terça-feira, 8 de novembro de 2016

Cheirinho de óleo Lubraxx queimado

Fratellada, temos aqui 10 dias pra destilar o verbo antes da próxima partida e gostaria de iniciá-los por um tema profilático, para limparmos um pouco as besteiras que são proferidas parcialmente por alguns por aí.

Zapeando ontem a TV tive o desprazer de assistir alguns segundos de um tal Mauro sei lá o quê, flamenguista de carteirinha que, já tendo visto sua chance de título reduzida a fumaça de óleo Lubraxx, apela pra depreciação do futebol do melhor time na tabela, como se os que tivessem menos pontos fossem melhores.

A trágica leitura parcial de alguns jornalistas além de patética é prejudicial à correta compreensão dos fatos. Campeonato de pontos corridos não é momento, mas constância. É isso que o Palmeiras soube fazer, como ninguém.

Além disso, a defesa. Fator fundamental para qualquer um que almeje o título, frequentemente negligenciado por comentaristas ávidos por “bola na rede”. Dessa forma, distorcem a boa interpretação do esporte, que não é só ataque, apesar da ânsia midiática por emoção.

Finalizando, é triste ver a audiência açoitada por tanta parcialidade mascarada, capaz de ignorar números óbvios: o Palmeiras tem mais vitórias, menos derrotas, mais gols pró e maior saldo de gols do que todos os adversários, perdendo por apenas um gol a liderança também nos gols sofridos.

Se hoje o futebol passa por uma renovação (e o Cuca faz parte dela!) é em grande medida por contraponto a uma cultura futebolística que se apegou a certezas de um passado vitorioso, dando pouco espaço para inovações, quase impossíveis de praticar num ambiente onde após 3 derrotas o técnico é demitido.

O Palmeiras inovou taticamente puxando um meia pra volância (dupla Tchetchê/ Moisés). Estruturou uma defesa pra lá de compacta com 4 jogadores de alto nível. Ofereceu opções às laterais de forma a aproveitar a versatilidade de jogadores como Zé Roberto e Jean. Conseguiu segurar sua principal revelação mesmo após a venda, num ato que embora até possa ser questionado, marcou definitivamente a disposição do clube em colocar o CAMPEONATO e não suas finanças (como o Santos teve que fazer ao liberar seu atacante no meio do torneio) acima de tudo. E hoje colhe frutos disso.

Mas como urubú gosta mesmo é do que podre (além de patrocínio estatal), esses frutos lhes devem ser bem amargos... cheirinho de carniça e óleo Lubraxx queimado.

8 comentários:

  1. Galluzzi amigo, venho falando aqui do Mauro a tempos, inclusive ele me bloqueou no twitter, quando outros foram campeões nunca se falou de jogo vistoso, agora querem questionar isso....Como se questiona o time que esta a mais de 20 rodadas na liderança?? melhor ataque, uma das melhores defesas, os números não metem. Isso é torcedor com microfone, Cereto do sportv não fica pra trás, ele mudou de opinião de umas rodadas pra ca por causa da pressão do torcida do Palmeiras em todo lugar, o medo fez ele baixar a bola. mas são 2 ridículos que não merecem estar com microfone nas mãos. Abração
    #segueolidercampeao2016

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    1. Caríssimo Mineiro, sugiro que a gente institua o prêmio CHICO LANG - Comentarista Mais Comédia da TV - concedendo a primeira láurea ao prestigioso urubu em questão. Por sua capacidade dissimulada de se comunicar exclusivamente com seu nicho de torcida e ali garantir seu sustento, distorcendo os fatos e a formação de uma boa compreensão da realidade... VAI QUE É SUA MAURUBÚ!!!!

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  2. Galluzzi, parabéns por mais uma vez proporcionar uma tese perfeita sobre esta mídia marron.
    Avante Palestra.

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  3. Quem é Mauro César?

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  4. Galluzzi, dizer o que dessa midia esportiva que adora depreciar o Palmeiras desde sempre. Você sintoniza radio, tv, acessa internet e ouve, assiste e lê cada asneira, é digno de pena. Não basta criticar o futebol jogado, ainda tem que dizer que o Palmeiras é beneficiado a mando do Marco Polo Del Nero... Dou risada pq qto mais depreciam mais títulos ganhamos e unidos ficamos! E fica o meu agradecimento a você e as demais mídias independentes.

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    1. O que dizer Caio? Canais próprios de comunicação devem se fortalecer, a fim de oferecer uma opção mais consistente à mídia de massa, que rasteja por audiência. Como falamos alguns posts atrás, "não nos elogiem... nos provoquem!". Abs!!!

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