

Quem vê a equipe jogando (agora sem o Wesley), percebe que todos se dispõe a correr, a participar. E quem conhece um pouco de futebol sabe que é só uma questão de tempo pra haja alguma liga nessa maçaroca. Sim, porque pra sair da zona do descenço não é necessário nenhum time show, é só dar alguma liga.

Só que não temos esse tempo e o time tem que se arrumar durante a competição. É como se estivéssemos numa corrida, trocando de roupa e ainda levando cotovelada. Pelo menos vamos parar com as cotoveladas um pouco!!!

Amigos, irmãos... sobre os quais, tanto quanto em mim, recai o peso de uma segunda-feira brava, tentemos nos consolar. Responsabilidades a parte, não devemos levar a vida tão a sério e nossa história é mesmo peripatética. Uma história grandiosa, mas sem uma boa dose de ironia, fica incompreensível. Evoluir, melhorar, conseguir vencer!!! Teremos que ir além de nossas forças pra conseguir esperar... só com muita paixão no coração. E alguma leveza na alma.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Pro banqueiro... banco!

Agora veio à tona o ocorrido no vestiário (que obviamente deve ser negado). O Wesley passou um sabão no aplicado Renato e no recém-chegado Allione após a derrota pro Atlético. Discussões em vestiário são normais, mas a forma como acontecem podem mostrar onde estão os pontos fracos do sistema.

Quem acompanha esse humirde brógui, sabe que repudiamos caça às bruxas. A responsabilidade ou culpa por algum acontecimento nunca é de um só elemento, mas do ambiente que o nutre.

Semana passada pedimos (e reiteramos) a saída do BRUNORO por sua abjeta declaração, tenha sido leviana ou não, sobre o NOSSO estádio, Allianz Parque, o novo Palestra Itália. Pois é VAZA BRUNORO.

E agora vamos estender nosso VAZA, a outro elemento que já vinha despertando descontentamento (por atuações pífias e melhoria que o time apresenta quando de sua ausência): WESLEY.

Sei que é patrimônio do clube e qualquer depreciação pode nos atingir diretamente. Mas muito maior prejuízo vem sendo causado dentro do elenco, pela presença de alguém que é muito mais BANQUEIRO (não o financista, o que bota banca) do que jogador.

VAZA WESLEY. Arrogância, prepotência, o tradicional “se achar demais”, a última bolacha do pacote... não há nada que prejudique tanto o Palmeiras quanto essas posturas. Tenho 42 anos vividos sob a égide deste manto e posso afirmar categoricamente: não há absolutamente NADA que seja tão corrosivo à imagem e ao espírito palestrino quanto as irmãs vaidade e arrogância.

O Palmeiras sempre teve (e ainda tem) uma imagem invejável, seja por seu estilo, sua cultura, personalidade ou capacidade de conquista. Mas da inveja passamos ao desprezo quando, por algum motivo qualquer deslizamos da confiança e orgulho à prepotência e pseudo superioridade, por mais risível que possa ser.

O que fica claro aqui é um COMPORTAMENTO nocivo. E é isso que deve ser extirpado e abolido. Confiança sim. Personalidade sempre. Mas da diretoria aos jogadores, passando por associados e torcida. A falta de união transpassa esferas e ambientes. Só o espírito de equipe, de irmandade, colaborativo nos salva agora. E jogador bom em campo.

Por isso, VAZA DE TITULAR WESLEY. E se for fazer bico, vaza geral. Se jogasse 1/10 do que pensa, estaríamos no G4. Tenha receio não Garêca (com acento mesmo, pra imprensinha aprender que não é Garéca). Banquinho pro banqueiro, JÁ! Tivessemos feito isso com o Diego Souza em 2010 não teríamos o fim de ano que tivenos na ocasião. Mas quem ignora a história está fadado a repetí-la. Isso a gente não merece...

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Fé e Coragem

Olha pessoal, eu sei que a tendência é procurarmos o culpado pra queimar. Mas fazer fogueira agora não vai adiantar nada, pelo contrário. Quem dera a saída de um presidente e diretoria arrumasse a situação.

Agora não é a hora de fazer protesto, de criar mais confusão, de agitar mais a água. O que mais pode ajudar o Palmeiras agora, é com isso que devemos nos preocupar.

É nesss horas que se vê quem é torcedor de verdade. Apoiar, apoiar e apoiar agora, depois a gente reclama, protesta faz o escarcéu que for. O que mais pode ajudar o Palmeiras agora é apoio, ambiente e calma pra poder desenvolver o trabalho.Qualquer coisa fora disso só complicará a situação.

Agora não é hora de reclamar. É hora de se UNIR pelo PALMEIRAS. É fácil falar que é torcedor, difícil é agir como tal na hora em que seu time precise. O Palmeiras não é só Palmeiras na hora que ganha. Entender isso é fundamental pra perceber que estamos no mesmo barco.

Não sei se o Palmeiras terá a condição de “se unir” nesse momento, mas em pleno centenário seria a melhor lição para uma coletividade que só aprendeu uma coisa mais do que jogar bola... se estapear. Vencer isso é o primeiro passo à nossa salvação.

Palmeirense, compareça. Apoie. E reze, com devoção. Não há NADA melhor que um verdadeiro Palmeirense possa fazer por seu time nesse momento. Fé e coragem. Estamos juntos irmãos.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Confiança e entrosamento

Na hora da critica poucos consideram o fato de que o Palmeiras, mesmo após a parada da Copa, ainda é uma equipe em formação. Por mais que treine, jogo é jogo. É só aí que os jogadores conseguem definir melhor o lugar de cada um, o tempo de bola, de marcação etc.

Esses jogos inicias da Copa do Brasil servem pra isso. Ganhamos, legal, mas o Avaí está na 5ª posição da série B, só pra não esquecer. Agora sim que teramos a paulada de Atlético-MG, SP e Sport (lá).

Indiferentes à importância que o entrosamento tem para a equipe, principalmente quando a qualidade dos jogadores não é nenhuma exuberância, queremos a vitória imediata. Mas se olharmos bem veremos que há um bom potencial aí.

Primeiro... o Felipe Menezes vem se aplicando bastante e pode fazer uma boa dupla com o Allione que chegou e já no primeiro jogo foi o melhor em campo. Busca a bola, ajuda a marcar, corre por todo campo, dribla e passa bem. Ae! Finalmente a volta da “catigoria” em campo!

Do outro lado está o Leandro, por quem já não nutrimos mais paciência. Mas deveríamos... o Mouche pode até ganhar a vaga, mas o Leandro continua sendo patrimônio do clube e sem suporte a tendência do futebol voltar é menor e nosso prejú, maior.

Seria legal se não fosse ilusão ouvir a arquibancada incentivando o jogador mesmo depois de erros crassos como os do Leandro ontem. Também sei, vai contra nosso instinto de xingar o cidadão que ousa vestir nosso manto e fazer aquilo, mas pra confiança do time seria grandioso.

Nossa defesa pode melhorar (ainda há erros grotescos, mas a dupla Lúcio-Tobio tem potencial). A lateral esquerda é promissora, a direita esforçada. Mas ainda são pontos frágeis na defesa. A volância até tem o empenho do Renato, mas o Wesley continua sendo uma interrogação.

Pois a bola sempre passa por ele e talvez ali haja um passe melhor a sair, uma rapidez maior na ligação. Não que seja um mau jogador. Mas carece da rapidez que precisamos hoje.

O que precisamos mesmo é de calma pra que o time ganhe confiança. Ter o nome cantado mesmo na dificuldade. Os próximos 3 meses serão intensos, é importante que a torcida, no geral, tenha consciência da importância de apoiar o time, mostrar confiança, em qualquer situação. Aos 100 anos, é nossa hora de dar um presente ao Palmeiras.

Valdúvida
O cara foi pra AL FAHJUTO do Arábia e nem mesmo os sheiks quiseram o cidadão. Quando a zica é brava não há Vagner Ribeiro que resolva... 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Paciência tem limite... pra você Brunoro!

Olha, foi-se a rodada, empatamos com o Baêa em casa, uma porcaria de resultado. Só não perdemos porque o adversário foi muito ruim de pontaria, pois espaço não lhes faltou. VâmoGareca!!! Fecha essa defesa aí, pelamor!

Ainda temos 2/3 do campeonato pela frente e com o time sendo montado (e desmontado) no meio dele, é normal que estejamos sofrendo com a falta de entrosamento. Temos tempo e condição para reverter isso.

Mas o que queria mesmo nem é abordar a rodada, e sim mais uma declaração IMBECIL do Brunoro, que teve a capacidade de vir à mídia e lançar a pérola (que já havia sido execrada pelos palmeirenses, quando o Wtorre a plantou) de quem “a Arena é da W Torre”.

Meu Deus do céu... do outro ainda poderíamos compreender, dada a avidez financeira de todo setor imobiliário, como bem sabemos. Mas de um próprio do Palmeiras???? Ah não... esses senhores NÃO NOS PERTENCEM!!! FORA BRUNORO!!!! VÁ LEVANTAR LAGE NO SÍTIO DO TORRE MEU FILHO!!!! VOCÊ E TODA ESSA PORCARIA DE MARKETING TOSCO!!!

Dio mio... como pode? Esses caras não tem noção de um valor de marca? De quanto o Palestra Itália sempre foi a “menina dos olhos” do Palmeirense? Do tamanho do orgulho que sempre tivemos do nosso estádio, da defesa intransigente que sempre fizemos dele, de quanto isso é incorporado em nossa história?

Ah não... os caras querem acabar com o Palmeiras. FORA BRUNORO!!!! FORA BRUNORO!!!! FORA BURRORO!!!! E LEVE O MARKETING JUNTO, PRO DIABOQUEOCARREGUE!!! Gente sem noção que trata o time como apenas um produto... mas um produto NÃO TEM ALMA!!!!

Mesmo que haja cláusulas contratuais que dêem opção de escolha aos parceiros de construção e administração (Wtorre e Allianz), isso deve ficar em segundo plano, a torcida não pode perder sua imagem de “casa”!!! Desobedecer isso é tirar a paixão torcida, afastar quem banca tudo, um tiro no próprio pé!

Sempre fui admirador do Brunoro, desde 93, mas agora deu. Vá embora meu filho... assim que sua multa contratual expirar, espirre. E lembre-se.. O A ARENA SEMPRE SERÁ O NOVO PALESTRA ITÁLIA E ELE SEMPRE FOI E SEMPRE SERÁ NOSSO!!! Quase tocamos fogo nele pra não vê-lo nas mãos de um adversário e não será agora que ficaremos passivos na situação.

E outra... AS CADEIRAS SÃO DO PALMEIRAS!!!! 10.000 do Torre e o restante NOSSO. Cade essa mediação da Getúlio Vargas???? Porque demora tanto? A torcida vem esperando pacientemente, mas paciência tem limites!!! E FORA BRUNORO.

O PALESTRA ITÁLIA É NOSSO
A ARENA É O PALESTRA ITÁLIA
A ARENA É NOSSA, E SEMPRE SERÁ!!!!!