segunda-feira, 6 de março de 2017

No creo em las brujas, pero que las hay...

Fratellada, agora começa o ano. Com todas as tradicionais notícias de corrupção infindável, ruas esburacadas e desvios de verba. Por isso temos o futebol, pra esquecer um pouco tudo isso e deixar acontecer... temos também as novelas, mas isso é um capítulo a parte.

O que quero dizer é o seguinte: poderia ser pior. Poderíamos estar na Argentina. Que nos desculpem los hermanos, mas o grande consolo da vida do brasileiro é saber que, por pior que esteja, pelo menos ele não nasceu na Argentina.

Argentina é um país que tem os problemas semelhantes (extremamente agrícola, perdulário e atrelado a sindicatos), mas ainda é frio pacas, não tem samba, as praias são uma bosta e tem ainda mais dificuldade pra livrar-se de seus problemas crônicos. 

O Campeonato Argentino está paralisado. Os jogadores estão em greve pois vários clubes (de todas as divisões) estão em débito com seus atletas, alguns há vários meses. O Tucumán já participou de um Torneio de Verão preparatório e da própria Libertadores em fases iniciais.

Mas com espaço entre jogos é normal que o time argentino não esteja lá com “tempo de jogo” ideal ou até mesmo preparo físico adequados. O Palmeiras por sua vez fez a lição de casa, vem jogando e evoluindo, já tendo inclusive uma configuração titular possível.

Então é esse cenário que o Batista deve explorar. Um time com pelo menos 2 substituições no segundo tempo, pra forçar uma correria e quebras de ritmo do adversário.

Sinceramente, começaria com Thiago Santos ao lado do Felipe Melo, pra dar melhor proteção à zaga e liberdade ao ataque. Michel Bastos pode até começar (pela esquerda, compondo o meio ofensivo com Dudu (centro) e Guerra, (direita). Borja na frente. No segundo tempo entramos com a velocidade do William Bigode ou Keno no lugar do Bastos.

E assim vamos, seja qual for a deficiência do adversário, Libertadores é sempre dificílima, e além dos adversáios bem sabemos que sempre enfrentamos algumas cositas más... no creo em las brujas, pero que las hay...

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