segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Apesar de tudo, avançamos

Jamais alheio ao momento nacional, segue o Palmeiras em ritmo retumbante, apesar de tudo, apesar de todos.

O que é tudo? É a situação política dentro do clube, onde existe uma disputa férrea por poder com a tia Crefisa de um lado, Mumú de outro, Galiotte sambando e a gente torcendo que fique assim, pois o resultado, dentro das 4 linhas, tem sido bom.

Mas não é bom. Os resultados de hoje foram plantados ontem, e a balburdia política pode muito bem apresentar seus resultados tardiamente, em anos futuros.

E o que são “todos”? É o interesse externo, a imprensa recalcada pela ausência de seus filhotes populares que deságua num mar de incompetência arbitral, situações grotescas as quais nem seus próprios pares aposentados, hoje comentaristas, conseguem explicar.

Ainda assim as vitórias consolidam o modelo gerencial, com forte ênfase no profissionalismo de vários setores coligados além do futebol. Profissionalismo que, discurso a parte, parece ter sido a tônica do discurso Felipônico: simplicidade e olho no olho.

Sem mimimi de reserva, o Palmeiras conseguiu algo complicadíssimo no futebol: dedicação plena, total e irrestrita. Quem entra, sua a camisa. Quem está de fora sabe que terá sua oportunidade. E tem mesmo...

Tivemos boas surpresas nos últimos 2 meses, com a chegada de um zagueiro promissor (Gustavo Gómez) além do ressurgimento do Deyverson. Mayke e Vitor Luís também vem com boas atuações, ofuscando os antigos laterais titulares Diogo Barbosa e Marcos Rocha.

Felipão conseguiu resultados que nem os mais otimistas poderiam supor Mas NADA ainda foi conquistado. E o treinador não é daqueles que costuma fazer boas campanhas em vão.

Muita emoção ainda vem por aí. Mas a autoestima já foi resgatada, bastando pouco para consolidarmos o retorno definitivo ao protagonismo do futebol nacional, ambiente onde, pela representatividade e história, o Palmeiras jamais pode deixar de estar.

4 comentários:

  1. Galluzzi, é desanimador demais ver um clube que investe, planeja, executa suas ações ser prejudicado! É notório que estão nos roubando na cara larga, precisamos bater na mesa da comissão de arbitragem e CBF para que essa palhaçada acabe logo!

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    1. Pois é amigo, o problema é que a imprensa recalcada (Chama-se Globosta) não aceita o Palmeiras ser o maior campeão do Brasil. O que ela e a corrupta CBF puder fazer para boicotar nossos títulos eles irão fazer. Para eles o maior do Brasil deve ser o time do povão (gambá ou mulambo). Não estamos na final da CB graças ao gol legítimo anulado no primeiro jogo, pois senão a história seria diferente. Ontem o Sr. Juiz tentou impedir nossa liderança marcando aquele penalty redículo a favor do mesmo Cruzeiro, mas com competência e determinação conseguimos a vitória. Hoje somos o time a ser batido, o clube referência do Brasil e talvez da Améria Latina, pode ter certeza que muitos irão querer nos prejudicar.

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  2. Amigos, Moisés e Caio... é verdade! As vezes o Palmeiras se ferra por não querer ser "malandro" como seus pares populistas, engendrados nos esquemas "1-0-0" que molha a mão das comissões de arbitragem pra que essas lhes sejam "favoráveis". Temos que ser justos, mas não podemos ser bobos. Valeu!

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    1. Galluzzi, concordo que não podemos ser bobos, mas também a tal "malandragem" é que deixou o país nesse caos que se encontra, o que temos que fazer é se sabemos dos esquemas tem que denunciar, tem que botar pressão na comissão de arbitragem e não se subjugar a CBF, tem que, por mais utópico que possa ser, mostrar opinião e tentar com a força dessa camisa, trazer outros clubes para perto e começar a mudar esse sujeira que está o nosso futebol (como o resto), se não marcar posição e seguir firme com ela, vamos de novo parecer cachorro que ladra mas não morde ninguém, o time do "Mimimi" como tantos memes já sairam, tem que arrumar provas e colocar toda a cambada na cadeia, mas acho que aí quem tá sendo utópico sou eu.

      O que importa é que estamos em primeiro e sábado vamos atropelar a bambizada, já que domingo é dia de tentar escolher o menos pior.

      Abraço.

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