quarta-feira, 15 de março de 2017

Bem, inimigos

Como não assisto a essa coisa televisiva, só vi ontem, a duras penas, algumas passagem do programa esportivo de entrevistas ancorado pelo indefectível e eterno Moon-Rá do esporte nacional, Don Galvón, safra 1950.

Chamaram o Dudu e no disfarce do gol, preparam o massacre: a expulsão errada do jogador adversário, na qual, supostamente fomos calhordas por termos defendido. MEU DEUS DO CÉU. CADÊ A ASSESSORIA DO PALMEIRAS? Como é que não advertiram o jogador, deixando-o ir ingênua e frugalmente à tal ARAPUCA? Que PORCARIA de assessoria!!!

São 2 ações: uma seria chegar no Dudu e prepará-lo pro massacre. A defesa tem que explicar que a responsabilidade É DO JUIZ e que o Palmeiras sempre defendeu o uso da tecnologia pra evitar erros. E que no CALOR de um clássico isso acaba acontecendo.

A segunda ação é realmente ENCAMPARMOS essa tal campanha de Jogo Limpo, simplesmente por sermos as maiores vítimas da malandragem!!! Os jogadores do Palmeiras podem até não ter agido corretamente (uma nova orientação deve ser transmitida ao elenco), mas não reproduziram nenhum comportamento diferente da cultura ATUAL do futebol, terrivelmente influenciada pela catimba, num campo em que se deve pelejar com as mesmas armas. Deve-se mudar essa cultura? Sim, mas não a custas de fogueiras públicas.

Pior mesmo é aguentar ex-atletas torcedores fazendo média no seu quintal com piada de rede social... e assim caminha a mediocridade na mídia. Podem esperar sua resposta... em campo.

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