terça-feira, 22 de dezembro de 2015

A entrevista do ano

Fratellada, peço POR FAVOR, a quem se intereressa em acompanhar o futebol de maneira SÉRIA, sem palhaçadinha sensacionalista da imprensa que gera as discussões de padaria, que levam do nada a lugar nenhum (e só paga salário de comentarista), OUÇA ESSA ENTREVISTA DO NOSSO GERENTE DEFUTEBOL, CÍCERO SOUZA.

O grau de lucidez que esse profissional mostra, sinceramente, em quase 40 anos de futebol eu pouco vi. Depois de considerar os FATOS que ele coloca, é impossível continuar a julgar da forma tosca e precipitada que temos feito (segundo suas próprias e extremamente lúcidas palavras “mediocridade de avaliação”!). Não se desculpe por elas! Temos é que saber processar isso sem recalque!

Frases lapidares:
O povo brasileiro não valoriza a educação.
Nós somos individualistas e o futebol esta inserido nessa realidade.

Cíção. Obrigado pela lição. É desse tipo de profissional – mais técnico e menos político – que precisamos cada vez mais. O grau de EXCELÊNCIA ADMINISTRATIVA que essa diretoria está tentando implementar no Palmeiras, Oxalá seja de forma permanente!!! Mais Cícero de Souza, por favor!!! APLAUSOS!!!! APLAUSOS MÚLTIPLOS!!!!

PALMEIRENSE, OUÇA ESSA ENTREVISTA E DEIXE O PENSAMENTO RASO PRA TRÁS! 2016 É GIGANTE!!!!

Cleiton Xavier é nosso 10
Excelente a declaração do Nobre falando que o clube deve apostar no Cleiton Xavier pracompor o meio-campo ofensivo. É mais do que óbvio que depois de gastar tanto com o jogador, o mínimo que o clube pode fazer é tentar valeu seu investimento. E ao torcedor, que relaxe a paranóia por “camarões”, pois o custo disso pode desandar um caldo que ainda vai engrossar. Acredita Palmeirense, e saia do pensamento mediano comum!

Edu Dracena
Apesar de ser ex-gambá, é um jogador aplicado, taticamente eficiente e experiente. Não sei exatamente se é o zagueiro "dos sonhos", mas a verdade é que poucos tem "sonhado" atualmente, sendo preferível manter os pés no chão. De toda forma, que seja bem vindo!

Libertadores 
Nosso grupo não é dos mais fáceis nem tão complicado assim, uma vez que o Rosário Central não é lá dos maiores expoentes argentinos e o River Plate é o genérico uruguaio. Universidade do Chile é melhorzinho e o Nacional do Uruguai, cabeça de chave, também pode dificultar.

Quem conhece a Libertadores sabe da importância de se classificar bem, pois essa classificação determina o mando de campo até a final. É nisso que precisamos estar atentos. A pegada vem desde o início.


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