quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Campo de guerra!

Me digam como é que podemos jogar nosso futebol com o campo nesse estado? Isso é campo de guerra! O jogo de ontem foi perdido no detalhe, mas a impressão é que o time realmente abdicou do torneio pra concentrar forças no brasileiro.

Pela primeira vez pioramos no segundo tempo depois de uma expulsão completamente desnecessária do Allione. Nem as substituições ajudaram. Depois do gol recuamos demais na clássica espera pelo contra ataque e dançamos.

Barrios jogou bem, a dupla de zagueiros e mesmo as laterais. Quando o Jean e o Zé entraram pensei que a fatura estivesse liquidada. Mas a fragilidade se instalou e o gol foi uma consequência desse recuo excessivo.

Sem desculpas agora pra falta de motivação, o time parte pra domingo com um só FOCO. A lamentar apenas nosso palco, detonado por uma utilização irresponsável de um gramado cuidado a tanto custo.

Seja como for, aconselho que ninguém deixe de assistir as rodadas finais do campeonato, que podem consagrar um elenco e representar o Gran Finale de um grandioso atacante aqui formado. Jesus neles! E Palmeiras na cabeça!

6 comentários:

  1. Fala Galluzzi!!! Blz? Depois de um tempo estou de volta.

    É, o Allione defecou no poste mesmo, mas faz parte, todos erramos. Pelo menos não podemos dizer que ele não jogou com raça. :P
    Acho que o Palmeiras abdicou de certa forma da Copa do Brasil, embora, mesmo com o time reserva, teríamos condições de ganhá-lo.
    Tire-me uma dúvida, é impressão minha ou o CX desaprendeu a jogar?
    Pergunto, pois não sei se estou conseguindo somente enxergar as jogadas péssimas dele, com raros lampejos durante os jogos ou se ele está (é) ruim mesmo.

    Abração!

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    1. Fala Claudião, beleza? Fratello, respondo sua pergunta com outra... é impressão minha ou nossa expectativa em cima do Xavier sempre foi além do real? Sei lá viu.. acho que se houver lampejo já está ótimo. Abs!

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  2. Galluzzi, ontem o Cuca acertou em escalar o time reserva, até porque o elenco do Palmeiras é numeroso e tem qualidade justamente prevendo esses tipos de jogos. A imprensa coloca isso de maneira jocosa e da a entender que o Palmeiras agiu errado e não deveria priorizar um campeonato. Mas quando comparam com os grandes europeus a mídia não diz que esses clubes fazem exatamente o que o Palmeiras fez ontem. Qual a razão então de ter um elenco numeroso?
    Quanto ao jogo tava tudo muito bem encaminhado até a malfadada expulsão. Mas ai veio o erro do Cuca, pois perdendo Allione que junto com o CX faziam a armação, ele tirou o CX e colocou outro atacante e ficamos com 2 marcadores no meio Gabriel e T.Santos e 3 atacantes na frente Jesus, Barrios e Erick, sem armadores. Perdeu o meio e tomamos o gol. Ai precisou queimar a ultima substituição para corrigir e colocar o Zé Roberto. Mas ai ja era pois perdemos em qualidade e quantidade no meio. O Zé teria que ter entrado no momento da primeira troca no lugar do Barrios e ficar junto com CX e com Jesus na frente. E depois até teríamos a opção caso tomássemos o gol, de tirar um dos dois volantes e colocar o Erick junto com Jesus. Pois teríamos poder fogo na frente e armação.
    Agora foco total na BR-16 falta pouco.

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    1. PG, a imprensa que cale a boca pois a opinião deles é distorcida pela necessidade de ter um produto (campeonatos) bom pra vender. Logicamente qqer disposição que vá contra essa realidade será atacada, sem a menor consideração. Quanto o jogo, tenho a impressão que o Thiago Martins deve ter ouvido bem mais do que comemoração e elogios quando fizeram aquele bololô em cima dele depois do gol... capice? Abs.

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  3. Olá, creio que a questão do campo terá novidades para 2017 por dois motivos. Um deles é muito provável, pois acho que o novo presidente vai ter um relacionamento diferente com a W. Torre e ai as coisas podem melhorar quanto à marcação de shows. Lógico que as datas são negociadas com as bandas e a agenda tem que bater, mas com um pouco de boa vontade, basta a W. Torre se basear nas tabelas dos campeonatos e tentar fechar shows nos dias disponíveis, ou seja, quando o Palmeiras jogar fora de São Paulo. O outro ponto, trata-se da falta de experiência em gerir algo que é novo no país, afinal as arenas surgiram nos dois últimos anos e antes não tínhamos especialistas neste tema. A cada ano, surgem mais profissionais, a expertise vai se aprimorando e acima de tudo, basta entender como certos assuntos são tratados em arenas fora do Brasil e trazer estas ideias para cá. O meu exemplo, sabendo que trata-se de grama artificial - o que não temos no Allianz - é o caso da NFL nas finais nos EUA. Todo jogo tem um show no intervalo no meio do campo e quando os jogadores voltam, parece que nada aconteceu!!! Que os gestores descubram opções para que ocorram shows na arena na sexta-feira e no sábado e o Palmeiras possa jogar na quinta-feira, cinco dias depois, sem que o time sofra com a condição do gramado.
    Abraço.

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    1. Fala Marcelo! Cara, sinceramente gostaria de ter seu otimismo no que tange as intenções do sr. Torre. Ainda mais agora depois de ter perdido as cadeiras, o que eles puderem marcar de shows, evento e o que for, farão. Nesse ponto não há absolutamente nada de boa vontade, apenas interesse financeiro. E eles tem esse direito. Quanto ao expertise, veja essa matéria:

      http://globoesporte.globo.com/pr/futebol/times/atletico-pr/noticia/2015/07/sonho-do-atletico-pr-grama-sintetica-reduz-despesas-mas-e-alvo-de-criticas.html

      Aqui você vê que a grama sintética é alvo de críticas de jogadores e técnicos, que dizem inclusive que passa a favorecer o jogo de força em lugar do toque de bola. Mas não sei se é melhor ficar com grama ou apostar em alguma nova tecnologia sintética, porque não há grama no universo que suporte a carga de shows que sempre haverá no Allianz. Mas se for colocar algo sintético, tem que ser o TOP do TOP, pra não prejudicar a força de jogo que temos dentro de nossa própria casa. Valeu, abs!

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