domingo, 22 de janeiro de 2017

Prevalece a solidariedade

Na primeira partida “oficial” da equipe na temporada 2017, nenhum jogador se destacou muito. Não era a intenção, prevalecia a solidariedade que o placar final bem representou.

As homenagens ao pessoal da Chapecoense ainda reverberam forte em cenas de grande comoção, capazes de por abaixo qualquer ímpeto de maior competitividade. Dessa forma vimos um esboço do que o treinador Eduardo Batista pode fazer ao time. Além é claro, da cabeleira Platinum do Roger Guedes.

Mas falando do que interessa, pudemos notar falhas pontuais em nossa defesa, normais nessa situação. Mas vimos também velhos problemas, como falhas na lateral esquerda e ligação falha no meio campo gerando chutes “ligação direta”.


Nesse caldo desponta o golaço do Vitinho, ainda magriça demais pra despertar o interesse dos abutres, tal como o Mina já despertou no “clube desejo universal” Barcelona... maledettos, rebate essa proposta aí Mattos!

Ainda na incerteza do que efetivamente teremos pra temporada, vi um Felipe Melo realmente voluntarioso, o Keno com uma visão ousada, boa movimentação do Hyoran, disposição do Erik (mais disposição do que técnica, mas ok). Não é hora de citar “elos fracos”, melhor esperar o tempo e o futebol.

100 milhões de abraços Chapecoense, que nossa amizade fique eternizada nessa bela lembrança estampada que uniu 2 símbolos sob a mesma camisa. Das mesmas cores, dos mesmos valores, amigos para sempre!

4 comentários:

  1. Galluzzi,
    Este amistoso valeu pelo que o momento representava. O empate ficou de bom tamanho pelo evento. Qualquer time brasileiro daria tudo para estar no lugar do Palmeiras na Arena Conda no sábado passado. A mídia em geral e a rgt, em particular, preferiam que fosse o Flamengo ou o Corinthians o adversário da CHAPE mas tiveram que engolir mais está.
    Quanto ao jogo em si, serviu apenas para mostrar que precisamos de um 9 pra ontem. O Alecsandro eh uma bananeira que já deu cacho.
    No post anterior você me perguntou se eu achava o Eduardo Baptista melhor que o Gilson Kleina na época. Te respondo que não. Já disse e repito que o Eduardo Baptista não tem currículo pra treinar o Palmeiras.
    Abracos

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    1. Podes crer Ítalo! Enquanto uns circulavam pelo É Flórida Cup nós fazíamos história. Quanto ao Eduardo Baptista, concordo plenamente... encarar uma Libertadores sem nem mesmo um título "major" no currículo é piada... pra isso teria ficado Valentim + Cuquinha. De toda forma, vamos ver o que o filho do Nelson consegue... abs!!!

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  2. Galluzzi,
    Será que esse Antonio Carlos (zagueiro), é tão melhor que as opções da casa que foram emprestados? Ou só veio por ser amiguinho do Batista na Ponte?
    Lamentável, se realmente houve, o distanciamento entre o PN e o Galioti. Só temos a perder.

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  3. Fala Camilo! Cara, acho que o título da coluna posterior a esta já eslarece a situação... quanto ao distanciamento, mais que lamentável é uma tremenda INGRATIDÃO que deixa claro a lógica arcaica voltando a reinar de forma retumbante no exato instante que o Nobre passou o comando à frente. Deplorável!!! Ficar a mercê de grupos que se recusam a largar o osso e outros que misturam patrocínio esportivo com influência política é vexaminoso... abs.

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