terça-feira, 16 de agosto de 2016

Racismo e nazismo

O cidadão escorrega na latrina e cai de boca na sujeira, proferindo o maldito "macaco!" para outro cidadão que, sinceramente, nunca viu na vida. Não é o que o famigerado torcedor realmente pensa, foi uma catarrada verbal. 

Mas essa catarrada vem de um pulmão infectado pelo vírus do racismo, que ainda encontra guarida em mentes poluídas de quem se pretende superior ou pior, puro. É a pura estupidez em sua mais pura idiotice. O mentecapto que proferiu a infâmia poderia mesmo ser retribuído com uma saudação nazista, bem mais próxima do seu padrão ideológico.  Estamos todos na mesma selva, buana...


A importância do título
É fundamental ressaltar a importância desse título para consolidação do modelo de excelência que vem sendo adotado pela atual diretoria, com equipes profissionais em todas as especialidades – com destaque às análises pré-contratação – além de uma estrutura topo de linha pra preparação física desde a base ao profissional.

Esse trabalho vem dando ótimos resultados, não podemos regredir ao passado confuso e atrapalhado que nos atormentou por tanto tempo.

Sinceramente, tenho ascendência e tals. Mas reconheço que a italianada sangue quente mete os pés pelas mãos e, a despeito de uma competência fenomenal em manter-se com estilo, muitas vezes bota tudo a perder com vaidades e desavenças ginasiais. A solução é mesmo escolher os melhores profissionais e a eles oferecer os melhores recursos. O resto é série B.


Haja motivação...
A verdade é que a conquista de um título é desejada pela torcida, mas é só um pano de fundo para atletas que tem como objetivo conseguir uma boa transferência ao exterior, de preferência ao sonho dourado europeu. Fato inexorável.

Quando um time monta um elenco recheado pra aguentar bem uma competição como o brasileiro (mais Copa do Brasil) e não decair de desempenho nas corriqueiras contusões, suspensões ou convocações (tivemos todas!), tem que ficar rebolando pra “motivar” jogadores que supostamente ficam descontentes na reserva...

E como se não bastasse, ao segurar seus talentos pra conquistar aquilo que realmente importa ao torcedor – o título – tem que agir novamente pra “motivar” o jogador a ficar e continuar jogando bem, isso quando tem cacife pra pagar a brincadeira, lógico. Se não não, é taxado de time limitado, ou que cedeu ao desmanche. E é lógico, a culpa é sempre do mal administrado clube...


A destreza do Cuca
Entrar com o Moisés como 2º volante/ meia (uma das melhores contratações)
Colocar o Dudu como capitão (deu a confiança que ele precisava).
Conversar com jogadores que receberam propostas pra manter a motivação.

Resolver a finalização do Roger Guedes é questão de tempo.

O Palmeiras inovou jogando com só 1 volante (pouco observado pela imprensa), o que por vezes até sobrecarrega o Moisés, mas é um esquema de jogo que há décadas não tínhamos.

Agora encaixou com o Thiago Santos e o Tchetchê, liberando o Moisés pra meia ofensivo, que ainda assim auxilia na marcação liberando Dudu, Roger e Erik (ou Gabriel) pra frente. E finalmente o Cleiton entra pra resolver.


Nossa espinha dorsal passa por Victor Hugo, Jean, Tchetchê, Moisés e Dudu. Mas a verdadeira força vem da qualidade na reposição de jogadores. Mérito de uma diretoria que soube contratar e melhor, soube manter... o que as vezes é ainda mais difícil.

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