quarta-feira, 25 de julho de 2018

To Mattos or not To Mattos

Joguemos tomatos no Mattos. É um porcaria que só mente pra nós. Não é? Oras, estaríamos bem melhores com aquele diretor,  o... qual mesmo o nome? Ninguém. Simplesmente porque ser diretor de futebol é um trabalho hercúleo, só perdendo, em grau de insatisfação, ao do treinador.

Paradoxalmente, são 2 dos profissionais que mais desejam com a conquista de campeonatos, pois seus currículos dependem diretamente delas. Jogadores conseguem se tornar milionários sem ao menos ganhar um campeonato. Já um treinador...

O fato é que não sabemos mais que 20% do acontece dentro do grupo e do que influencia diretamente no desempenho da equipe. Carentes dessa informação, malhamos apenas o que vemos, que não é nada senão a ponta do iceberg.

E o que o resto do iceberg esconde? Um gigantesco mercado da bola, onde o futebol revela sua VERDADEIRA identidade, que é servir de balcão de negócios pra compra e venda de jogadores, um ramo trilionário.

E no meio dessa papagaiada toda estamos nós, a bancar a festa sob a ilusão de que alguém lá tem alguma preocupação além da autopromoção. Ganhar campeonato é babaquice pra manter o torcedor acreditando e pagando. Do empresário ao jogador. Da mídia ao diretor.

Não sabemos de nada e discutimos sobre tudo, na mais inócua dialética possível. E sabem do pior? Não vai mudar. Vai é piorar. O império da imagem, o culto a personalidade... assim segue esse esporte que ainda insiste em se chamar futebol, por que adotar o nome de balcão de negócios não seria tão atraente...

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