segunda-feira, 28 de agosto de 2017

A vitória necessária

E AE? Quero ver agora os tais "FORA CUCA!" que já pululavam na rede!!! Benditos!!! Ser menos imediatista hoje em dia é uma tarefa hercúlea e uma virtude pra lá de necessária.

A volta do Moisés foi importantíssima ao esquema, ainda mais com a ausência do Dudu. Mas é bom preservá-lo, pois saiu da partida mancando. Ainda bem teremos 2 semanas de "folga" pra recuperar todo mundo e o que é melhor, num bom astral.

Ganhar do tricolete é sempre bom, mesmo que seja quando eles estão despencando pela tabela. Poucas vitórias possuem um efeito tão reconfortante em nossas ruidosas alamedas, o que, bem sabemos, é das coisas mais necessárias para o desempenho do time.

PAZ... a paz. Há paz, finalmente. Mas suspeito que isso vá além da excelente atuação do William, Guerra, Moisés e Cia. Reflete, isso sim, a PRESENÇA DO PRESIDENTE que nessas semana veio a público fazer algo que deveria ter feito há 2 meses atrás, mas ok, ainda está valendo.

Veio o presidente, garantiu CUCA e MATTOS, calou a boca das maritacas da Pompéia e deu a mínima tranquilidade que o time precisava. Dito e feito!!! Mesmo saindo atrás fomos buscar a virada e saímos com a moral que precisávamos! E que moral!

Até que enfim o Bastos fez uma e ajudou de forma decisiva pela esquerda e o Jean parece que voltou em definitivo à sua posição de origem na direita. O meio ainda vacilou, mas o ataque salvou. William é nosso atacante mais efetivo e o Deyverson parece tranquilo em fazer dupla e assistência. O Keno sem dúvida tem qualidade e outra boa surpresa foi o Hyoran... suspeito que esse moleque tenha muito mais a mostrar...

Pode ser que essa vitória tenha definido melhor ao Cuca quem pode ser titular. Agora ele tem a "boa dor de cabeça", pois com a volta do Moisés, podemos voltar a jogar no estilo de antes, tendo Guerra e Dudu assistindo Deyverson e William, protegidos por Thiago Santos e ele, Moisés, como segundo volante.

Tenho receio dessa formação pois sobrecarrega demais o Moisés. Mas é importante saber que temos essa força de meio campo - Dudu, Moisés e Guerra - um setor que desde o ano passado temos dificuldade.

Bora Cuca, agora você tem o tempo e a (mínima) tranquilidade que precisava. Está com o time na mão e a torcida apaziguada. Essa era a vitória necessária. Que a semana seja bem aproveitada e o time se inspire com nosso aniversário e parta à Arrancada Heróica mais uma vez, que nem precisa trazer o título, mas a classificação (entre os 4) à Libertadores 2018 e um fim de ano digno, que nos encha da mesma esperança que estamos sentindo hoje... À FRENTE PALMEIRAS!!!!

sábado, 26 de agosto de 2017

Um Coletivo de Valores chamado Palmeiras

Quando o Palestra Itália surgiu, há exatos 103 anos, o mundo era diferente. Muito diferente...

Ali então surgia um grupo que se reunia por bagagem cultural e étnica. Num mundo onde tais grupos se reuniam em centenas e centenas de coletividades, não poderiam os italianos aqui de São Paulo ficar sem sua representação.

Tal como o Palestra Itália, inúmeros “coletivos” semelhantes surgiam na mesma época, fossem reunidos social, artística ou esportivamente. Mas o Palestra Itália não era “mais um”. Era “o” coletivo.

Desde seu nascimento, nosso time de coração reuniu multidões. Fosse por sua enorme representatividade ou por seu estilo nobre, com a estirpe europeia tão referencial naqueles tempos. Lógico, personalidade atrai a inveja daqueles que dela carecem. E assim sempre foi...

Acontece que o Palestra Itália, assim como o mundo, também mudou. Num parto traumático e espetacular ao mesmo tempo, o Palestra renasceu numa Arrancada Heróica, como um PALMEIRAS CAMPEÃO!

Renascido, transmutado, mas lealmente comprometido com sua essência de AMOR, TRABALHO, EDUCAÇÃO e CONQUISTA de seu PRÓPRIO CAMINHO. Se há algo pelo qual o Palmeiras é conhecido é pela paixão de sua torcida, mas também por CAMINHAR À FRENTE, sendo referência, imitado e copiado.

No maior exemplo do espírito PAULISTANO “NON DUCOR DUCO”, o Palmeiras não é conduzido, CONDUZ. Não imita, é referência. E não tem VERGONHA de seu passado, de suas falhas, de sua origem, de suas quedas, de suas brigas, de suas trapalhadas... por sua história, por sua gente, por sua realidade, o Palmeiras é o MAIS HUMANO entre os TIMES, com a mais humana entre as torcidas.

NÃO HÁ TORCIDA com tal tamanho e AMÁLGAMA CULTURAL, essa bagagem que recebemos de família e nos é tão valiosa. É a FORÇA dos VALORES que essa comunidade reúne que nos torna tão apaixonados.

A Família Palmeiras, o Palmeiras, o Palestra Itália e toda a HISTÓRIA magnífica desses 103 anos, constituem um verdadeiro PATRIMÔNIO CULTURAL dessa cidade, desse estado, desse país, que JAMAIS seria o que é (do lado bom), não fosse a força estupenda dessa coletividade que aqui veio, empreendeu, conquistou e venceu.

PARABÉNS PALMEIRAS! De ti não espero vitórias. Espero apenas que MANTENHA SUA ESSÊNCIA PURA, MANTENHA SEUS VALORES e assim JAMAIS deixará de ter aqueles que ERGUEM SUA BANDEIRA com GLÓRIA, COM AMOR E SEMPRE COM MUITA ESPERANÇA DE UM MUNDO MELHOR. E assim estaremos juntos, para todo SEMPRE!

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Finalmente, alguém falando forte!

BOOOOOA Galiotte!!! Finalmente deste uma dentro. Pois o p... na mesa e cantou : quem manda nessa porra sou EU e o Cuca fica. E o Mattos também!!!

Agora sim, gostei. Assumiu a frente e tomou uma posição de macho. Macho alfa e inteligente. Calar a boca dessa gente BURRA , reencarnações dos caçadores de bruxas do século XVII, inquisitores maledettos.

Não dá mais... não dá mais pra continuar pensando da mesma forma do século XX. Um pensamento raso, tosco, mimetizado, infantilizado e que só reproduz o pior do que ouve, dando margem aos piores julgamentos e piores decisões possíveis.

Quem quiser achar que troca de técnico resolve o problema, que continue. Existem SIM situações que isso pode até ajudar – aquelas de receio de queda – mas a verdade é que esse recurso é muito menos efetivo do que nossas azias gostariam.

Qual foi o principal problema do Palmeiras nesse ano? FALTA DE COMANDO. Tivesse o Galiotte chamado o Melo ainda nos seus primeiros “posts chororô” que questionavam o treinador, e falado “cala boca meu filho, senão será afastado”, tudo teria se resolvido antes.
Força Galiotte! Assuma a responsa e não ceda à pressão

Tivesse o Galiotte segurado o tranco ainda na eliminação do Paulista, dizendo: “tivemos uma verdadeira guerra na última partida e o trabalho do Batista não deve ser julgado por esse resultado”, poderíamos ter feito a TRANSIÇÃO para o Cuca, que invariavelmente voltaria, de forma a equilibrar o tranco da “troca de filosofia”.

Tivesse o Galiotte blindado mais o time, tomando a frente e a responsabilidade pelas decisões, o time poderia ter entrado mais TRANQUILO em campo, algo que nitidamente nos faltou nas partidas decisivas, com o time sentindo enormemente a pressão. Mas não, estava ausente.

Essa é a verdade. Agora querem achar que a culpa é do treinador. Sinceramente, é muita ingenuidade. É muita obstusidade mental achar que sempre, tudo se resume a troca de treinador ou jogadores mal escolhidos. O buraco é mais embaixo... ou mais em cima, como queiram.

Existem diversas situações que um treinador deve ser dispensado. Mas existe um número ainda maior de ocasiões que sua troca – apesar de um alívio momentâneo – não traz resultado efetivo algum e o pior, DESVIA A ATENÇÃO do verdadeiro problema. 

Por um Palmeiras PROFISSIONAL, menos PASSIONAL e mais RACIONAL. Que se espelha nos exemplos europeus. Que não deixa que sua PAIXÃO o consuma. Que assuma responsabilidades e busque performance. Que é mais que um clube de bairro, um condomínio da Água Branca... é uma NAÇÃO carregada de VALORES que deve defender. Se queremos ser DIFERENCIADOS devemos pensar além do convencional, fora da caixa.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Profissionalismo x Clubismo

Tempo.... aaahhhh o tempo, sempre ele e inexorável. Ainda me lembro bem, quando lá pela Pompéia, Água Branca, Lapa e Vila Romana, ainda se sentava na calçada descascando laranja, passando-se as manhãs de domingo a cumprimentar a vizinhança. Bons tempos.

Mas o tempo passa e as coisas mudam. E o que ontem era descascado, hoje se engarrafou. Não fomos nós que quisemos assim, mas foi assim que aconteceu. Bem que a gente ainda tenta descascar nossas laranjas por aí, mas a prática vem se tornando menos habitual...

Pois no futebol é a mesma coisa. Vivemos um passado glorioso, onde reinávamos quase absolutos, curintcha era “faz-me-rir” e o tricolete mal passava de um juntado da Vila Leonor, pré-Natel... mas o mundo udou, e muito.

O Palmeiras sempre foi um clube de larga presença “social”. Na própria fundação do clube tivemos que cancelar a primeira reunião, pois achavam que era pra fundar um clube de dança e poesia....

Tendo esse contexto em vista, sem mais delongas, vivemos hoje tempos de TOTAL PROFISSIONALISMO onde a prática administrativa NÃO PODE MAIS ficar reclusa aos recônditos clubísticos, mais para administração de condomínio do que clube de futebol.

Futebol é PROFISSIONAL. O nome já diz. E no Palmeiras o clubismo é uma PRAGA que agrilhoa o time num ambiente PROVINCIANO, CASEIRO, PASSIONAL e quase sempre PREJUDICIAL.

Amo a FAMÍLIA PALMEIRAS. Se há algo pelo qual me orgulho é de vestir essa camisa. Mas temos que reconhecer nossas fraquezas, falhas, tão comuns a todos. E entre elas está o efeito colateral dessa personalidade forte, que trazconsigo uma paixão, um quê visceral que nos impele a agir de forma pouco arrazoada, como se dizia antigamente.

O CLUBISMO – conjunto de práticas de associados e conselheiros que visam o interesse pessoal e corroem o ambiente dentro do futebol, de vazamento de informações à fofocas de imprensa, de carteiradas à presença em vestiário – é uma praga dentro do Palmeiras. MUITO MELHOR SERIA se o futebol saísse para sempre de lá e a ACADEMIA, nosso Centro de Treinamento fosse FECHADA A 4 CHAVES contra a presença e a influência dessa coisa.

Quanto MAIS PROFISSIONAL for nosso futebol, menos expostos estaremos a essa praga. Essa FALTA DE COMANDO, esse DESMANDO, essa ZORRA que fica lá dentro, com pressão, intriga, vaidade e futrica por todos os lados. SEM UM PULSO FORTÍSSIMO, o Palmeiras é CORROÍDO por completo, por pessoas sempre clamando “Palmeiras acima de tudo!”... e isso década após década.

Palmeiras BLINDE-SE. Blinde-se de nossa própria paixão... de nossa própria ignorância... de nós próprios... digo e repito Palmeiras.... VINCIT QUI SE VINCIT!!!

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Mudar treinador agora é ainda pior

Roger Carvalho? Aquele que acabou de ser DEMITIDO do Atlético-MG? Sinceramente, os níveis de ilusão a que nos submetemos, achando que a culpa é sempre do treinador, é absurdo.

Há 2 meses havia palmeirense no Vaticano, esmurrando o papa e pedindo CUCA ao berros. Agora o mesmo palmeirense está lá, dando voz a imprensa (que ri de nós) e esmurrando o próprio Cuca.

É hora do Galiotte vir a público de novo e chamar a responsa do investimento, dizer que é fodão e é isso aí, "nóis investe mesmo" e se demorar mais tempo do que o previsto pra mostrar resultado, paciência, é o que tem e é com o que vamos e acreditamos.

Sofremos por nossa paixão mas pecamos pela ingenuidade. Em muitas ocasiões nossa capacidade de discernimento não é mais profunda que um pires. Planejamento aqui é piada e a única retórica vigente é a de botequim, suspensa entre um gole e outro.

Não adianta nada mudar treinador agora. Blinde o time, afaste a pressão e dê-lhes tempo. A troca de comando foi visto justamente como motivo de nossa instabilidade. Vamos repetir o processo?

Temos que lutar contra NÓS MESMOS*. Nosso próprio impulso apaixonado que nos impele a caçar as bruxas e sempre acaba em treinador. Depois do episódio Melo, o grupo fechou com o Cuca, as cartas estão dadas, pedir nova mão só vai complicar a situação.

Que o time não está jogando bem é evidente. E que o time está jogando nervoso também. A defesa capenga com uma nova formação a cada jogo. As laterais tentam se consolidar com Bastos e Jean. O meio faz o mesmo com a volta do Moisés, que nos dá esperança.  E o ataque claudica com sua ressaca pós-Jesus, tendo jogadores que ainda não mostraram serviço algum e que, sinceramente, deveriam estar com VERGONHA de seus polpudos salários, pagos por NADA.

Mas não adianta. A única coisa que pode melhorar o Palmeiras hoje é tranquilidade e tempo. E isso só a PRESIDÊNCIA pode mostrar. A bola é sua Galiotte. Blindagem, essa é a hora!

*VINCIT QUI SE VINCIT, PALMEIRAS!

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

O olho do dono engorda o gado

Galiotte! Galiotte meu filho! VOLTE PRO CT. Faça como seu antecessor e distancie-se das maledettas confusões de nossas alamedas! Volte a despachar da Academia de Futebol, nosso Centro de Treinamento, bombado e renovado.

Nos últimos 2 meses o presidente não esteve tão presente. "Está tudo em dia, está tudo ok"... SQN Galiotte! Sem a presença de um FORTE presidente junto ao time o negócio desanda. Como desandou.

Pior que isso é ouvir a apatetada ideia de que a culpa é do Alexandre Mattos. Ele pode ter seus erros, mas a dificuldade do processo é, frequentemente, subestimada. Digam lá um nome que nos venha a cabeça quando se trata de tal cargo.

Vou citar o exemplo de 2009. Tínhamos o Belluzzo de presidente e o Roberto Cipullo como diretor de futebol, a quem o presidente chamou justamente por ser o homem que estava a frente do cargo na época da Parmalat. Melhor nome impossível, pensavam todos.

Mais tarde, após a falência do Palmeiras no Brasileiro daquele ano, mesmo com a chegada de medalhões como Muricy Ramalho e Vagner Love e tendo ocupado a primeira posição por várias rodadas, a “FALTA DE COMANDO” foi apontada como razão principal para o ocorrido.

Isso com Belluzzo na presidência e Cipullo na Diretoria de Futebol. E o que isso prova? Que o “metiér” do futebol é muito mais complicado, tinhoso, cruel e difícil do que imaginamos.

Então tá.... a culpa é do Mattos... e quem será o "cristo" que fará melhor que ele lá dentro? Pensou num nome? Não né... pois é... e se tiver, é ilusão. Faz aquele auê no primeiro ano e no segundo já começa a ser apedrejado. Demora um pouco mais do que treinador, mas tem o mesmo destino.

Se liiiiiiiga, Galiotte! Vorta pro CT,
que é de lá que sai o leeeeite!
Quem tem culpa? Todos os envolvidos no processo, jogadores negligentes, presidência ausente, torcida, associados, conselheiros e diretores que, apesar de cantado “paciência” noutras situações (se ter mandado o Batista embora foi paciência, imagino o que acontece quando ela se perde), exerce sim uma pressão desmedida, estupidamente agravada nesse ano pela retórica do “investimento tem que mostrar resultado”, o que é verdade, mas precisa de tempo, que nós ignoramos.

Então assim... a cobrança exagerada fez com que tomássemos decisões precipitadas. A própria FORMA de saída do Eduardo Batista, escurraçado após a derrota para a Ponte Preta. Não que o Cuca não deveria ter voltado, digo apenas a FORMA e precipitação como a torcida (e clube) não absorveu o golpe da derrota no Paulista e já demitiu o treinador.

Essa ação já deixou o time instável. A transição poderia e deveria ter sido muito melhor planejada. Não foi e temos hoje um presidente falando que o Palmeiras foi vítima da mudança de FILOSOFIA... então tá, nosso problema é filosófico.

Boa parte do problema é essa pressão desmedida que faz tudo sair do controle. A "novelização" (transformação do esporte num produto midiático) contribui muito para esse processo. E além disso o Palmeiras não assimila o golpe. Não é capaz de segurar o tranco diante de uma derrota e falar “ok, vamos em frente que derrotas são normais no processo e tudo vai melhorar.”

Mediante essa realidade (e questões contratuais), um Fernando Prass foi mandado à reserva por ter “falhado”. Pagamos o preço nos pênaltis da Libertadores, situação dificílima que exige MUITA experiência do arqueiro. Mediante essa realidade, conselheiros palpiteiros espinafram uma diretoria VENCEDORA nos últimos 2 anos, como se houvesse algo melhor!

E assim o Palmeiras vai... tropeçando na própria paixão, sem se dar conta por que cai, nem por qual razão...

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Investimento é MÉRITO. A INVEJA é gratuita

Agora que nos resta a luta pelo G4, seria melhor que deixássemos, finalmente, o Cuca trabalhar em paz. Sem o eterno burburinho questionador, a cornetice que azeda qualquer trabalho pode ficar de lado para que esperemos o ano que vem, onde esse trabalho deve frutificar.

Temos um time forte que, com poucos ajustes pode alavancar uma série de vitórias. Ajustes táticos demoram rodadas para serem notados, demora tempo pra se consolidar. E se há algo que temos agora, é tempo.

Neste jogo contra o Vasco vimos novamente um meio-campo capenga, apesar dos esforços do Guerra, em fazer a bola chegar ao ataque. Chegou via cruzamento da lateral, que ele mesmo foi lá concluir.

Sinceramente, ainda não vi talento algum no tal de Deyverson, que me parece mais cantor de pagode do que jogador eficiente. Não domina, não antecipa, não conclui a gol. Não dá pra entender como uma escolha tão criteriosa pode desaguar em tamanha lambança. Mas devemos dar tempo ao garoto, então vá lá Deyverson, aproveite a sequeência.

Outro setor do desespero é a lateral esquerda. Bola cantadíssima que daria problema (limitações físicas do Zé e técnicas do Egídio), vai agora no improviso com um Bastos que parece bem descontente pelo setor (apesar de pelo menos estar jogando). Problema crônico...

E outro problema crônico é a defesa. O mesmo Jean que cruzou sob medida para o gol, não acompanhou o atacante no escanteio e ficou parado vendo 2 pontos nos escorrerem pelas mãos. Impossível ter sucesso assim.

Então é isso. Temos problemas na defesa (desde a saída do Victor Hugo), nas laterais (desde que não trouxemos um bom lateral esquerdo), no meio (onde rezamos todo dia pela volta do Moisés) e na frente (onde temos 2 atacantes milionários e uma falta de gols extraordinária).

O que consola é o tempo... e um treinador que pode fazer essa leitura e corrigí-la. Mas não nos enganemos... enquanto a INVEJA e os ataques contra um Palmeiras investidor continuarem, teremos sempre mais dificuldade pra fazer o que para outros seria mais fácil.

Se o Palmeiras INVESTE é por competência de sua diretoria e paixão de sua torcida que gera receita e retorno! Afinal, ao contrário do que muitos tupis apregoam, o dinheiro não cai do céu. E pra nós, nem de estatal.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O ambiente e o elo fraco

Analisando os fatores que podem ter nos levado a derrota. Além de caçar bruxas em treinador ou jogador. Pois o que temos é o melhor possível! Quem disse que outro treinador teria feito melhor? Patavinas...

Todo mundo fala: tem que saber lidar com a pressão. Jogador deve ouvir isso desde os 10 anos de idade. Mas na prática é diferente e se a pressão é sim eficiente pra manter o rendimento, o excesso dela com certeza torna esse rendimento mais difícil. É como o álcool. Até 2 taças ajuda. Após isso, atrapalha... e foi isso que nos aconteceu.

Invejosa e populista, a mídia gambá fez tudo o que podia pra esfregar em nossa cara que o “investimento feito exigia resultados”. Compramos a ideia. Da arquibancada às alamedas, repetíamos a cantilena. Ajudou? Em nada...

Dentro desse contexto, o mantra “obsessão” virou-se contra o feiticeiro e deve ser revisto. Obsessão, só pelo PALMEIRAS e pelos valores de noss FAMÍLIA. O resto é consequência.

A segundo erro foi as escolhas de jogador. Não conseguimos “compensar” a saída do Jesus, apesar do altíssimo investimento no Borja. Às pressas também fomos buscar um jogador que sinceramente, também espero que vingue. Mas até agora, vi mais farofa do que futebol de verdade...

Nosso meio campo sente a falta de um articulador (Moisés) que nem deserto à água. Guerra e Dudu aos poucos conseguiam fazê-lo, mas na falta de um, o vazio voltou.

E na defesa... vou citar uma opinião própria. O Jaílsão é sensacional, goleiraço xodó. Mas acho que fomos exigentes demais (fruto de toda a pressão) com o Prass. Por pequenas falhas, normais em qualquer situação, nós o colocamos na reserva. E pagamos o preço. Uma decisão por pênaltis em Libertadores, exige um goleiro mais experiente. E isso nos faltou, a despeito da extrema competência do Jaílson.

É hora de repensar que tipo de cobrança e pressão fazemos sobre o time, pois não é de hoje que inúmeros jogadores bons, aqui não vingam, justamente pela falta de um AMBIENTE que dê margem ao erro, que transmita CONFIANÇA e menos cobrança insana. Só assim o time joga solto. Se o jogador atuar sempre com o MEDO que a cada erro será sacado, joga constantemente travado...

Finalizando... mais CONFIANÇA e menos COBRANÇA. Isso não significa entrar nas competições com outro pensamento que não seja GANHAR. Significa apenas que temos que ABSORVER MELHOR a pressão e BLINDAR o time da tempestade que frequentemente lhe impomos.

E taticamente: time campeão começa pela DEFESA. Temos que voltar a fechá-la e aí sim voltar a atenção pra frente. E time campeão é EQUILIBRADO, sem poder ter um ELO FRACO que põe todo investimento por terra. Lembrem-se: SUA CORRENTE pode ser fortíssima. Mas se tiver 1 ELO FRACO é ali que vai estourar.

SEU TIME É TÃO FORTE QUANTO A QUALIDADE DO SEU PIOR JOGADOR EM CAMPO. Porque é ali que tudo pode se decidir. Assim foi, e assim será. Aprenda, Palmeiras. A dor é forte, mas a paixão é maior. ESTAMOS JUNTOS! E assim continuaremos.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Investimento não é pecado

Nessa difícil manhã de quinta-feira, pouco temos a dizer... de forma a evitar mais dor de cabeça, não resta muito além de juntar os restos esfacelados dessa desclassificação.

A verdade é que foram cruéis – como de costume – com o Palmeiras. Se investe, tem que vencer. Se não investe, tem time limitado que deve se conformar com a derrota. Aí complica.

Conseguiram transformar o mérito pelo investimento em algo negativo, tamanha a secação e inveja alheia. O Palmeiras investiu por méritos próprios, não acordo com estatal de dinheiro público. E assim deve continuar fazendo.

Dentro de campo, tal agudeza de pensamento foi sentida. Por diversas vezes pudemos ver o time nervoso em campo, sem conseguir trabalhar bem a bola. Foi só quando o Moisés entrou em campo que finalmente passamos a controlar melhor o meio e a bola foi ao ataque.

Finalizando, nos resta buscar a classificação entre os 4 no Brasileiro. Não entre os 6 (que obriga o time a encurtar a pre-temporada), mas numa posição confortável pra voltar ao lugar de onde não deveríamos ter saído.

Fica a lição... dinheiro não é pecado. Investimento, desde que limpo, não é pecado e sim capacidade! Mas de nada adianta depositar milhões num cofre que tem um buraco embaixo. Melhor ter um time bom e EQUILIBRADO do que um elenco forte com ELOS FRACOS que colocam tudo a perder.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Família Palmeiras - Coletivo de Valores

O nascimento de um filho muda uma vida. O amor que surge dessa interação é tamanho que passamos a enxergar o mundo de outra forma. Cada pequena conquista deste rebento é comemorada efusivamente. Mas não se deixa de gostar caso não ocorram.

O amor que um palmeirense tem por seu time também vai além de resultados. Talvez fale isso por ter precisado chegar aos 21 anos pra vê-lo campeão.

Talvez não... o que o palmeirense carrega – e que o Mauro Betting considera inexplicável – é uma crença visceral nos VALORES que o Palmeiras tem e manifesta.

Vivemos dias conturbados. E quanto maior a ventania, mais se aperta o casaco. O Palmeiras é nosso “casaco”, é nosso “manto” sagrado de valores que nos forma, norteia e conduz.

“Ser palmeirense” é carregar consigo o orgulho de ser campeão todo dia, pois não se quer ladrão, não se quer privilegiado. Quer educação, cultura, trabalho e conquistas com as próprias mãos. Honestamente, sem malandragem, sem discriminação, sem opressão.

Um “mundo palmeirense” seria mais humano. Mais verde, mais apaixonado, mais lúdico, mais artístico, provavelmente mais bagunçado e até atrapalhado. Mas com um imenso coração.

Por isso, quem vai ao estádio hoje, ou torce pelo Palmeiras de qualquer parte do mundo, faz parte dessa corrente, desse “coletivo de valores”, A FAMÍLIA. É por ela que os jogadores correm, mesmo sem saber, ela que é vestida antes que entrem em campo.

Jadson, Mina, Luan, Maike, Egídio, Thiago Santos, Moisés, Dudu, Guerra, Deyverson e Guedes... e Borja e Keno e Jean e William Bigode e Zé Roberto, Veiga, Prass ou seja lá quem mais... vestem a camisa da FAMÍLIA PALMEIRAS – COLETIVO DE VALORES que canta, vibra, sabe ser brasileiro e ostenta sua FIBRA!

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Pelotão, marche!

A segunda feira está corrida fratellada... ealém disso não há muito o que comentar da última partida, salvo algumas observações:

Pega quem trouxe esse Borja. Pegue todos aqueles que falaram que esse cara joga bem e lhes diga claro: reveja seus coneitos sobre o que é um bom futebol. Sinceramente, tá complicado.

Do brasileiro o que nos importa agora é terminar entre os 4 primeiros. E por isso temos que torcer!

Sempre que a torcida absorve bem uma derrota dando crédito ao time, o resultado positivo costuma vir logo em seguida.

Houve pequenas vaias no final. Mas o episódio passado com o Melo deixou a torcida com o pavio ainda mais curto, ressabiada pela ausência de alguém que “latia” pros outros correrem... se não mostrarem resultado, com certeza a torcida pegará no pé, ainda mais rápido que antes.

Moisés voltando antes do esperado, é gratificante.

Finalizando: demorou até pro Cuca levar o time pra Atibaia... 4 ou 5 dias seria melhor do que apenas 2. Mas, que seja.. ainda que pouco, é sempre produtivo. Colocou o time alternativo em campo pra preparar, segundo ele, o "pelotão" pra próxima partida o que, acredito, foi muito certo. Apesar da derrota o time não foi mal, tendo várias finalizações ao gol.

Não deixemos que esse tropeço influencie o que importa, que é o jogo de quarta-feira. Estaremos TODOS lá.


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Haja trabalho, hein Cuca!

Ganhamos, mas que joguinho feio hein! Tá complicado desenrolar algum argumento perante tanta inoperância.

Não se vê um drible, uma tabela, uma assistênciazinha que seja mais caprichada. É um bololo Deus nos acuda que o Cuca deve ter muito trabalho pra acertar.

Se no meio campo continuamos com problemas de articulação, o ataque anda manquitola e a defesa então, continua sendo proibida àqueles com problemas cardíacos.

Como é que podemos sequer cogitar o Egídio na Libertadores? Sem chance... podemos fazer o que for no ataque, nada nos salvará do terror da avenida que existe em nossa lateral.

Sorte a nossa que o adversário mal entrou em campo, com a cabeça noutra competição. Mas não adianta se iludir com 3 fáceis pontos, pois coisa muito mais pesada virá pela frente.

O Palmeiras pode até mandar o Melo embora depois de suas absurdas declarações. Mas que não deixe de ouvir palavras que podem ter lá sua razão. Pra “andar” em campo, coloca a molecada do sub-20 que irá se empenhar muito mais. Aliás, eu já colocaria o Léo Passos (um bom meio-campo das bases) pra chacoalhar essa pasmaceira... seja em Atibaia ou qualquer lugar, o Cuca terá muito a trabalhar.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Do limão, limonada!

Felipe Melo foi LIMÃO. Tudo bem, limões fazem excelentes caipirinhas além de compor magistralmente muitas receitas. Mas em excesso estraga tudo com seu azedume.

Felipe Melo foi nosso limão. E deste limão, faremos LIMONADA. O episódio foi exatamente o que precisávamos pra FECHAR o time. Pra UNIR elenco, comissão e diretoria numa sinergia que antes não existia e que é fundamental a qualquer conquista.

Agora Cuca, só falta resolver nosso problema defensivo, na lateral esquerda e zaga. Conseguir maior produtividade no meio campo e rezar pela volta do verdadeiro profeta, Moisés. Coisa simples.

Bora se unir família!!! BORA POR NOSSA FORÇA EM CAMPO! Não quero ouvir Leila, Mustafá, nem mesmo Galiotte. Estou fechado com Mattos e Cuca e nosso elenco CAMPEÃO. E assim será!!! AVANTI PALMEIRAS!

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Viajou na Melonese

PORRA MELO, que merda!!!! Toma champagne e sai falando que vai rasgar o treinador no meio? Mas tu é muito BURRO mesmo hein, cidadão! Gravar um áudio que depois vira público detonando o treinador é pedir pra ser mandado embora EM QUALQUER EMPRESA.

Se o Cuca aceitá-lo de volta perde toda a moral com o grupo! E aí, o que fazer? Perdoar o apatetado da “champagne” ou realizar o movimento que mostraria ao grupo o devido comando, fechando-o definitivamente? Difícil não escolher a segunda opção.

O Melo chegou com moral pra ser mesmo cachorro louco. Só que errou na medida, uma vez que o o cachorro começou a atacar o próprio canil. Nesse caso não basta “pedir desculpa”, uma vez que a “loucura” continuará. Ou não? Existe um Felipe Melo comportado, que não “cause” tanto? Não sei... e talvez nem mesmo ele saiba.

Assim, sempre fui a favor de perdoar pessoas que reconhecem seu erro e “mudam seu comportamento”. Mas essa mudança é muito mais difícil do que o reconhecimento do erro. E talvez nem seja possível. Viveos uma situação delicada. Pedoar seria um ato nobre. Mas como isso seria “assimilado” no grupo?


Infelizmente, há momentos em que temos que abrir mão do que gostamos pra conseguir um objetivo maior a frente. Talvez seja essa a situação. Que definitivamente não é o que queríamos. Ninguém queria o Melo fora da equipe. Do meu ponto de vista embora não fosse nenhum primor, exercia bem sua função. Mas o cachorro louco mordeu o próprio tratador. Viajou na Melonese.