segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Palmeirenses de braços dados

Fratellada, começa o período que define o ano. Que pode levar torcida, jogadores, comissão técnica, diretoria ao céu ou ao inferno. Período de nervosismo, de roer as unhas, de promessas e simpatias.

O mundo atravessa um momento singular onde mudanças maiores parecem se avizinhar, levadas a cabo por uma velocidade vertiginosa de informação e processamento. O futebol reflete o momento, haja vista o que vivemos hoje em relação há 10 anos atrás. Muitas mudanças e algumas certezas.

Estádio novo, várias contratações, excelente patrocínio, bilheterias polpudas e equilíbrio financeiro. Enredo perfeito para uma temporada exitosa. Campeonato Paulista, Brasileiro e Copa do Brasil são disputas acirradas nas quais voltamos a ser protagonistas.

Mas do que adianta ser protagonista se não houver o prêmio final a coroar todo esforço realizado?

Bem... a sabedoria ensina que o prêmio está no próprio esforço e a preparação que vem dele. Inegável, verdade inexorável. Mas fala isso pro coração! Fala isso pro coração que está em estado permanente de hipertensão, que está ali acompanhando, dando show, dando a alma, sofrendo visceralmente, comemorando insanamente...

Ter esperado pela final por um mês pode ser bom pro time treinar. Mas pros nervos da torcida é lacinante. O consumo per capta de calmantes na cidade já bateu seu recorde anual. Ingressos esgotados. Palmeirenses de braços dados. Torcer é fácil. Difícil é explicar o que se passa aqui dentro! À FINAL, PALMEIRAS!!!!

3 comentários:

  1. Mais uma final Galluzzi, haja coração!! Estou nervoso, porém otimista. Esse jogo maluco que o palestra vem praticando pelo menos vem mostrando uma garra que pode ser o diferencial em uma final. E que Jesus nos ajude!!!! Abraço!!!

    ResponderExcluir
  2. Ricardo com certeza vai ser de morrer do coração , ainda mais que o Verdão ultimamente resolve jogar só um tempo, mas vamos estar todos juntos porque esse título já é nosso e os sardinhas com esse clima de já ganhou vão todos morrer na praia, abraço

    ResponderExcluir
  3. Eu tô tipo "nem aí"... sqn! Nervoso bagarái!!!

    ResponderExcluir