segunda-feira, 15 de junho de 2015

Virando o jogo, virando a mesa

Cá estamos nós após mais um jogo cardíaco. Na busca pelo padrão de jogo, saindo de um pra estrear outro comando técnico, o Palmeiras se debate taticamente.

Dudu parece incansável na busca do jogo, mas fica isolado e não produz o que pode. Zé Roberto tem um toque refinado, mas o futebol não está fluindo por ali. O Egídio, que chegou muito bem, não manteve a pegada nesta partida.

Mas vamos às coisas boas: Lucas arrepia pela direita, Gabriel é um volantaço, Rafael Marques tem o faro do gol e Cristado a raça que todo ataque tem que ter. Temos ótimas peças de reposição e só não podemos ter receio de “racha” no elenco por deixar esse ou aquele no banco.

Aí é que o jogador mostra maturidade e profissionalismo. Como faz o Cristaldo por exemplo, que fica na reserva sem criar turbulência alguma. Apenas na rede adversária. Show. Aliás, não é de hoje que vemos jogadores estrangeiros com mais consciência profissional que os brasileiros. Mas isso é outra conversa...


A chegada do no treinador deve ser interessante. Cheio de opções táticas na mão, Marcelo Oliveira tem aquilo que todo treinador deseja: um elenco completo já com algum entrosamento e ainda sendo reforçado, opções à várias posições e afinidade com a diretoria. Tendo tempo pra trabalhar, sem o criticismo (a cornetice) habitual que nos acomete, promete.

Esse time só precisa de tranquilidade. Que talvez seja o mais difícil pra qualquer um. Tem qualidade, tem estrutura, tem respaldo. Só não tem gramado, mas isso a gente dá um jeito. A gente não, a empresa que toma conta e tem que vir a público novamente pra explicar o pasto que nos deixou.

Semana de trabalho intenso pra jogaço no fim de semana, fora de casa. Seja com Oliveira ou Valentim (que tem um aproveitamento excelente), Palmeiras vai como nosso coração. Já não fica no peito mesmo, após cada jogo pula pra fora reclamando excesso de função! VAMOPALMEIRAS!!!!

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