segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

O MELHOR DE 2015

Fratellada, irmãos de coração. 2015 não foi um ano fácil. 2014 também não havia sido. A bem da verdade há um bom tempo estamos – em nível mundial – numa época sujeita a forte turbulência.

Aqui no Palmeiras, vivemos uma época de esperança e renovação. 2014 ainda comemos o pão que o diabo amassou. Mas – promessa cumprida por nosso prisa – disputamos 2015 pra vencer em todos os 3 campeonatos disputados (Paulista, Brasileiro e Copa). E tivemos o doce sabor da vitória ao fim da temporada, que nos deu esperança e perspectiva renovada pra 2016!

Fazendo um rápido retrospecto, lembramos aqui o que de melhor nos aconteceu neste ano de 2015, agradecendo à Vitória e se comprometendo com mais dedicação em 2016! JUNTOS, PALMEIRAS!!!

GOLAÇO DO ROBINHO EM CIMA DA BIBACÊNICA
Daqueles lances pra sair do estádio e pagar novamente o ingresso, daqueles que jamais serão esquecidos por que viu ao vivo ou mesmo via TV, rádio o que for. Matando a bola no peito e emendando um chutaço do meio de campo encaixado perfeitamente no ângulo, sem chance pro pobre arqueiro já em sua fase pochete. O cartão de boas-vindas à temporada.


ELIMINAÇÃO DA GAMBAZADA EM PLENA ARENA GLOBELEZA
Apesar do início de temporada promissor, os clássicos foram recheados de tensão haja vista a confiança ainda diminuta, de um time recém-formado. Assim fomos à semi-final contra o SCCP, decidindo na casa adversária... que se transformou em salão de festas palmeirense depois de uma cobrança de penais eletrizante, onde saímos na desvantagem e conseguimos reverter no final. Assim começamos a retomar confiança.



FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA
Assim, ainda em formação o Palmeiras chegou logo à final do primeiro campeonato da temporada e embora tenha deixado a vitória escapar, deu sinais de um time brigador, que daria trabalho aos rivais no restante da temporada – e assim foi

CONTRATAÇÃO DA NOVA COMISSÃO TÉCNICA
Oswaldo não resiste a derrota no Paulista e a diretoria vai atrás da comissão técnica desejada por qualquer clube do país, a badalada e vitoriosa dupla Marcelo Oliveira – Alexandre Mattos, vinda de excelentes resultados junto ao Cruzeiro.



VENCENDO CLÁSSICOS
A expressão “time dos grandes jogos” foi trabalhada especificamente no decorrer da temporada, na medida em que o time fazia grandes apresentações em clássicos com menor eficiência contra equipes médias – o que nos custou posições no campeonato brasileiro. A posição na tabela era relevada perante boas vitórias em clássicos ainda que denotasse a inconstância da equipe e pouca definição em seu padrão de jogo – justificado pela comissão técnica pelas substituições devido a contusões (principalmente Arouca e Gabriel).

UM CALDEIRÃO CHAMADO ALLIANZ
Enquanto tropeçávamos no Brasileiro após um bom início, na Copa do Brasil fizemos valer a força da Aliança. Estádio – Torcida – Time fizeram uma conjunção que fez jus à marca que o nomeia – o Allianz Parque se tornou um pesadelo aos adversários que lá foram para partidas decisivas.

Nelas, a torcida não apenas compareceu. Ela foi fator preponderante em nossas vitórias. Seja pela nova configuração do estádio ou pelo coração palmeirense, o Allianz Parque foi um verdadeiro CALDEIRÃO FERVENTE de causar orgulho às mais exigentes gerações palestrinas. Emocionante foi pouco.
 
OS DESTAQUES - GABRIEL JESUS, DUDU, FERNANDO PRASS
Além de outros destaques individuais, 3 deles podem considerar 2015 como um dos melhores (senão o melhor) de suas carreiras:

Gabriel Jesus, prata que há muito não tínhamos, foi pedido pela torcida antes mesmo de ser titular. Quem não se lembra do "Gabrieeeel, Gabrieeeel" do Oswaldo Oliveira, raclamando de tanto que o pediam. Pois é. Quando entrou, arrebentou e foi destaque do campeonato.

Dudu ganhou o carinho da torcida por ser pura emoção e dedicação. Esteve apagado no início da temporada mas com Marcelo Oliveira ganhou espaço e futebol. Arrebentou na garra, no talento e na emoção. Não se trata de "substituir Edmundo", mas honrar a camisa 7 como ele fez. E assim o Dudu corresponde, decisivo que foi em nosso tri-campeonato.

Fernando Prass é daquelas surpresas nem tão surpresas, pois sabíamos de sua qualidade. Só não esperávamos que num time conhecido por ser tão exigente - ainda mais quanto a quem veste o manto que um dia São Marcos usou - o ex-goleiro vascaíno fosse se adaptar tão esplendidamente, fazendo daqueles que podem ser seus últimos anos de carreira (já tem 37), seu apogeu! Profissional, sério, centrado, uma referência e segurança aos demais, outra figura decisiva em nosso tri-campeonato.


TIME COPEIRO – TRI-CAMPEONATO DA COPA DO BRASIL
Se no início da temporada ficcamos com o espinho do vice-campeonato Paulista, ao seu fim pudemos tirá-lo jogando de volta ao mar de onde veio. Tendo em vista uma dificultosa situação no Brasileiro o time dedicou-se à Copa do Brasil, torneio que garante vaga direta à Libertadores – o objetivo do início de temporada.

Após vitórias contra times importantes nas oitavas, quartas e semi-finais (Cruzeiro, Internacional e Fluminense), partimos à final justamente contra quem havia nos tirado a vitória no Paulista: o badalado e queridinho da mídia, Santos. O Santos dos melhores passes. Do ataque encantado, do meio-campo seleção. Que nos provocou. E que nos deu tempo pra treinar... virar o placar e vencer!

Em sua primeira decisão, o Allianz Parque ferveu, empolgou e emocionou numa disputa final que ficará marcada à história e nas mentes de milhões de palmeirenses como um dos dias mais felizes de suas vidas.


Assim foi o ano de 2015. Uma verdadeira montanha russa emocional onde conseguimos superar os principais obstáculos que surgiram e cumprir a meta inicial – um título e classificação à Libertadores. Mas o mais importante talvez nem seja isso, e sim a CONFIANÇA ao clube que buscava um alicerce pra se firmar e hoje tem na busca por EXCELÊNCIA administrativa, a base, o modus operandi padrão para futuras diretorias e futuras conquistas. E assim começa 2016.


6 comentários:

  1. Esse ano pra mim, superou todas as expectativas, a despeito do ano passado. De quase vítimas de mais um rebaixamento para campeão da copa do Brasil e contratações que por bem, fizeram a diferença. Temos mais um ano com o PN pela frente, agradeço por ser ele o atual presidente e até agora demonstrou ser digno de nosso respeito e carinho. Vou continuar observando-o com olhos críticos, mas pra mim, ele já tem saldo positivo.
    Bom resumo do ano que passamos e espero comemorar com vocês mais um ou dois títulos o ano que vem.

    Abração à fratellada!!! rsrs

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    1. Claudião, a bem da verdade eu até esperava o time com um padrão mais encaixado, um meio-de-campo mais ativo, uma defesa menos exposta. Mas, considerando as dificuldades, tivemos êxito. Agora é trabalhar com o que não tínhamos há anos. Confiança. Valeu, abs!!!

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  2. Galluzzi, com esse tripé que você citou (estádio-torcida-time), vai se difícil alguém nos vencer em casa. Se melhorarmos a performance fora, o que eu acredito que deve ocorrer com a tranqüilidade e confiança que o título nos trouxe, seremos sim sérios candidatos a muitas alegrias em 2016. Lógico que a imprensa vai jogar contra como sempre, com "noticias" como o mimimi do patrocinador... Lamentável a tentativa de tumultuar desses pseudo-jornalistas. Abraço a você e a todos os irmãos palmeirenses, e que venha 2016!!! Meu palmeiras, meu palmeiras, meu palmeeiras!!!!

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    1. A imprensa faz o que sempre fez Ricardo. Vender antes de informar. A nós, cabe o discernimento. Isso acaba num conflito em que carros de emissoras mal conseguem chegar ao estádio, tem que entrar meio na surdina pra não acabarem virados... que nem o Cléber Machado que nem chegou ao estádio qd reconheceram a charanga! Sacanagem com o Galvão Cover... a culpa não é dele que a Globo financie o curintcha. rss... abs!

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  3. O caminho é esse mesmo Galluzzi. Agora é momento dos clubes engrossarem o caldo quanto a estupidez da cota da RGT. O PN teria um peso decisivo e puxaria outros tambem. Assim ele estaria fazendo um outro bem, e muito maior ao Palmeiras.

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    1. É PG, mas isso é impossível quando se recebe 80milão da coorporação. Até nessa Liga (que ninguém sabe o que vai disputar) já tem briga. Esse país é foda, ninguém se entende e só age em benefício próprio, ô desgraça... abs.

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