segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Voltando à realidade

Acabou Copa, Olimpíada e o mito do pré-sal. A marolinha do Lula levou a Dilma e o PT embora e hoje o Brasil encara realidade. Somos nós que devemos caminhar ao futuro e não o contrário. E há muito o que ser feito...

O preâmbulo político serve apenas para mostrar o momento, o timming em que estamos agora, dentro de um contexto maior, onde mudanças estão vindo pra ficar. E nenhum time passou por tanta mudança no últimos anos quanto o Palmeiras.

Na partida de ontem contra a Ponte Preta ainda vimos a velho desentrosamento, de um time que ainda busca padrão. Nosso problema não foi no meio-campo, onde dominamos amplamente, mas no ataque e principalmente na defesa.

Na ausência do Gabriel, tentamos alternativas interessantes. O Rafael Marques por exemplo, finalmente deslocado ao ataque, conseguiu mais resultado do que lá atrás no meio-campo. Ainda assim Roger e Dudu parecem se procurar sem necessariamente se achar.

Fora isso, temos uma disposição além da conta dos defensores, que sabem que o adversário só joga em nossa casa explorando o ataque e mesmo assim sobem imprudentemente ao ataque, desguarnecendo seu setor de origem.

À nossa defesa deveria ser levada uma placa: “Melhor não sofrer gols do que não marcá-los. O ataque é pago pra isso.”


O Brasil hoje talvez se enxergue um pouco diferente do que há anos atrás. Talvez essa visão mais madura nos ajude a caminhar para aquele futuro cantado em verso e prosa, ao invés de ficarmos a mercê do “vida leva eu”.

Assim mudou o Palmeiras, com um time capaz de superar dificuldades com uma força que há muito não tínhamos. Volta o futebol, volta a vida, volta Jesus, com um inédito ouro no peito e um contrato já assinado. Parabéns Jesus, você merece moleque!!!! Olha lá, nosso campeão voltou! Que volte o encanto.

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