segunda-feira, 22 de maio de 2017

Levanta e anda!

Quem aqui não se lembra do ocorrido anos atrás, lá por meados da década passada, quando se ouvia que o Gigante (Brasil) havia acordado? Ah que felicidade! Copa, Olimpíada, pré-sal... tudo favorecia!

Passados alguns anos (de incomPeTência), acordamos numa ressaca violenta, com corrupção saindo pelo ladrão e aquele gigante, outrora erguido, refastelado no mesmo berço esplêndido que sempre lhe acolheu. Deprimente... e o que temos nós, palmeirenses, a ver com isso?

Se toda torcida é parecida, é nos detalhes que se faz a diferença e é na diferença que se faz os grandes. Herdeiros de uma bagagem cultural privilegiada, fruto de uma das mais belas experiências de mistura de povos, a coletividade palmeirense vive com histórias de luta e conquista, dramas e tragédias que pontuam sua vida. E é justamente disso que o Brasil precisa agora.

Espírito de mudança, de coragem, de união. Por uma sociedade mais inclusiva, próspera e saudável. Assim foi nossa história, assim se fez a Família Palestrina. O Brasil precisa de referências. Referências de quem luta, trabalha, corre pelo certo e conquista, com humildade e justiça.

É com esse espírito que o Palmeiras caminha. Nessa Libertadores por exemplo, a nota oficial do clube sobre as decisões da Conmebol sobre o caso “Peñarol” foi excelente. O presidente Maurício Galiotte falou firme, ainda que o resultado prático desse clamor possa ser limitado.

O fato é que temos que vencer nosso jogo na quarta contra um time argentino lutando por vaga. E saber que pela campanha realizada, já estamos atrás de River Plate e Atlético-MG, que num confronto direto conosco jogariam a segunda partida em casa.

Pois é fratellada, não é fácil mesmo. Nunca disseram que seria. Mas temos tempo, time, torcida e estrutura. Talvez ainda possamos fazer algo a respeito... veremos agora em mais uma emocionante, angustiante e apaixonante noite de quarta-feira, de Libertadores. Irmãos, aqui vamos nós.

2 comentários:

  1. Galluzzi, não concordo com a nota emitida pelo Palmeiras, seria boa se tivesse conseguido se fazer ser ouvido como foi o Peñarol. Era para ter montado acampamento na porta da commebol, entrado com os dois pés na porta, ai sim mostraia firmeza.
    Essa mostrou fragilidade daquelas do menino que saiu resmungando depois que o grandão tomou a bola dele no campinho de pelada. E pode reparar que todos que criam este tipo de situação na Commebol não chegam a final. Acredito que neste jogo contra o Tucuman o Palmeiras se classifica e talvez até sem polemica devido a este episódio estar latente ainda, classifica, fica feliz mas nos mata-mata irão tirar o Palmeiras no apito e com expulsões e suspensões por exemplo.
    A diretoria não foi política como pedia a situação, faltou um pouco de vivencia e até experiencia para conduzir este caso.

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  2. É verdade PG, estás correto! O próprio presidente da Conmebol disse ao Galiotte que precisa ter uma reunião PRESENCIAL na sede da entidade e isso que os uruguaios do Peñarosca fizeram. Sem isso não adianta falar. Tem que estar LÁ! BAMOS LÁ GALIOTTE!!!!

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