segunda-feira, 13 de julho de 2015

O Palmeiras pode mais

Tá certo que o empate fora de casa contra um adversário que tinha 100% de rendimento em seu estádio não pode ser considerado ruim. Mas levar o gol de empate aos 44 é de doer em qualquer um.

O problema é que só não levamos mais por contra do Prass, que salvou a defesa inteira. Que aliás, ficou estática em vários momentos. Ou seja, temos banco, mas nem sempre ele funciona.

Parece que ainda falta algo que dê ao time aquela pegada matadora. Talvez seja juventude demais ou sei lá o quê. Mas naquele contra ataque aos 43 poderíamos e deveríamos ter matado o jogo. Não fizemos e perdemos 2 pontos importantíssimos.


Segundo o Marcelo, todas as substituições foram por “cansaço”. Ok, mas mas não funcionou. Andrei Girotto no lugar do Zé não fechou a marcação como poderia. O Kelvin entrou participando mais, só que não. Se acertou uma jogada foi muito. E o João Pedro... bem João... tava no seu pé mas beleza.

Mas como um empate nessa situação não foi um desatsre, vamos que vamos. Só que precisamos de mais “punch” pela vitória, mais sede pela conquista, que ainda está se formando. Futebol muitas vezes não é vencido pelo “melhor em campo” ou o que mais atacou, como fez o Sport e sim por quem consegue aproveitar as oportunidades. Tivemos e não fizemos por isso perecemos.

O Palmeiras já se reencontra com sua grandeza, mas precisa saber reassumir o papel de protagonista e largar o passado pra trás. Dentro das 4 linhas, o Palmeiras pode mais.

8 comentários:

  1. Galluzzi, bom dia!

    Concordo plenamente contigo. Acredito que poderíamos ter saído com um resultado mais positivo se o Palmeiras tivesse priorizado o domínio de bola ao invés dos chutões para qualquer lado. Embora o time estivesse bastante desfalcado, será que o Marcelo não teria conseguido fazer substituições para que o time saísse daquele sufoco com a bola nos pés ao invés de colocar meramente jogadores descansados pelos cansados?

    Abraço!

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    1. Acho que sim Claudio, mas depende de "quao cansados" estavam os que saíram. Pra mim o Leandro fez os gols, ok. Mas depois ficou numa lerdeza que não ligou ataque nenhum. O próprio Zé Roberto achei que demorou a sair, mas conseguimos virar com ele em campo. O que dói é que n partida anterior aconteceu igual... quando o adversário estava vindo pra cima ele colocou o Kelvin e ele ajudou pacas. Nessa não conseguiu. ... não adianta "fechar" uma defesa reserva e não ter finalização pra "matar" a partida no contra ataque. Lição pra aprender. Abs!

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  2. O Kelvin é o típico jogador participativo, mas falta um pouco de técnica, tem momentos que é um pouco afobado, e tem uma nítida deficiência em finalizar, ou seja, não sabe chutar. Mas é bom de elenco, e não devemos esperar que sempre ele mude o jogo quando entrar. Agora sinceramente não gostei nada do tal Leandro Almeida, é muito lento, omisso para um zagueiro, fica assistindo a definição do lance ao invés de agir. O Tóbio era muito mais jogador, não entendi a troca. Regredimos neste ponto específico.

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    1. Concordo PG... e o Leandro ficou emendando o famigerado chutão (ligação direta) que só dá é moral pro adversário... quanto ao Kelvin, não podemos nos dar ao luxo de ter um atacante que não sabe finalizar... fosse na época do Filpo Nuñes ele ficaria chutando umas 100 bolas a gol por treino, até nunca mais jogar 2 pontos na arquibancada. Abs!

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  3. Galluzzi, esse era o jogo para o Cleiton Xavier, estávamos nitidamente sem alguém para organizar o jogo no meio de campo. O que ocorre com esse rapaz que não entra nunca em forma? Ou tem outro problema que desconhecemos? Abraço!!

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    1. Ricardo, o problema se chama o seguinte: lavagem de dinheiro. Os ucranianos, turcos etc. conseguem levar os caras e depois quando voltam tão tudo uma merda. Difícil viu... abs!

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  4. Galluzzi, disse tudo. Filpo Nunes, Oswaldo Brandão, Tele Santana, colocariam o Kelvin durante o resto do semestre chutando até o pé inchar. Mas não deixariam ele sozinho não. Ficariam ao lado do cara buzinando como fazer a cada chute. O cara capricaria só para se livrar do mala na orelha. O exemplo mais contemporâneo foi o Cafu nos bambis, com o Tele no cangote dele. Deu no que deu. Quanto ao Cleyton Xavier pessoal. Esqueçam. É o mesmo final do Daniel Carvalho e Bruno Cezar. Ou pelo motivo dos ucranianos como disse o Galluzzi, ou pelo jogador cujo efeito sanfona esgarçou e não tem mais conserto ou até mesmo pelo DM do Palmeiras que não consegue recuperar estes jogadores. Nunca será titular e no final do ano pega a malinha e vai para um São Caetano da vida.

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    1. KKkkk... São Caetano já é sacanagem... vc vai ver PG, seu Creiton vai entrar nos últimos 15 da 38ª rodada e classificar a gente pra Libertas com um chute de fora... abs!

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