segunda-feira, 29 de junho de 2015

Palmeiras, finalmente sendo Palmeiras

Por favor, alguém aí me corrija se estiver errado. Mas não lembro de outra ocasião na história dos 2 times em que um tenha enfiado 7 gols no adversário em 2 jogos seguidos.

Foi jogo isolado aquele 3x0, Louis Fabianus? Então leva de 4 agora pra ficar mais isoladinho. A troca de técnico pode ser arriscada, mas parece que a transição foi bem assimilada. Ganhamos na pegada e coesão.

Marcellus bancou muito bem a ausência do Zé e do Cleiton. Menos experiente, só que mais rápido e vertical. Mas a presença deles será fundamental em diversas ocasiões, há muitos esquemas táticos diferentes.


Sejamos coerentes. O Dudu nunca desaprendeu a jogar. O Egídio não foi o melhor lateral esquerdo do brasileiro passado a toa. O Robinho não passa mais que 1 partida apagado. O Cristaldo já está com a confiança lá em cima. Como dizem lá no campo, agora é “firmá no caminho”.

Firma no caminho Palmeiras! Vai que a torcida te leva junto. Os melhores times do campeonato hoje (Atlético-MG e Inter) também compartilham conosco os maiores públicos. Quando a torcida “abraça” o time, o projeto funciona. Teremos 2 jogos em casa nas próximas 3 rodadas pra lotar o estádio. Vitória em clássico assim anima a torcida que é uma beleza.  Essa foi pra embalar!

Fratellada, vamo que vamo!!! O campeonato tá só começando tá tudo embolado ainda. No começo do ano eu acreditava no G4, que é o objetivo principal pelas verbas da Libertadores do ano seguinte. Mas hoje, depois desse chocolate tricolete, o verde fala predomina e a esperança nos faz olhar mais alto. Finalmente, o Palmeiras sendo Palmeiras!

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Alí Babá foi comprar pão e com o troco levou Valdívia

Sempre gostei do futebol do Valdívia. Sempre lamentei sua ausência. Mas agora chega. Com a saída do”Mago” o Palmeiras pode finalmente se organizar em torno de um novo “cérebro” no meio campo.

Pra comprar o Valdívia só árabe mesmo. Tem dinheiro saindo pelo ladrão e pouco, muito pouco futebol. Ou seja: o paraíso pra ele e seu amado papito. Boa sorte, grazie per tutti, vida ganha, sejam felizes.

Agora é o Palmeiras que não precisa de magia, precisa de empenho, trabalho e entrosamento. Não espero grandes atuações agora, mas um esquema que comece e se encaixar.

Paciência, paciência, paciência... é um mantra cansativo. Mas sem ele, vem agitação, ansiedade, precipitação e toda a confusão que os seguem. Como falamos no post passado, não há pra onde correr. Ou melhor, há... pro Allianz Parque torcer. BORAFAMILIA!!!

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Rezar, torcer e trabalhar.

Fratellada, irmãos de coração... o que dizer após mais uma derrota? Vai melhorar. Ah tá... estamos nessa há muito tempo. Mas pelo menos quem assistiu a entrevista do novo treinador (é melhor nem dizer o nome, chama logo tudo de treinador pra não ficar trocando nome a cada 6 meses), viu que ele foi sincero e não poupou o time de observações pontuais sobre os problemas que nos cercam.

Falta de criação é só um detalhe dessa mixórdia (essa é véia), dessa muvuca tática que só termina em chutão. Mas tem coisa boa... o Dudu está empenhado em chamar o jogo. O Rafael Marques pode não ter jogado aquela partida, mas o goleiro adversário também teve trabalho e salvou os caras.


Por mais que a gente reclame e fique inconformado, não há o que fazer agora, além de falar pouco e trabalhar muito. Dá espaço e tempo pro treinador e pronto. Ok, não temos um Dream Team? Mas quantos Campeões precisaram de “Dream Teams” pra sua conquista? Não precisa... precia ter o time suficiente, ajeitado, entrosado, que conversa e se conhece em campo. E pra isso, só mesmo o tempo, infelizmente.

Temos um bom time. Poucos times no Brasil tiveram a chance de montar um elenco novo, quase a dedo. Uma diretoria e comissão técnica vitoriosa. Não adianta nada reclamar. Agora é rezar, torcer e trabalhar. VAMOSPALMEIRAS!!!!!

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Há 20 anos que não tínhamos tanto cacife.

Temos que admitir... há quanto tempo o Palmeiras não tinha investimentos desse quilate? Só nos últimos 15 dias foram 3 contratações: 1 zagueiro e 2 atacantes. E escolhas cautelosas, nada de “oportunidade de ocasião”.

Pois é crianças, assim se faz um time. Com todo respeito, só espero que o atual presidente continue por perto por muitos e muitos anos. Guardadas as proporções, o Paulo Nobre faz o que só a Parmalat fez. Ou o que nem a Parmalat fez, já que a equação das dívidas foi a força propulsora. Já estou com receio de sua saída, pra voltarmos aos Tirones da vida, putza...

Comissão boa, técnico de ponta, diretoria de primeira, mais de 20 e tantos jogadores contratados. Isso é Palmeiras amigos, bala na agulha, força na cilindrada, cavalos de força...

Lucas Barrios é experiente, chega pra ser o finalizador, a peça que faltava no esquema. Nada mal pro Marcelo Oliveira hein, time já entrosado e com reforços. Noel chegou mais cedo pra ele... a torcida que lota e comparece aguarda ansiosa pelo fim de ano...

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Ser Campeão é ver o sorriso divino

Fratellada, hoje abro um espaço excepcional pra fazer uma menção à conquista do título da NBA. O que isso tem a ver com a gente? Há poucos dias comemoramos mais um ano da saída da fila em 1993. Se nosso deserto teve 16 anos, os caras aí de baixo completaram 40 no ano da conquista.

A alegria de uma geração que chega a idade madura sem um título pra comemorar e vê seu time campeão é indescritível. É como se você estivesse esperando na porta de uma tremenda boate por horas, dias, anos a fio e quando ela abre você é o primeiro da fila. Está tudo alí pra você. O mundo é seu. Deus te sorri dizendo: “é isso aí campeão!”

Então, compartilhando e felicitando pelo momento, parabéns aos campeões e essa ensolarada torcida californiana do Golden State Warriors, que esperou, esperou e conquistou. Legítimos CAMPEÕES.

Bom humor, coisa bem feita.
Alegria geral na noite californiana..
Torcida assistindo final pelo telão em casa. Organização é outra coisa...
União da torcida nos jogos em casa fez a diferença.

terça-feira, 16 de junho de 2015

A "real" da grama Torres

A empresa que administra o Allianz Parque chama-se Real Arenas, criada pela Wtorre. Só que essa PORCARIA de empresa deve até as calças e por isso não tem dinheiro pra pagar uma manutenção decente. Por isso o pasto em que jogamos. Simples assim...

NÓS torcedores deveríamos ter o mínimo de coerência e PROTESTAR!!! A gente protesta contra ingresso, contra jogador, contra técnico contra tudo. Mas contra o que realmente devemos, nos calamos!!!

HEI, W SEI LÁ O QUE TORRES!!!! VÁ PRO INFERNO!!!! E LEVE SUA EMPRESINHA MEQUETREFE FALIDA JUNTO!!!!

Antes que qualquer um aqui nascesse, que os pais, que os avós... já existia o Parque Antártica e seu SAGRADO GRAMADO. Aí vem um lixo administrativo e destrói tudo? Vãoprodiaboqueoscarreguem isso sim!!!!

PROTESTO VEEMENTE! Entulham de show e eventos e depois não sabem como (e nem tem dinheiro) pra pagar manutenção!!!!

TORRES:, ou você fica pianinho e cuida muitíssimo bem de seu pote de ouro ou a torcida palmeirense vai ESCULHAMBAR sua imagem. Pode esperar.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Virando o jogo, virando a mesa

Cá estamos nós após mais um jogo cardíaco. Na busca pelo padrão de jogo, saindo de um pra estrear outro comando técnico, o Palmeiras se debate taticamente.

Dudu parece incansável na busca do jogo, mas fica isolado e não produz o que pode. Zé Roberto tem um toque refinado, mas o futebol não está fluindo por ali. O Egídio, que chegou muito bem, não manteve a pegada nesta partida.

Mas vamos às coisas boas: Lucas arrepia pela direita, Gabriel é um volantaço, Rafael Marques tem o faro do gol e Cristado a raça que todo ataque tem que ter. Temos ótimas peças de reposição e só não podemos ter receio de “racha” no elenco por deixar esse ou aquele no banco.

Aí é que o jogador mostra maturidade e profissionalismo. Como faz o Cristaldo por exemplo, que fica na reserva sem criar turbulência alguma. Apenas na rede adversária. Show. Aliás, não é de hoje que vemos jogadores estrangeiros com mais consciência profissional que os brasileiros. Mas isso é outra conversa...


A chegada do no treinador deve ser interessante. Cheio de opções táticas na mão, Marcelo Oliveira tem aquilo que todo treinador deseja: um elenco completo já com algum entrosamento e ainda sendo reforçado, opções à várias posições e afinidade com a diretoria. Tendo tempo pra trabalhar, sem o criticismo (a cornetice) habitual que nos acomete, promete.

Esse time só precisa de tranquilidade. Que talvez seja o mais difícil pra qualquer um. Tem qualidade, tem estrutura, tem respaldo. Só não tem gramado, mas isso a gente dá um jeito. A gente não, a empresa que toma conta e tem que vir a público novamente pra explicar o pasto que nos deixou.

Semana de trabalho intenso pra jogaço no fim de semana, fora de casa. Seja com Oliveira ou Valentim (que tem um aproveitamento excelente), Palmeiras vai como nosso coração. Já não fica no peito mesmo, após cada jogo pula pra fora reclamando excesso de função! VAMOPALMEIRAS!!!!

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Dirigir o Palmeiras é mesmo que dirigir no trânsito de SP

Palmeirenses, fratellada do coração... foi-se o Oliveira 1. Chega o Oliveira 2. A impre$inha, como era de se esperar depois de atiçar a saída de um, critica o “ato precoce” contra o tadinho do ex-treinador. Um dia antes “não era crime nenhum” mandá-lo embora. Hoje, o Palmeiras é vilão. É assim que a canalhice funciona.

Manchetes inúteis aparte (como aquela juquice de dizer que o Marcelo Oliveira estaria “diminuindo” seu salário, quando na verdade ele já não tinha salário nenhum pois havia sido despedido), o importante agora é dar calma e ambiente pro novo treinador.

O objetivo é claro: vaga na Libertadores. Conseguindo isso, fica pro outro ano com o time já desenvolvido e com mais entrosamento. Essa é a lição. Dê-nos a vaga no torneio continental e estaremos nas nuvens. Temos time pra título? Bom, acho que sim, veremos melhor agora.

Seja bem vindo Marcelo. Ao aqui chegar lembre-se que estás n um dos maiores vestibulares do país. Fez sucesso aqui, faz em qualquer lugar. Dirigir o Palmeiras é o mesmo que dirigir no trânsito de São Paulo. Quem consegue fazê-lo, faz em qualquer lugar do mundo.

Oliveira, firme no comando! Cara feia. Simpatia só lá dentro do elenco. Abraça o time fecha contra as ervas daninhas e senta-lhe a enxada. E leve contigo nossa paixão

terça-feira, 9 de junho de 2015

O Firewall da derrota

Sejamos sinceros, vivemos imaginando que agora, com bons jogadores, uma troca de técnico resolveria a situação. Afinal de contas, não nos sobram alternativas! Diretor bão. Torcida parruda, prisa engajado no futs... tem que ser o técnico!

Mas aí é que está... se analisarmos um pouco mais friamente (algo quase impensável ao palmeirense), é notório que a diferença entre os treinadores brasileiros de ponta não é grande coisa. Não há quem desponte na frente com grande qualidade.

Ah, mas Marcelo Oliveira, mas Cuca... na boa galera. Treinadores que conseguem ser campeões por 1 clube (tipo Tite) não me convencem. Podem ter feito um ótimo trabalho, mas nesses casos o sucesso do clube tem mais a ver com outros fatores do que a presença do técnico por si.

A GENTE SE ILUDE achando que algum Cuca ou Marcelo Oliveira da vida podem fazer a diferença. Ainda que essa mudança possa trazer algo novo, está LONGE de ser o principal vetor de mudança que precisamos pra voltar a ser o Palmeiras que briga na parte de cima da tabela.

Nesse quesito, existe algo que praticamente todo time e comissão técnica passam antes das conquistas (salvo exceção de times milionários). É pelo FIREWALL DA DERROTA. A parede de fogo que a comissão técnica se depara ao não alcançar o que o time e a torcida almejam em curto prazo (6 meses/1 ano). Acontece que via de regra as expectativas excedem as possibilidades práticas, por isso a frustração inicial e a parede de fogo, onde tantos e tantos ficam.

Mas quem consegue passar por essa parede de fogo (superar as derrotas e ser bancado pela diretoria), ganha uma grande força. A força que vem da confiança que foi dada ao seu trabalho e a sensação de “obrigação” em retribuí-la, do conhecimento das falhas. Isso envolve time e comissão, que redobram sua dedicação e vêem os resultados positivos começarem a aparecer.

Só que a lógica se inverte, já vivemos isso com o Kleina por exemplo, foi bancado e não adiantou lhufas. E muitas vezes, com o time já formado, um técnico consegue engatilhar um sucesso coletivo que realmente funciona.

Então o que o Palmeiras deve fazer hoje? Não sei... SE conseguir uma opção a um preço dentro dos limites, ok. SE a recisão do Oswaldo não nos custar uma fortuna... SE os jogadores abraçarem a ideia... não é fácil decidir com tantas variáveis envolvidas. Mas a afinidade “Oliveira/Mattos” pode pesar nesse momento.

Mas uma coisa é certa: treinador pra fazer sucesso aqui tem que ser CASCA GROSSA, senão não vai. Assim foi com Filpo Nuñes, com Brandão, com Telê, Minelli (que não foram campeões aqui, mas formaram grandes equipes), Luxemburgo ou Felipão. Técnico macio aqui é cuspido em 6 meses. Então, se formos agir, que seja com essa consciência.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Lá vem mais um, descendo a ladeira...

Não gostamos de troca de treinador. Não queremos troca de treinador. Ms nesse momento em que vemos o time perder de outros com qualidade técnica muito aquém do que formamos pra essa temporada, só um pensamento nos consola: a culpa é do Oswaldo. A culpa tem que ser do Oswaldo.

Essa é a cabeça do torcedor e sinceramente, de qualquer um que invista 45milhones pra montar um time e assistí-lo numa atuação medonha. Não acho que o Oswaldo seja certo ou errado. Sei que resultado a curto prazo é uma ilusnisso rside ão, mas dentro do contexto é difícil segurar. Explode Oswaldão.

O time não tem o mínimo de domínio de meio campo. A defesa se expõe desnecessariamente e o ataque... bem, quisera tivéssemos um. Pra completar, estou pra ver uma partida que consigamos vencer com essa LD Airton. Acelera Airton! Pra fora daqui!...

Que me perdoem os contemporizadores. É lógico que a vontade agora é mandar o Oswaldo pra PQP, na ilusão – a mais vã das ilusões – de que uma troca pode nos livrar de mais um Brasileiro lutando na parte debaixo da tabela. Mas a triste verdade é que nisso reside mais sonho do que verdade prática.

Troca esse meio campo, entra com Robinho e Cleiton, mudando também o ataque com Rafael e Cristaldo ou o recém-contratado Alecsandro. Volta com o Allione, testa o Leandro, faz algo. Só não me peçam paciência...

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Segura o Oswaldo!

AEEEEEE, agora sim!!! Haverá um pouco de paz, uns 2 ou 3 jogos quem sabe... que se forem bem aproveitados podem garantir um ambiente positivo criando um círculo virtuoso. O mais bonito de tudo foi a união do time antes de ir ao vestiário no intervalo.

Vitórias que trazem confiança. Vitórias fora de casa lotam a próxima partida no Allianz, num belo cenário que não fica abaixo dos 30.000 pagantes. E que cenário.

Nessa vitória por 2 lá na Itaquerão, a movimentação fez a diferença. Rafael Marques pode até preferir jogar mais atrás, mas tem faro de gol. Jogando aberto com o Kelvin conseguiu mais espaço. A princípio deixamos o meio aberto e por vezes pareceu vazio mesmo. Mas havia liberdade pros meias subirem, como fez o Zé Roberto no 2º gol.

Mas é entrosamento que conta. Esse ataque que jogou parece reunir uma galera venenosa (Rafa, Kelvin, Zé e Valdívia). Mas como deixar Robinho e Dudu de fora? Bem... o Dudu pode ficar na justiça. O Robinho entrar como coringa, no lugar do Arouca ou do Zé ou mesmo do Valdívia. Cristaldo e Leandro, Mouche e Allione (quando voltarem) entram de acordo com a necessidade.


Com tantas boas opções é compreensível que o treinador custe pra achar a base titular. Mas agora é hora de todos fazermos um "mea culpa" na base do "calma lá, fica aí mais um pouco Oswaldão". Pq quando ganha vira Oswaldão. Quando perde é Oswaldinho.

Continuo acreditando firmemente que agimos de forma precipitada ao exigir sempre resultados a curto prazo, quando todas as evidências no mundo mostram que é a partir da segunda temporada que um elenco/comissão rendem mais e quando há essa separação no meio do caminho, o trajeto até a conquista só fica maior.

Não é fácil ter essa ponderação quando se é bombardeado pela amplificação de emoções feita diariamente pela mídia. Por isso eu digo, fratellada amiga: não entremos de gaiatos no circo de horrores criado pela imprensa. Cultivemos nossos diferenciais de discernimento, análise e percepção, que trazemos desde sempre mas que as vezes ficam submersos na paixão. ISSO É PALMEIRAS!!!! BORA LOTAR O PARQUE!!!