quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Palmeiras, VINCIT QUI SE VINCIT! (parte 1)

Ausência derivada de uma falta de conteúdo, agora então existente. Sim, pois após a classificação ao G4 o campeonato se tornou uma festa baile sem o menor sabor. E agora sim, após a contratação do Roger Machado temos algo a declarar. Então lá vai.

O Palmeiras já queria o Roger há tempos atrás, quando ele preferiu o Atlético-MG. Desejo realizado, compreende-se que o clube delineia um perfil moderno aos treinadores contratados. Treinadores que entendam o futebol atual e saibam utilizar a enxurrada de dados que hoje possuem.

Gostei da contratação. Sinceramente, considero que além da importância do treinador, está o ambiente que se cria no clube para o desenvolvimento de seu trabalho. Mas infelizmente isso não é visto lá dentro.

O dia em que percebermos que o futebol é diferente do que entendemos, talvez possamos ter uma visão melhor do que nos atrapalha. Funciona assim: por mais que se negue, pequenos detalhes e inclusive a sorte determinam mais o sucesso e insucesso de um time do que o investimento direto ou os nomes que se traz.

Por isso hoje, é um descalabro a reclamação de que o Palmeiras gasta muito com seu futebol. Temos mais é que gastar mesmo!!! Nós podemos! A força de um time começa em sua condição financeira! Quem fala que gastamos muito são os oráculos da década de 80, saudosos de um tempo em que a esclerose ainda não lhes acometia. Doentes patéticos...

Investimento NÃO É garantia de resultado e sim PARTE dele. Sem investimento não se consegue nada. Mas só com ele, tampouco se vence! O Mattos errou sim em não contratar um lateral esquerdo, em não blindar o time após a eliminação no Paulista... e agora (espero queimar a língua), com a contratação desse mala do Lucas Lima, quando já temos o Guerra pra desenvolver pelo setor. Mas, ainda temos que esperar o resultado dessa ação.

Finalizando: 1) a contratação do Roger foi boa, um treinador moderno que precisa dessa projeção; 2) O Palmeiras não gasta muito e sim o que pode (temos um superávit inédito!). Precisa apenas gastar um pouco melhor; 3) Não há “diretores de futebol” no Brasil que possam bater no peito e dizer “faço melhor que o Mattos!”. O futebol (vida real) é muito mais difícil do que se imagina; 4) Enquanto o Palmeiras não perceber que o AMBIENTE que se cria dentro do clube é mais importante do que o dinheiro e os nomes, será vítima dos próprios e mesmos erros do passado.

IMORTAIS as palavras que regeram nosso centenário: PALMEIRAS, VICIT QUI SE VINCIT. Aprender ou perecer...

5 comentários:

  1. Bom dia! Considerações: 1) acredito no trabalho que o Roger executará no Palmeiras; 2) perfeita a contratação do Zé Roberto para ocupar o cargo de assessor técnico; 3) Feliz com o rompimento da patrocinadora com o sapo-boi ( o que você achou dessa notícia?); 4) foram circunstâncias diferentes das chegadas do EB e Roger;

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  2. Em relação a Lucas Limas, o cara sabe jogar, é mala, sim, e quem disse que um time campeão não tem que ter um elemento desse no elenco?

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    1. Olha Irineu, não acho qu "tem" que ter... até "pode", mas desde que respeite o elenco. Até porque mala por mala já temos o nosso Melo... rs. Abs!

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  3. Fala Galluzi, nesta preparação para 2018, não estou vendo preocupação com a defesa. Você acha que já temos o que precisamos neste setor?

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    1. Oi Vanessa, compartilho sua observação e acho que não. Contratamos um que precisa jogar pra vermos. Mas de boa, com esse dinheiro do Lucas Lima poderíamos dar mais atenção ao setor... a não ser que o Roger ainda tenha esperança em Luan, Juninho ou Antônio Carlos. Mas enquanto não "acharmos" a dupla de zaga ideal, não iremos longe em nenhum campeonato. Valeu!

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