sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Wesleynismo

É aviltante a incapacidade da imprensa em fazer a leitura correta dos fatos, gerando um mar de pessoas mal informadas.

Chegamos às notícias e parece que o torcedor palmeirense é um ingrato, mal agradecido ou coisa do tipo. Dizem que o Wesley veio, se contunidiu e nada mais pode fazer em 2013. Até aí tudo bem.

Voltou em 2014 como “peça fundamental” - segunda a imprensa, mas mesmo assim teria se “irritado” com o Palmeiras que decidiu não renovar o contrato. Lógico, primeiro por condição financeira, depois porque o Wesley foi UMA BOSTA em 2014, um dos principais motivos pelo qual só não fomos rebaixados por ajuda de outros times.

Quem assistiu o Wesley em campo viu. Leão de vestiário e lesma em campo. Não corria NUNCA, só ficava no seu trote irritante e passes pro lado pra fazer número estatístico. Um jogador que aprendeu a lidar com a produtividade da forma mais grotesca possível. Jogava o maior número de partidas possível porque não tínhamos substituto. E pra não ficar fora da titularidade nem pensava em se contundir, muito menos por o pé na jogada. E assim ficamos a um fio de cabelo do terceiro rebaixamento.

É essa postura – que classifico aqui como wesleynismo – que o palmeirense REJEITA veementemente. De jogadores que dão belas entrevistas e depois não se aplicam em campo, estão sempre com a cabeça no dinheiro ou em algo que a diretoria supostamente deveria ter lhes feito, mas não fez. Assim, justificam o andar em campo.

Nojento, asqueroso, aviltante, espúrio, e vamos colocando aí adjetivos. Só que a impren$inha jamais vai criticar jogador. Culpados são sempre os clubes e suas diretorias de “cartolas”que exploram os coitadinhos... VÃO SE FUDER ISSO SIM!!!!!

Existe uma PENCA de jogadores com esse comportamento, Jhonny Walkers com desinteria (se é que me entendem) para o clube, porém incensados pela imprensa. Cara, isso é nojento demais, típico do lambe-saquismo clássico tupiniquim

Fazemos festa hoje pela saída do Wesley. Que seja feliz noutras paragens. E não é pessoal. É contra uma POSTURA. Essa postura citada acima. Isso é TUDO que o Palmeiras não quer. Atletas "banqueiros" que dentro de campo são PURA ENGANAÇÃO. É isso que NUNCA MAIS QUEREMOS. Por mais utópico que seja. Aliás, esperar qualquer mudança positiva nesse país parece utopia mesmo. Vai Wesley. Seja feliz. E nos faça feliz... longe daqui. Obrigado.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Vitória pra embalar

Terceira vitória consecutiva é o que qualquer time precisa pra ter uma semana de treinos calma, antes da próxima rodada. Confiança, tranquilidade. Dá condições pra que o esquema seja ajustado sem pressa,, sem pressão.

E como é que está esse esquema? A zaga parece que continua se firmando. A lateral ainda tem brecha. Lucas pela direita vem evoluindo (recuperando-se da costela fraturada) e João Paulo – substituindo o Zé Roberto – não comprometeu.

Aqui uma observação. O Vitor Luís, revelação do ano passado, joga melhor em sua posição de origem – lateral esquerda – do que como volante, como o Oswaldo costuma escalá-lo. Mas as laterais estão medianas e devem melhorar.

Na guarda o Gabriel continua consistente. Mas tendo o Robinho, que é meia, jogando ao seu lado como 2º volante, fica um pouco sobrecarregado. Eu jogaria o Robinho pra frente deixando o Arouca nessa função, ao lado do Gabriel. Robinho é meia (que ajuda a marcar), não um volante (que apoia).



Na meia, o Dudu oscila um pouco, mas parece um legítimo camisa 7, e isso é típico dessa camisa. Genialidade e inconsistência. Víamos muito isso num tal Animal, que não raro mandava uma no cravo outra na ferradura. Deixa o Dudu ser moleque, tem que ser a alegria em campo.

O Robinho tem um senso tático bem apurado, por isso casa bem com um 7 assim. Nessa é só voltar o Valdívia, ou mesmo em sua ausência mandar o Allione ou o Cleiton Xavier pra “fazer” a 10.

Na frente, o Cristaldo continua comendo seu feijãozinho e guardando os filés, como o 2º gol. Golaço. O primeiro foi puro oportunismo, fundamental aos centroavantes. Esse está sorrindo de lado a lado nessa semana. Merece!

Meu time titular hoje seria Prass, Lucas, Tobio, Victor Hugo e Zé Roberto. Gabriel e Arouca, Robinho Dudu e Valdívia. Cristaldo. Na ausência do Valdívia, Allione, Cleiton Xavier ou Rafael Marques. Ou até mesmo Zé Roberto com o Vitor Luís na lateral esquerda.

Não me convenceu ainda o Allan Patrick. Mas não vamos pegar no pé, ainda há muito chão pra percorrer. Esse é só o começo. Então vamo lá Oswaldão, pau na máquina que é pra encher no fim de semana. VAMOPALMEIRAS!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Pitacos táticos

Vâmo lá fratellada... agora é a hora das conjecturas pós carnavalescas da ressaca. Analisando o que o time apresentou até agora, bem como o que podemos vir a ter:

No ataque, Robinho e Dudu se destacaram. Não seria pensar alto imaginar um meio campo composto por Dudu, Robinho e Valdívia, tendo Cristaldo ou Rafael Marques na frente. Assim

Na defesa:
Tobio e Victor Hugo. Há outras boas opções (Nathan, Jackson, Wellington Victor Ramos – vai do treinador achar os melhores)

Laterais:
Zé Roberto parece certo na esquerda (a não ser que entre o Victor Luís, deslocando-o pro meio)
Lucas ou João Pedro. Aqui ainda há dúvidas, porque o Lucas ainda não jogou 100%, vamos ver.

Na guarda (volância):
Gabriel e Arouca (essa posição de 2ºvolante do Arouca é fundamental pra ligação, que hoje é falha)

No meio-campo, ataque:
Robinho, Valdívia, Dudu e Rafael Marques ou Cristaldo.

O time ficaria:
Prass, Lucas (ou JP), Tobio e Victor Hugo, Gabriel e Arouca, Robinho, Valdívia, Dudu e Cristaldo (ou Rafael Marques).


Agora, com as recentes declarações do Rafael Marques, de que prefere atuar como meia-atacante ao invés de ser “o” centroavante, as coisas mudam um pouco. Na verdade ele teria menos “competição” pela vaga, já que pro meio-campo ofensivo temos várias opções (Valdívia, Dudu, Robinho, Allione, Cleiton Xavier e Allan Patrick). 


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Operacional do Allianz Parque

Assistido a uma recente entrevista do Paulo Nobre, ouvi, do próprio, que o custo de uma partida no Allianz é 700.000. Isso mesmo fratellada, R$700.000. Setecentos mil reais. Tudo bem, entendo estádio novo e tals. Mas pelamordeDeus, gostaria de saber qual a média gasta por outros clubes (do mesmo patamar nosso).

Despender 700.000 pra fazer um jogo é algo impensável há apenas alguns anos. Ou seja, o Allianz Parque é o estádio mais caro operacionalmente do país. E quem paga isso é o Palmeiras.

Outro dado que chateia é ouvir que o espaço pra torcida adversária – por indicação da PM – tem que ser cercado por “tapumes”, grades apenas não adiantariam, que fazem pontos cegos em outros lugares da arquibancada, impedindo-os à venda, assim como outros tantos mil, que a PM também diz que tem que ficar vazios por sergurança.

Cara... QUE CAZZO??? Qual outro estádio do mundo recebe m tratamento desse? E outra: como é que – no projeto – isso não foi pensado e evitado? Como é que o Palmeiras fica com o projeto de um estádio que tem milhares de lugares inutilizados, buracos gigantescos na arquibancada (bombeiro pediu) e um o custo operacional mais caro do país? E ainda não puseram o símbolo!!!! Sem falar nas filas... sou apaixonado pelo nosso estádio, mas convenhamos há problemas que precisam ser equacionados.

Tática da Polícia
O Palmeiras deveria aproveitar o momento para sentar com a PM para tentar traçar um NOVO PLANO DE SEGURANÇA pros jogos do Palmeiras. Se essa INFAME tática de dispersão de tumulto persistir, a escalada de problemas só tenderá a aumentar!

O Palmeiras tem que distribuir material educativo, colocar pessoas mais preparadas pra orientar (até em pontos de furação de fila) e a PM passar da borracha e bomba pra câmera de alta definição e autuação PONTUAL pra abafar conflito. Sem isso, continuaremos na idade da pedra. Ou melhor, da bomba, borracha e gás.

Ingressos
Na mesma entrevista o Nobre assinalou que a intenção do clube seria vender a totalidade dos ingressos via net, esvaziando o quanto possível a venda via sistema antigo (bilheterias físicas). Bem ou mal essa é a tendência... adaptemo-nos.

Campanha Avanti
Já está claro que a força de um time dependerá em grande parte da força de seu programa de sócio torcedor. Então TODO palmeirense consciente deveria considerar essa possibilidade – lógico que os que quase nunca vão aos jogos não precisam disso, mas ainda é a forma de ajuda direta ao time.

Nossa força no programa AVANTI não é apenas um sucesso financeiro, mas algo que desperta inveja e até certa incredulidade em nossos adversários, que admiram a lealdade de uma torcida tão maltratada nos últimos anos. A força de um time está, em grande medida, em sua capacidade financeira. E na paixão de sua torcida.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Aos poucos, confiança.

Esse foi daqueles pra ganhar confiança. Não importa com quem se jogue, 3x0 é um placar especial. O 3 é irrefutável e ainda respeita o adversário. O 0 confirma a superioridade.

Além dos nomes é no entrosamento que se ganha uma partida. Tensão demais causa efeitos precoces. Um pouco de tranquilidade ajuda.



Zé Roberto passou tranquilidade, o Robinho vem se mostrando bem confiável, Cristaldo oportunista, Allan Patrick habilidoso, e o Rafael Marques fez um belo gol. Dudu e Allione ficaram um pouco mais presos na marcação adversária e a defesa, apesar de mostrar qualidade, não pode mais cometer erros de fundamento, senão põe tudo a perder. Apesar disso Gabriel está bem na guarda.

Sou torcedor das antigas e ainda acho que o ideal é encontrar logo o time titular pra entrosar. Mas como nem Valdívia nem Arouca estrearam, mudanças essenciais ainda devem acontecer.

Enquanto isso, o esquema tático vem se mantendo no 4-2-3-1 (que muitas vezes cai pro tradicional 4-4-2 e ainda descamba pro chutão). Não tenha receio de tocar essa bola, não deixe que a ansiedade (compreensível, mas que só atrapalha) da torcida contamine o time. Ninguém vai vaiar o Palmeiras enquanto estiver tocando a bola. O medo dessa vaia se tranforma em chutão. Dane-se a vaia.

Tocar essa bola com calma, segurança e rapidez na hora certa. É rápido! Zás! Não pode telegrafar, não pode dar bandeira. O nosso tá muito cabaço. Precisa de malicia. Os jogadores tem que conversar mais, se entender mais. É na conversa (e na bola) que se entende, Oswaldo!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Quando uma gota de estupidez estraga um barril de boas intenções.

Fratellada, não serei trouxa de ficar aqui exaltando clássico perdido, pelo contrário, vamos corrigir os erros e tocar a bola com calma e rapidez na hora certa. O já foi já foi, mosca de boi.

Afinal, foi um resultado normal dentro do contexto de entrosamento e preparação do time. O Oswaldo precisa dar calma e confiança à equipe isso demora mesmo. A cagada do Victor Hugo saiu daí. Apoiar o moleque é imprescindível para que o elenco ganhe essa confiança.

Precisamos ENTROSAR logo o padrão titular, qualidade HÁ. Vai acontecer galera, acreditem! É só questão de tempo pro Allione entrosar com o Dudu, pro Valdívia voltar, pro Zé cair pela diagonal com segurança na cobertura... pro time conversar mais em campo. Inteligência e malícia.


Educação e despreparo
Saindo por um instante das 4 linhas, a qual sempre abordaremos, comento aqui sobre o que aconteceu fora do estádio. Por estar alí no exato momento. Darei aqui meu testemunho do que vi e presenciei lá na Turiaçú:

eu estava chegando pela Sumaré, minha entrada era na Matarazzo mas gosto passar pela “muvuca” de nossa torcida, é meio que um ritual, pra comprimentar a galera, comprar cerveja e tals.

Pois bem: chegava eu as 16h10 quando um grupo mais a frente de torcedores passou pela polícia que estava alí no começo da rua. Um dos indivíduos (imbecil, diga-se de passagem) passou xingando clamorosamente a polícia, e uma policial feminina que ali estava. O cara definitivamente jamais deveria ter feito uma xaropice dessas. Que idiota, hostilizou gratuita e acintosamente a polícia, pra quê??? Se sentiu corajoso? Fodeu geral.

Mas pior, muito pior, foi a reação desmedida e absurda da polícia que deveria mandar o cidadão circular e ir embora dalí (se o cara permanecesse no local xingando aí sim seria caso pra identificar, e autuar o cara alí mesmo).

Mas é lógico que não. Tal qual sempre faz, sem preparo, armaram as escopetas com bombas de efeito moral (barulho) e gás lacrimogêneo e dispararam em direção aos caras, que seguiam pela Turiaçú!!!! DEUS DO CÉU!!!!

Quem estava desde a parte inicial da rua, que nem havia visto o que tinha acontecido começou a receber bomba e gás na cara, do nada!!!! Só tinha palmeirense cascudo ali, todos já com o sangue já quente... pronto. Começou a voar garrafa na polícia de volta, na hora!!!

Aì pronto. Quem queria que aquilo acontecesse conseguiu o objetivo. Foi garrafa (centenas!) de um lado e bomba, gás e bala de borracha – nessa altura o CHOQUE já havia se integrado à confusão – de outro. 

E no meio desse DESPREPARO CABAL a família palestrina como se estivesse na palestina. Meu, foi dantesco, bizarro, revoltante e tudo mais. É sempre assim: na incapacidade de fazer a coisa certa (identificar e punir efetivamente o responsável pelo início de qualquer conflito, de forma pontual e cirúrgica) a polícia vai lá com sua famosa tática de dispersão e detona geral, explodindo o confronto, ao invés evitá-lo.

Falta educação pro povo e definitivamente uma tática diferente à polícia. Quando você vê criança chorando carregada por um pai passando correndo incrédulo por você, sente  agonia inexplicável pra qualquer um que AME o futebol como nós. PeloAMORDEDEUS... que isso não se repita mais. Façamos nossa parte... educação, educação, educação... inteligência pra saber que uma gota de estupidez apodrece um barril de boas intenções.


PALMEIRAS, tua família te acompanha e evolui com você.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Federação aberta pro mascote do Lula

Fratellada, irmãos de coração. O Palmeiras tem se recuperado maravilhosamente, estando nossa diretoria a fazer aquilo que poucos, mesmo entre os mais otimistas, acreditariam. Uma pleura de reforços, um banquete pro palmeirense se fartar. Agora parece que o Cleiton Xavier também está retornando, muito bom. Podemos até falar “chega” pra não congestionar a situação. Mas tudo bem.

O que vem causando espécie são os rumos que o futebol, o esporte, esse país no geral, vem tomando. Até mesmo lá fora, ao ouvir que massacram até crianças, é muito nefasto, muito desolador. Tá foda.

Mas não podemos ficar na pegada negativa e sim partir à ofensiva! Na boa, de coração e vontade. Esse papo de torcida única por exemplo, é cabuloso demais. Em pleno século XXI, estádios novos tecnologia e o escambau, temos os mesmos problemas.

A punição simplesmente não se aplica. A sociedade cresce a Deus dará e tem que arcar com a consequência. Assim não dá! Tivesse a percepção de punição efetiva, o cidadão se sentiria coibido de praticar o crime, seja um assalto a banco ou uma garrafada dentro do estádio.

Mas não. Desde cerveja que não vendem em estádio e a gente se acostuma com isso! Acaba considerando certo e normal! Cara... em qualquer país minimamente civilizado isso é permitido, como é que a gente pode aceitar nossa “barbarização” sem questioná-la? Sem ao menos propor alguma saída futura? HÁ SOLUÇÕES, cazzo!!!

Agora temos essa situação patética e anacrônica de torcida única e tals. Darei minha opinião: não gosto e nunca gostarei de ver bambi ou gambá em nosso estádio. Seja qual for o resultado da partida, simplesmente me consterna vê-los pisando em nosso solo sagrado. Mas ainda prefiro as pessoas juntas do que isoladas.

É terrível termos a proposta de torcida única, mas não me incomodaria não. Ganharíamos mais e não haveria maiores problemas. Seriam poucos os times aos quais tais medidas seria aplicadas (SP e SCCP) e mais palmeirenses iriam assistir ao jogo (em sua casa) do que deixariam de ir (fora).

Seja como for, o X da questão é a forma como se fez pra esse clássico. A Federação Paulista deixou clarou que fica de 4 pro Curintcha, agora ninguém mais pode negar. O grande gambazão foi lá, expeliu sua inhaca e a Federação deitou no chão de barriga pra cima, chorando e pedindo clemência.

Ok, grande e popular, mascote do Lula e afilhado Global Gambático, o que você disser é ordem. Não quer torcida única? Então tá, pode entrar sua torcida e a do Spyder junto, sem problema. Qê mais? Pó pedir que a mama FPF dá. Pro abençoado “ó time do povo” nada será negado. Assim dizem as escrituras globais.

Pra fechar com chave de ouro, tem gente propondo até fusão de times (pra salvar o futebol brasileiro). No Paraná deu certo, deve funcionar com Bahia e Vitória também. Legal, vai chamar Vahia, o Bahória. VAE BAHÓRIA!!!!. Putza vida, é cada uma....

A situação não té fácil... esse mundo tá indo é pro bueiro fratellada. Vamos acreditar no poder das finanças de nosso prisa, rezar pro São Marcos que, segundo ele, nunca foi santo e vamo que vamo. Só num deixo de acreditar em nosso Palmeiras, o resto a gente toma gelada.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Ingresso caro demais! E as filas continuam, né Torres?

Ô Nobre, dá um desconto aí brow! Tá caro demais o ingresso... e outra, graças ao excelente projeto Torres, o estádio continua com fila pra entrar, fila pra sair, fila pro banheiro e pra comprar comida. Vai pro raio que o parta, Torres!

Sinceramente, pra projetar um estádio em pleno século XXI carregando os problemas do século passado tem que ser muito burro ou sacana (construindo da forma mais barata possível). Mas fazer o que... assinamos com o Diabo, não podemos reclamar do enxofre. O lance é tampar o nariz.

Desculpas aceitas
Quando o cara chega e fala uma pá de asneira na TV a gente senta o verbo. Mas quando, numa atitude rara no jornalismo, o cidadão reconhece a burrice e pede desculpas públicas utilizando o mesmo canal de antes, temos que aceitar.

O tal Sormani percebeu o furo n'água e voltou atrás, pedindo desculpas ao Zé Roberto, que é a quem importa mesmo. Fato passado, ficou a marca de que preleções não são feitas pra agradar jornalista, muito menos “resolver” questão alguma. Acontecem pra motivar o elenco, nas internas e ajudar. Resolução vem sempre de um conjunto de ações e nunca um ato isolado. Valeu a repercussão!

Enquanto isso na RGT 
O desrespeito a quem patrocina no esporte continua, desestimulando absurdamente as empresas que aqui desejam investir. Os caras simplesmente querem tudo pra si. “Compre um pacote de nosso patrocínio, não invista diretamente nos clubes!”

Vergonha, nojo, asco, mercenarismo de uma empresa que age pensando puramente em seus interesses comerciais, independente do quanto isso prejudique – diretamente – os clubes. E o pior, ficar pagando de bonzinho com toneladas de pancake e assistencialismo barato.

Nenhum país do mundo possui um canal com tamanha bocarra, com tanto domínio, influência e controle em tantos setores. Vivemos acondicionados e sob jugo de uma corporação gigantesca, no pior aspecto do capitalismo possível – a acumulação, concentração de dinheiro e poder em uma só mão, a mão Global que doma e conduz (pra onde ela quiser) o populacho dessa nação. Triste...

É ALLIANZ PARQUE!!! Quer saber? Dane-se RGT!!! Dane-se você e sua política maldita de mentiras e de controle. Canalzinho escroto que limita a população à sua baba informativa, mantendo o povo nessa mansidão absurda que nos condiciona eternamente ao terceiro mundismo. Tudo por dinheiro e poder. Malditos os quem assim agem. AQUI É PALMEIRAS!!!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Intelectual de vitrine. Comentarista de balcão.

Detonando no fim de semana e após aparecer na pré-temporada como a grande sensação, o Palmeiras voltou a ser protagonista. Quando poucos acreditavam que pudéssemos dar a volta por cima, mostramos que um pouco de austeridade pode arrumar a casa.

Incrédulos lambedores de saco populista, vários jornalistas torcem e continuarão a torcer contra o Palmeiras, velada mas sistematicamente, apenas porque ir contra o Palmeiras é como ser um Robin Hood das notícias, que está lá pra agradar as camadas menos favorecidas.

Pior que essa imparcialidade disfarçada é a tentativa de alguns jornalistas em – sem nunca ter vivido tal ambiente – avaliar situações que acontecem no vestiário, numa preleção. Pior pra quem assiste, tendo sua opinião moldada de forma torta.

Antes do jogo, tal como dissemos no último post, o Zé Roberto emocionou o elenco batendo no peito do companheiro ao lado pra dizer “Palmeiras é grande!”. E que “quer entrar pra história do clube”. Ninguém precisa de intelectualidade numa hora dessa. Mesmo porque ninguém iria entender porra nenhuma.

Sentimento de verdade é coisa que jornalista só tem por sua família e pela sua conta bancária. O resto é enganação pra vender manchete. Por isso deve ser tão complicado, prum sujeito que fica confinado numa redoma de vidro, conseguir entender a situação.

Um tal de Sormani quis destilar boçalidade na TV. E disse que a preleção foi fraca, pobre intelectualmente. Na boa... cala a boca meu filho. Você não tem ideia do que o Palmeiras passou nas internas. Você nem mesmo imagina como está o astral do elenco pre-temporada. Nem o que o presidente do Palmeiras pediu pra que o Zé fizesse.

Discurso intelectual você faz pro seu chefe, meu filho. Não num vestiário de futebol antes de uma partida. Alí é lugar de emoção, de coração, de sangue pulsando nas veias. Sentimentos que só existem prum jornalista quando a audiência aumenta, independente da asneira que tenho dito, e quantas opiniões tenha mal formado. E assim segue nosso país, em excelentes mãos.

Aos poucos os próprios clubes e suas torcidas já estão criando sua própria MÍDIA, que longe de ser chapa branca e muito mais próxima do cotidiano do time, consegue transmitir sua realidade de forma esclarecedora, abrangente e contextualizada. Mídia de massa sempre vai existir, mas fica cada vez mais confinada em abordagens folclóricas e populares, vendendo pra muitos e não informando ninguém.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Os valores que entram em campo

Na empolgante preleção antes da primeira partida oficial da temporada, quem deu as cartas foi o Zé Roberto.

O cara emocionou a todos ressaltando o espírito de grandeza do clube. “PALMEIRAS É GRANDE”, pediu pra que todos repetissem, batendo no peito do companheiro ao lado. Coisa que só quem passou por uma preleção sabe.

Foi ducaiáio. O início desse resultado já pudemos ver em campo, quando asseguramos a vitória em cima do Audax. Meio-de-campo tranquilo, defesa segura e ataque insinuante. Allione tem vaga. Leandro foi bem e até o Maikon conferiu o seu. Ae sim!

Mas a qualidade do time vai além das preleções. Valdívia, Dudu, Allan Patrick, Rafael Marques, nem estrearam.

Zé, você acertou em cheio meu caro. O Palmeiras é grande. Se te arrepiamos quando cantavávamos “au-au-au, Edmundo é animal” o que virá agora pode ser ainda maior. Sofremos muito nos últimos anos e temos uma paixão engasgada a se manifestar. Amostra disso podes ver no programa Avanti, um assombro de crescimento retratando a paixão do palmeirense.

Palmeiras é grande Zé. Não só por ser levado pela paixão de mais de 10 milhões de pessoas. Mas pela força dos VALORES que nossa bandeira ostenta. Valores de um POVO que veio, transformou e foi tranformado por esse país. Valores de um POVO que não precisa de privilégio nem da pena dos outros. De um POVO que não é elite nem oprimido. De um POVO gente como a gente, classe média trabalhadora, que luta, conquista e faz seu caminho com as próprias mãos. E que tem muito, mas muito orgulho disso.


Essa é a BANDEIRA que vocês levam ao campo cada vez que pisam no gramado com o manto palestrino Zé. São esses VALORES que vocês defendem em cada peleja, cada prélio. E é isso que faz nossa paixão. É isso que nos faz ANIMAIS. É isso que nos faz GRANDES. É isso que nos faz CAMPEÕES.