quinta-feira, 9 de março de 2017

Nervosismo de estreia

Um empate fora de casa com um jogador a menos não pode ser considerado um mal resultado. Mal é ter perdido um zagueiro de forma infantil, pois sabemos que a juizada é caseira e os hermanos, pra lá de malandros.

A única coisa que poderiam fazer, fizeram. Jogaram na provocação, fizeram gol na malícia. Com todo respeito, não fosse pelo nervosismo com que a equipe jogou, além da ausência do Guerra, poderíamos ter trazido 3 pontos da Argentina.

O Batista fez certo em jogar com 2 volantes. O Palmeirense já estava ficando “bem” acostumado com um só volante, mas o buraco é mais embaixo. Jogar nessa configuração numa Libertadores fora de casa, só com um meio que volte muito pra marcar, e olhe lá.

O problema é que depois da expulsão, tivemos que sacar um do meio campo pra recompor a zaga. Só espero que esse nervosismo tenha ficado na estreia a a partir do próximo jogo na Libertadores, semana que vem.

O resumo é esse. Com todo respeito ao time argentino, jogamos bem melhor (a partida do Dudu foi fantástica!) e só não vencemos por falta de pontaria final. O Borja não costuma deixar passar as oportunidades de ontem. Que seja então... o que não entrou ontem, amanhã será covertido.

E uma última observação ao jogo anterior, na Champions entre Barcelona x PSG: o futebol é mesmo magnífico e assim faz a história.

Nenhum comentário:

Postar um comentário